sábado, 14 de abril de 2012

NUNES AMARAL

" Encostada"
Óleo s/ Tela
95x110 cm
500,00 €

Francisco Nunes Amaral, nascido em Angola a 15, Julho de 1966.
Residente em Carnaxide-Oeiras.
Curso de Pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes (1996/99).
Curso de "Temas de Estética e Teorias de Arte Contemporânea" (1998).
Trabalhou em Atelier, com o Pintor Vieira Baptista (2003/04).

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
• Câmara Municipal de Peniche (2001)
• Câmara Municipal de Lisboa (2004)
• Auditório da Freguesia de Verderena -Barreiro (2004)
• Espaço -Chiado Café -Montijo (Maio -Dez. 2004)
• Casa do Artista - Lisboa (2004/2006)
• Instituto Politécnico de Portalegre (2006)
• Junta de Freguesia de Carnaxide -Oeiras (2010)

EXPOSIÇÕES COLECTIVAS
• Sociedade Nacional de Belas Artes (1997/1998)
• Galeria CILA - Lisboa (Fev. /Set. 2000)
• Hospital Júlio de Matos (leilão de beneficência) (2000)
• Ministério das Finanças (2001)
• Galeria Exclusive -Carnaxide, Oeiras (2000/01/02/03/04/05/06)
• Núcleo de Artes de Carnaxide (2001)
• VII, VIII, IX, X, XI Exposição Internacional de Artes plásticas de Vendas Novas (2001/02/03/04/05)
• Ordem dos Enfermeiros, Lisboa (2005)
• Hotel Altis - Park, Lisboa (2003)
• Ordem dos Médicos, Lisboa (2004)
• 5as Jornadas de Toponímia de Lisboa - Artes Plásticas (2004)
• Galeria Paleta -Lisboa (2004/05/06/07/08)
• Galeria Espaço d' arte -Vera Cruz, Aveiro (2004)
• Galeria Municipal do Centro Cívico de Carnaxide (2005)
• Salão Nobre da SIMECQ -Cruz Quebrada; Oeiras (2005/06)
• Feira de Pintura no Jardim da Estrela; Lisboa (2009)
• Filan Art,s II- Galeria Cais Art,s ; Povoa de Varzim (2009)
• Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima -Campo de Goytacazes; Rio de Janeiro (2009)
• Galeria Vieira Portuense; Porto (2009)

KIM MOLINERO

" Floral "
Acrílico s/ Tela
81x100 cm
1.800,00 €


Ser Artista Plástico por Paixão à Arte!
Nasceu em Alcântara, Lisboa, Portugal em 1954.
Sua actividade Profissional foi sempre nas áreas Financeira e Imobiliária, como Economista.
É um autodidacta de artes plásticas e visuais. Foi Jornalista nos Jornais "A Capital", "Luta Popular", "Jornal do Oeste" e "Sempre Pronto". Escreve poesia e faz fotografia.
Em 1970 começou a pintar aguarelas que vendia nos passeios da Nazaré, Lagos e Albufeira para onde ia de boleia e cujas paisagens eram a base da sua pintura.
Em 1993 recomeça esporádicamente a pintar em óleo e acrílico quadros que foi oferecendo.
Em 2005 depois de algumas criações em aguarela, pastel, acrílico e óleo e por pressão e encomendas dos seus amigos recomeçou com a força de uma maturidade de ideias e vontade de exprimir o que lhe vai na mente e na alma, para que a memória nunca se apague e o tributo perdure... pela arte!
Hoje, procura o reencontro com as essências da vida, da cor, das emoções e o carinho dos que o incentivam, espelhando no traço e na paleta a sua mensagem e o seu saber como sublime expressão de partilha e emoção.
Iniciou recentemente a Pintura em Azulejo. Faz Escultura.
Em Arte não há pressas... apenas a criatividade e a sua forma de ver as coisas e o Mundo espelhando um poema em palavras não ditas em tela.
***
To be Plastic Artist for Passion to the Art!
He was born in Alcântara, Lisbon, Portugal, in 1954.
Being an Economist he has always worked in the Finance and Estate areas. He is a self-taught man in both plastic and visual art.
He was a journalist and wrote for different newspapers: A Capital, Luta Popular, Jornal do Oeste and Sempre Pronto.
He is a poet and also a photographer.
In 1970 he started to paint watercolours wich he used to sell on the streets in Nazaré, Lagos and Albufeira. Hitchhiking he got rides to those places whose landscapes he painted.
In 1993 he started to paint oils and acrylics. He usually offered those paintings.
In 2005 he painted watercolours, pastels, acrylics and oils and with the help of enthusiastic friends, who commissioned some works, he got strength, maturity and will to exprerss the ideas in his mind and soul. Never let the memory fade and carry on, that is his motto: love for art is everything!
Nowadays he tries to be in friendly terms with life, colour, emotion, surrounded by the tenderness of those who cherish him. His works reflect his message and his knowledge, they share experiences and emotion.
He was recently started tile painting. He is also a sculptor.
In Art there is no hurry...just creativity and the way one looks at life and the World.
The words that are not written on his paintings are a poem.

MÁRIO COUTO

"Panorâmica Porto"
Óleo em tela com espátula"
50x70 cm
750,00

Mário Couto nasceu em Vila Nova de Gaia em 1950, onde reside.

Cursou Contabilidade e estudou Literaturas Modernas, licenciando-se em Línguas em 1974. Em 1978 concluiu o Curso Complementar da antiga Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, frequentando depois, sem concluir, o Curso de Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes do Porto.
Pinta desde 1976, altura em que juntou as Artes Plásticas às Letras. Utiliza geralmente a técnica de pintura a espátula e tem preferência pelos óleos sobre tela. A paisagem e o figurativo são opções que dominam o seu Acervo pessoal de Arte.
Tem vindo a expor um pouco por todo o país (V. N. Cerveira, Viana do Castelo, Melgaço, Póvoa de Varzim, Trofa, Valongo, Felgueiras, Lixa, Vila Real, Resende, Porto, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Espinho, Viseu, Aveiro, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Oliveira do Bairro, Figueira da Foz, Leiria, Lisboa, Estoril, Cascais, Sintra, Albufeira, etc.).
Expõe individualmente em Espanha, França, Argentina, Chile, Suíça e Suécia. Tem integrado algumas exposições colectivas no estrangeiro, como por exemplo: Itália (Bienal de Arte de Florença), Argentina (Bienal de Buenos Aires) e Brasil (Bienal de S. Paulo).
A sua obra multifacetada e vasta está representada em dezenas de colecções privadas e públicas não só em Portugal como na Europa e América do Sul.
Dá preferência aos temas paisagem e figurativo, sendo contudo bastante diversificado. É um pintor de temas clássicos, que sabe definir os conteúdos e de técnica bem contemporânea. Nos trabalhos figurativos pinta belas motivações cheias de profunda espiritualidade, que lhe dão a dignidade de grande pintor, um pintor a sério.
É um pintor naturista, humanista, metafísico.
Paralelamente ao trabalho na pintura, é também escritor, tendo editado alguns livros de crónicas e de poesia.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Luis Berrutti

“Toro com luna”
Técnica Mista – Papel Kraft
163x117 cm
5.000,00


Luis Berrutti, artista plástico do Uruguai, de onde saiu há mais quarenta anos, com uma Bolsa de Estudos em Paris, andou por IBIZA, onde ficou conhecido pela sua cerâmica, estudou em Toledo as velhas artes do ferro, radicando-se, finalmente, na Serra de Valdemanco, onde as autoridades o homenagearam com uma fundação, a FUNDAÇÃO BERRUTTI, que dá título ao seu atelier. O seu museu, na Serra de Valdemanco, faz parte dos roteiros culturais e turísticos de Madrid, sendo conhecido mundialmente.

CARMEN SANTAYA

Toledo II"
Téncica Mista sobre tábua

80x60 cm
1.250,00


Camen Santaya nasce em Pontevedra. Membro da associação de pintores e escultores de Madrid, realiza os seus estudos na E. Bellas Artes M. Ferrero, assim como cursos ministrados pelas oficinas do Prado por Jorge Pedraza e Dª Paloma Peláez entre outros, seu nome está incluído no Dicionário de Pintores do Século XX Forum artes, e a sua obra encontra-se em diferentes museus, entidades públicas, bancos, caixas de aforro assim como colecções particulares dentro e fora de Espanha.

PEDRO CHARTERS D'AZEVEDO

"Escritas"
Técnica Mista
90x120 cm
2.000,00

Biografia: Nasceu em Lisboa a 3/11/46. Autodidacta, começou a desenhar e a pintar regularmente em 1998. Iniciou a sua actividade pública em 1999, dedicando-se em exclusivo à pintura a partir de 2000. Em 2001 frequenta o Curso de Pintura da “Sociedade de Belas Artes”.. Tendo até hoje realizado algumas dezenas de exposições.

Comentário: É Artista com A maiúsculo embora detentor de uma carreira tardia, mas levada muito a sério ao longo de jornadas de trabalho intenso (costuma dizer que deixa a inspiração à porta do estúdio). Digamos que estamos na presença de um artista profissional exigente para consigo próprio, que investiga e experimenta técnicas, cultiva, desenvolve e recria temas utilizando linguagens de expressão diversificada. Honesta e profundamente considera que, no processo criativo “o que domina é sobretudo a escolha da forma que evite não só a banalidade como os erros de estilo”. Em dez anos de ciclo artístico tem percorrido muitos caminhos que vão desde um abstraccionismo libertário iniciático a formas mais figurativas e controladas, ou ainda exercícios quase puramente estéticos e decorativos onde os efeitos de luz induzem novas sensações, como se estivéssemos na presença de novíssimos materiais de construção. E a temática abundante soma e segue: florais,, manchas significativas, urbanidades, danças, corpos de mulher e outros simbolismos diversos e não especificados.
O Pedro Charters d’Azevedo, neste curto período em que se revela artista a 100%, torna-se credor da veneração artística que muitos já lhe tributam e cria novas responsabilidades ao deixar-nos na expectativa da sua permanente evolução que, por certo, nos surpreenderá.

Armando Taborda

MARY CARMEN CALVIÑO

"Bodegon com Janela ao Fundo"
óleo s/tela
54x37

900,00
 
Mari del Carmen Calviño iglesias, pintora española. Nacida en A Xesta Lalín (PONTEVEDRA) en el año 1938. Pintora de familia de maestros, se traslada a temprana edad a la ciudad de La Coruña, donde realizará sus estudios artísticos desarrollando en esta ciudad su actividad pictórica, creó su propio taller en el año 1984, imparte clases a numerosos alumnos desde ese año. Organizando bianualmente exposiciones de los mismos en salas tales como la Delegación de Cultura la estación marítima de La Coruña en la sala PALEXCO DEL EXMO AYUNTAMIENTO DE ESTA CIUDAD. etc. De las múltiples colaboraciones de la artista resaltaremos la hecha en el suplemento semanal .Cataventos. (Revista incluida en el .Ideal Gallego.); En la revista cultural .Faro de Monte Alto. En el año 1996 se le concedió el Cardo de Plata de las Hogueras de S. Juan. Se la nombra pregonera de la XI Fiesta del Solsticio Poético en el año 1998. Cuyo pregón titulado .Luna en cuarto menguante. lee en el paraninfo del Instituto Eusebio da Guarda el 23 de Junio del ya citado 1998. Pertenece a asociaciones culturales y artísticas como .Asociación de Artistas de La Coruña. con sede en la calle Riego de Agua.-de la que actualmente es su vicepresidenta.-.Asociación de pintores y escultores. con sede en Madrid.-al AGAEC.-con sede en Santiago de Compostela..-A la .Sociedad Española de Estudios Literarios de Cultura Popular. (SELICUP). En el 05 participó en el congreso Internacional de SELICUP con la comunicación .Luces de mi tierra.. Ha sido nombrada accademico por las Accademias .Il Marzocco. (Florencia) .GRECCI MARINO. (Vinzanglio), ITALIA. La Accademia Internacionale Santarita, la NOMBRA .Accadémici ad honorem per LŽOrdine Michelangelo Buonarroti., concediéndole el Gran trofeo Internacionale delle Arti 2007. Esta con sede en Turín. Tiene en su haber la Medalla de Oro y el Diploma de la .Federación de Galerías de Arte. de FERRARA (Italia). El premio .Cormé-Tura por méritos artísticos, el primer premio en el II Saló Internacional D'Arts Plástiques. de St.Jaume de LLierca (Gerona ctc). Recientemente la premiaron en el V Saló Ayuntament St. Joan Les Fonts.

CARLOS LANÇA

 
“Paisagem Geométrica
Óleo s/ tela
47x38 cm
950,00
Óleo s/ Madeira
48,5x62,5 cm
950,00

Óleo s/ Madeira
48,5x62,5 cm
950,00

CARLOS LANÇA (Lisboa, 1937) iniciou a sua actividade em Lisboa em 1960, mas reside e tem o seu atelier no Porto desde 1976. Foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 1966-67 (Lisboa e Paris) e da Hofstra University em 1969-70 (New York).
Com participação em dezenas de exposições, as suas obras foram apresentadas em Portugal e no estrangeiro (Espanha, Itália, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Angola, Brasil, China e E.V.A.), contando-se ainda mais de 200 participações em colectivas na Europa, África, continente americano e Ásia.
É autor de diversos projectos destinados ao espaço público, designadamente de arquitectura monumental, design pedonal, mobiliário urbano, pintura mural, painéis cerâmicos, etc., em Portugal e no estrangeiro.
Possui uma vasta e significativa bibliografia passiva onde se assinalam importantes textos analíticos sobre a sua obra, assinados por autores nacionais e estrangeiros, publicados em destacadas revistas da especialidade quer em Portugal quer além-fronteiras, mas também na imprensa portuguesa e estrangeira, com relevância especial para diversos livros editados em Portugal e dedicados ao seu trabalho, de vários autores.
Na sua bibliografia activa, destaque para "Arte Portugues Contemporáneo" (Publicaciones ARBOR/Madrid -1970), "Descodificações" (Editores Associados/Porto - 1984) e "O Espaço e o Tempo - Registos e Ensaios" (Edição Galeria Sacramento/Aveiro-2004), para além de muitos outros textos sobre arte, publicados em páginas culturais da imprensa, revistas especializadas e catálogos para exposições de outros autores.
Está representado em colecções de Estado, fundações e outras colecções institucionais e privadas em numerosos países europeus, e ainda nos seguintes museus em Portugal:
Museu Nacional de Soares dos Reis, Museu Nacional de Angra do Heroísmo, Museu Tavares Proença Júnior / Castelo Branco, Museu de Ovar, Museu de Mirandela, Museu de Évora, Museu de Souza Cardoso / Amarante, Museu de Chaves, Museu de Setúbal, Museu Infante D. Henrique / Faro, Museu de Lamego, Museu do Desenho / Estremoz, Museu de Arte Contemporânea Diogo Gonçalves / Portimão, Museu de Grão Vasco / Viseu, Museu Municipal de Loures, Museu Municipal de Estremoz, Museu de Porto-de-Mós, Museu Municipal de Santa Maria da Feira e Museu da Cidade / Lisboa.

Está também representado em museus estrangeiros: Museu de Rabat, Museu de Luanda, Museu de Maputo, Museu Luís de Camões / Macau, Museu de Arte Moderna de Pego / Alicante, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Museu de Arte Moderna da Bahia, Museu de Brasília, Museu Riopardense / São Paulo, Museu de Arte de Fortaleza, Museu de Arte Contemporânea de Goiás, Museu de Arte Contemporânea de Curitiba, Museu de Arte de Belo Horizonte, Museu do Ceará, Museu de Arte Moderna de Niterói, Museu de Arte de Belém, Museu Nacional de Arte Moderna de Tóquio e Museu de Arte Moderna de Nova Deli.

Foram-lhe atribuídos diversos prémios e outras distinções (Portugal, Espanha, Itália, Brasil e EUA). É membro honorário de várias instituições artísticas e culturais em Espanha, Itália e Brasil e Presidente do Conselho de Direcção Nacional da ANAP (Associação Nacional dos Artistas Plásticos), do Comité Nacional para a AIAP / UNESCO e do Comité Luso-Galaico para a cultura.

Porfírio Alves Pires

"Homo Ludens"
Óleo s/ tela
120x80 cm
2011
4.500,00 €

"A Festa do Bosque"
Óleo s/ tela
2009
2.000,00€

"O boi do pobo"
aguarela sobre tela
100 x 80 cm
2009
1.680,00


Porfírio Alves Pires, nasce em Montalegre em 1944.
Termina a licenciatura em 1973 em Paris (CESAIPE).
É encarregue das cadeiras de desenho no Atelier André Michel em Paris na primeira metade da década de 70.
Ensina projecto e desenho na Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, em Lisboa na década de 80.
É critico de arte no Diário de Lisboa de 86 até à sua extinção, e no Diário Fim de Semana.
Expõe regularmente pintura e desenho desde a década de 80.

- Indiv. O Homem Apagado, Galeria Vieira Portuense, Porto, 2011.
--Colec. (Ao Redor do Touro), Sousel, 2011
- Colec. (Ajuda com Arte) Funchal, 2010
- Colec. Galeria Vieira Portuense, 2009
- Indiv. A Ruptura do Improvável, Galeria Vieira Portuense, Porto, 2009
- Colec. (Pontes Luso-Galaicas), Clube Fenianos Portuense, Porto, 2009
- Colec. MAC, Município do Peso da Régua, 2009
- Indiv. Hotel Quality Inn, Montalegre, 2009
- Indiv. Galeria Maria Priscilia, Vidago, 2009
- Indiv. Centro Cultural de Chaves, 2009
- Colec. MAC, Lisboa, 2006, 2008, 2009
- Indiv. Os Uns e os Outros,
Movimento de Arte Moderna, Lisboa, 2006
- Colec. e Indiv.
Galeria MI, Lisboa, 2000, 2004, 2005
- Indiv. Retratos das ausências,
Galeria MI, Lisboa, 2004
- Indiv. Castelo Medieval de Montalegre, 1993
- Colect. Artistas Residentes Montijo, 1998
Indiv. (com Vasco Folha)
Os Gestos da Terra, Atelier 15. Lisboa, 1986
- Colec. 1ª Bienal do Montijo, 1985
-Colec. Arteneu, Montijo, 1984
- Colect. V Bienal da Festa do Avante, Alto da Ajuda, 1984
- Colec. 1º Artec, Cascais, 1983
- Colec. Convívio Sá de Miranda, Braga, 1966

CARLOS ALBERTO SANTOS

Aguarela
34x22 cm
800,00 €
"Barcos I"
Aguarela
34x22 cm
800,00 €
"Infante D. Henrique"
óleo s/tela
65x93 cm
7.500,00€
Carlos Alberto Santos
Por Leonardo De Sá

Carlos Alberto Ferreira dos Santos nasceu a 18 de Julho de 1933, em Lisboa, e começou a trabalhar como jovem ilustrador no atelier de publicidade de José David, em 1947. A sua primeira ilustração publicada, a que se seguiram várias outras, aconteceu na revista Camarada nº 11, de 30 de Abril de 1948, acompanhando um conto western de Hermínio Rodrigo da Conceição. A sua estreia nas histórias aos quadradinhos ocorreu ainda aos 16 anos, logo no número inaugural de O Mundo de Aventuras e da própria Agência Portuguesa de Revistas (APR) de Aguiar & Dias, a 18 de Agosto de 1949, com a aventurosa "História Maravilhosa de João dos Mares". O texto era assinado por Augusto Barbosa e os desenhos vinham apenas indicados com a insígnia "D", porque realizados enquanto ainda trabalhava no estúdio de José David. Para aquela editora começou no ano seguinte a preparar a sua primeira colecção de cromos, História de Portugal, encargo que lhe tomou alguns anos de realização.

Depois de várias outras obras de ilustração para o Camarada, aí realizou uma segunda banda desenhada de carácter histórico, intitulada "O Escudo do Sarraceno", com novo argumento de Hermínio Rodrigo. A história iniciou-se no nº 116, de 9 de Setembro de 1950, mas ficou interrompida no nº 133, quando a revista suspendeu a publicação, no início do ano seguinte.

Em Outubro de 1954, a Editorial Dois Continentes iniciou a colecção de livros de bolso Heróis e Aventureiros, próxima das histórias aos quadradinhos, com o volume Tarzan e a Escrava, adaptado por Luís Anselmo e desenhado por Carlos Alberto a partir do filme Tarzan and the Slave Girl, com Lex Barker. Mais tarde, este tomo foi reeditado pela Livraria Civilização, do Porto.

Prosseguindo a sua duradoura colaboração com a APR, decorou as capas figuradas para a colecção Caderno Escolar, igualmente em 1954, e a partir do ano seguinte realizou várias novas histórias aos quadradinhos para o Mundo de Aventuras, a Colecção Audácia, e a adaptação em fascículos quadriculados do romance de Júlio Dinis, Os Fidalgos da Casa Mourisca, que conta com algumas capas da autoria de José Manuel Soares. Este último trabalho foi uma obrigação que pouco lhe agradou...

Trabalhando em exclusividade para a APR, executou inúmeras capas para quase todos os títulos da editora - de que se destacam algumas pinturas espectaculares para as revistas Selecções, Policial, Espaço e Guerra, para além do próprio Mundo de Aventuras. Curiosamente, também ilustrou as capas de colecções de fotonovelas que a editora iniciou no final da década de 1950, nomeadamente a Colecção Foto-Novela, que afirmava ser a "primeira revista no seu género que se publica em Portugal". Foi ainda editor responsável da versão nacional da revista infantil espanhola Pumby, em 1970-71.

Ainda para o Mundo de Aventuras, teve grande destaque a biografia romanceada em "Camões, Sua Vida Aventurosa", publicada em 1972 no quarto e último volume da série Álbum Especial, com argumento seu e adaptação de José de Oliveira Cosme (e também em versão abreviada na própria colecção principal). Carlos Alberto tinha proposto fazer uma série de aventuras em torno do poeta, mas tal nunca chegou a acontecer. Mais tarde, esse episódio foi reeditado pelas Edições Asa num álbum com nova montagem, colorido pelo artista e por Isabel Silva, sua discípula.

Decididamente encaminhado para a ilustração, Carlos Alberto voltou esporadicamente à banda desenhada, à qual reconhece dever a facilidade para desenhar de forma dinâmica e sem modelos. Realizou numa prancha única a aventura cómica e publicitária "O Segredo da Cápsula - Uma Aventura de Tony", para os produtos Diese, publicada no Diário Popular, em 1968. No ano seguinte, compôs para a revista Pisca-Pisca a curta história "O Almirante das Naus da Índia", sob argumento de Olga Alves, mais tarde reeditada no suplemento Mini-Época, do jornal Época, onde também publicou ilustrações. Colaborou com a Editorial Bruguera, de Barcelona, de novo produzindo várias capas e até uma BD, posteriormente reeditada em Portugal pela revista O Pirata, em Outubro de 1976, infelizmente com legendação também de pastilha elástica. Esta história policial intitulava-se "Em Busca de Provas", e foi mais tarde recuperada por Dâmaso Afonso para O Cuco, suplemento do Diário do Sul.

Para a Portugal Press de Roussado Pinto, contribuiu também com numerosas capas e ilustrações durante toda a década de 1970, tendo ainda aparecido como director artístico de algumas publicações da editora. Os seus bélicos "Quadros da História de Portugal" surgiram no Jornal do Cuto, e mais tarde também em postais e em álbum. Utilizou então o pseudónimo "M. Gustavo", derivado da sua dedicação à música de Gustav Mahler, pois ainda se encontrava veiculado à APR e não podia assinar com o próprio nome. Para aquela editora, deixou-nos também memoráveis composições eróticas para as várias publicações desse género que começaram a proliferar, depois do 25 de Abril...

Para as Edições Asa desenhou uma derradeira narrativa em 1993, intitulada "O Rei de Nápoles", publicada no álbum colectivo Contos das Ilhas, com argumento de Jorge Magalhães, ao lado de três outras histórias ilustradas por Eugénio Silva, José Garcês e Catherine Labey.

Assinou durante muitos anos simplesmente com os seus dois primeiros nomes, apenas acrescentando o apelido em tempos mais recentes. A arte de Carlos Alberto Santos tornou-se progressivamente mais decorativa, exercendo nas últimas décadas uma intensa actividade como ilustrador de livros - por exemplo para as editoras Amigos do Livro, Europa-América, Scire/SEL, Ésquilo, Destarte, Elo -, e para autores como Raul Correia, Alice Ogando ou Adolfo Simões Müller. Nos últimos anos do século XX, também iluminou colecções de selos para os CTT, com séries sobre os descobrimentos portugueses, o povoamento dos Açores e as naus da carreira da Índia.

Consagrou a sua carreira também intensamente à pintura, realizando uma primeira exposição individual de óleos sobre temas históricos em 1970, na Sociedade Nacional de Belas Artes. Seguiram-se muitas outras mostras e prémios relativos a esta actividade, estando representado em diversas colecções particulares e públicas, nacionais e estrangeiras.

SÉRGIO SÁ

Serigrafia 
31x23 cm
175,00 €

Serigrafia 
31x23 cm
175,00 €

Óleo s/tela
90x130 com
3.500,00 €


Sérgio O. Sá nasceu em 1943. Por força das múltiplas dificuldades em que cresceu, teve de ir trabalhar com 13 anos de idade, vindo a exercer ao longo do seu tempo, diversas actividades, incluindo a de carpinteiro, na construção civil, e a de docente, no ensino público oficial. Tinha já 25 anos quando teve, finalmente, oportunidade de iniciar os estudos liceais. Deu-lhes continuidade e, sempre como estudante trabalhador, seguiu depois estudos superiores. Em 1982 concluiu licenciatura em Artes Plásticas. Mais tarde mestrado em História da Arte.
Como artista plástico, desde 1970, então autodidacta, que vem apresentando ao público os seus trabalhos, sendo esta a sua 50.ª exposição individual. Em mostras colectivas conta com mais de duas centenas e meia de participações.

Alguns dos locais onde a sua obra esteve exposta
Lisboa: Fund. Calouste Gulbenkian; Soc. Nac. Belas Artes; Museu da Água; Fórum Picoas. Porto: Museu Soares dos Reis; Coop. Árvore; Palácio da Bolsa; Galeria da Praça; Galeria Lóios. Amadora: Bienais de Gravura e exposições de Escultura de Ar Livre. Aveiro: Museu de Aveiro. Braga: Museu Nogueira da Silva. Estoril: Salões de Arte Moderna, da Primavera; do Outono. Évora: Festivais de Gravura. Guarda: Museu Regional; Paço da Cultura. Guimarães: Museu Alberto Sampaio. Lagos: Salão de Arte de Lagos “SAL 85”. Maia: Arte Contemporânea da Galiza e Norte de Portugal. Silves: Arte Portuguesa Contemporânea “Algarve 88”. V.N.Cerveira: 2ª,3ª,4ª Bienais de Arte. Viseu: Museu Grão Vasco. Argentina-Quilmes: Centro de Arte Moderno. Brasil-São Paulo: Museu de Arte Brasileira. Coreia do Sul: Universidade de Seoul. Espanha: Bienal Copy Art - Barcelona; Escuela de Artes Aplicadas y Ofícios Artísticos - A Coruña; Galeria Anagma - Valência; Galeria Brita Prinz - Madrid; Museo de Ferrol. Egipto-Cairo: National Center of Fine Arts. França: Grand Palais - Paris; Salão “Saga 95”- Porte de Versailles; Château Royal de Collioure. Itália-Réggio: Centro Internazional di Arti e di Cultura; “Arte Fiera 93” (Feira Internacional de Arte) - Bologna. Japão-Fukuoka: Gallery Oishi e Gallery Fukuda. Lituânia-Vilnius: International Minigraphics. Macedónia-Bitola: International Triennial of Graphic Art. México: Museo de la Estampa. Polónia-Lodz: Panstwowa Galeria Sztuki. U.S.A.-Boston: Northeastern University. E ainda noutros locais de Andorra, Argentina, Bélgica, Brasil, Colômbia, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Japão, Portugal, Roménia e U.S.A.
Obras suas fazem parte de colecções particulares em diversos países e de colecções públicas em Argentina, Egipto, Espanha, Itália, Lituânia Polónia e Portugal.
Com algumas distinções em pintura, escultura e obra gráfica, o seu nome é referenciado em bibliografia originária de Portugal, Inglaterra, Itália e Brasil.

Francisco Simões

Óleo s/tela
50x65 cm
4.500,00€

“Nu Feminino”
Aguarela
24x35cm
1200,00 €

“Mulher Nua”
Aguarela
27x38 cm
1200,00 €

mulheres de Francisco Simões
por MARIA JOÃO CAETANO
São mulheres, sobretudo mulheres. "A mulher é a coisa mais bonita do universo", afirma o escultor Francisco Simões. "Não há pássaro, não há Sol, não há mar, não há nada que se lhe compare. O corpo da mulher é redondo, não tem arestas, tem uma policromia harmoniosa, cheira bem."
A mulher é o tema principal do seu trabalho. Diz-se Francisco Simões e pensa-se imediatamente nos corpos de mármore da estação de metro do Campo Pequeno, em Lisboa (1994). Para a exposição que se inaugura hoje, às 18.30, na Galeria do Diário de Notícias, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, Francisco Simões trouxe mais umas quantas das suas mulheres: 16 esculturas de mármore, nove desenhos (apenas um foge a esta temática) e oito cerâmicas. Escolheu estas peças sem qualquer critério que não o facto de gostar delas e de lhe apetecer mostrá-las. Uma pequena amostra de uma carreira já longa.
Tivesse ele seguido a tradição familiar e em vez de artista seria marinheiro. Francisco Simões nasceu em 1946, em Porto Brandão, "à esquina do Tejo com o mar", e foi aí que criou as suas primeiras esculturas - ingénuas brincadeiras de criança construídas com o barro do chão e com as madeiras trazidas pela maré. Mas nada disso se lhe afigurava como carreira. Foi a intervenção do professor Calvet Magalhães junto da sua mãe que encaminhou este aluno excelente para uma escola artística, a António Arroio, e foi aí, primeiro nas oficinas e depois entre os livros e as conversas com outras sensibilidades artísticas, que Francisco Simões foi descobrindo o seu próprio lugar.
Aos 19 anos, foi estudar para artes gráficas em Itália. Na primeira visita ao Vaticano foi direitinho para a Pietà, de Miguel Ângelo. "Tive o privilégio de poder tocar nela com as mãos. É tão bonita. Ainda hoje, quando esculpo as minhas peças só as considero prontas quando ao toque tenho a mesma sensação que tive com a Pietà." Miguel Ângelo e Rodin estão entre as suas principais influências.
Francisco Simões foi professor ("sou professor", diz ele, agora reformado), foi assessor para as artes do Ministério da Educação, foi comunista, foi vereador da Câmara de Almada. Tem uma vida cheia de histórias para contar - das amizades com Almada Negreiros e David Mourão Ferreira (entre tantos, tantos outros nomes das artes e das letras), das conspirações em tempos de ditadura, da revolução e da dissidência. Das mulheres. É impossível resumir a sua vida a estas linhas tal como é impossível resumir a sua obra a uma galeria.
Para muitos, Francisco Simões é o autor da capa de Um Amor Feliz - polémica em meados dos anos 80 por causa dos corpos com que o escultor lida com tanta naturalidade. Mas a parte mais conhecida da sua obra está exposta em espaços públicos: o Parque dos Poetas, em Oeiras (2003/2004), os bustos de Vieira da Silva e Arpad Szenes, na estão de metro do Rato (2002), e mais uma série de esculturas em praças, jardins e estações do País. "As pessoas passam pelas peças mas não sabem quem é o artista. Isso é algo que me agrada", diz. "Gosto de ficar a ouvir o que dizem sobre as minhas esculturas sem saber que o artista está ali."

MOLINA

Porto (N. Sra. do Ó)
serigrafia
52x38 cm
300,00

“Casario”
Serigrafia

24,5x34,5 cm
300,00

“Casa e Igreja”
Serigrafia
20x26 cm
300,00


1926-2002
Nascido em Espanha em 1926 cedo largou pelo mundo tendo vivido em vários locais da Europa e da América. No Brasil deu raizes à sua grande paixão – a Pintura. Aí estuda Belas-Artes e aí ganha elogios da crítica que o apontam como um pintor versátil. É o crescendo do pintor apaixonado entre o “figurativo arquitectónico” que devolve a verdade aos locais que pinta e o “abstracto marcante” pela força do cromático que impõe nas suas telas.
Trazido pelo destino, instala-se em Portugal na década de 60 onde permanece até à actualidade. Portugal torna-se o país que sempre procurou e que o realiza completamente como artista. A vertente de pintor figurativo torna-se mais marcante devido ao seu amor às terras portuguesas. Ninguém pintou mais Portugal do que ele, desde as pequenas aldeias até às grandes cidades, de norte a sul do país. Mantém viva a paixão pelo abstracto como forma de expressão máxima do seu interior de artista.
Em 2000 decide dar um novo fôlego à sua obra de pintor abstracto e quebrar com a imagem exclusiva do figurativo arquitectónico. Pouco conhecida do grande público, esta esteve reservada a coleccionadores. Assim que surge perante o público, a surpresa é tão grande como a aceitação. O mestre da arquitectura portuguesa levada à pintura revela-se naquilo que o fez brotar como grande pintor - a arte do cromático num desafio à própria imaginação. É difícil não ser seduzido por este jogo em que cada cor é como que explorada à exaustão nas suas mais diversas matizes.
Faleceu em Lisboa a 5 de Agosto de 2002 de forma inesperada sem ter tido a felicidade de estar presente na exposição que sempre ambicionou fazer. Viveu, no entanto, a profunda alegria dos três anos que lhe levou a prepará-la.
Realizou várias exposições desde 1980.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

António-Lino

"Praia de Peniche"
Aguarela
29x39 cm
2.000,00 €
"Ponte Luis I - Porto"
Serigrafia
45x42,5 cm
150,00 €



"Tempestade no Douro"
Serigrafia
30x22 cm
150,00 €


António-Lino da Veiga Ferreira Pedras nasceu em Guimarães em 1914.
Depois do curso dos Liceus fez o curso do Magistério Primário, tendo 16 valores em exame de estado.
Frequentou durante 2 anos o curso de desenho da escola de Belas Artes do Porto, com altas classificações, até ser nomeado professor efectivo do ensino primário.
Regressou à Escola de Belas Artes em 1951 onde terminou o curso superior de Pintura com 19 valores e 1945.
Foi discípulo dos mestres Teixeira Lopes, Acácio Lino e Dórdio Gomes.
Foi professor de Ensino Técnico até 1949, exercendo nessa altura na Escola de Artes Decorativas de António Arroio de Lisboa; partiu para Espanha, França e Itália, onde permaneceu até 1965.
Percorreu todas as grutas pré-históricas de Espanha e França.
Estudou tapeçaria em Espanha, França, Bélgica, vitral em Chartres (França) e Alemanha, mosaico em Florença, Ravenna e Veneza.
Foi bolseiro do Estado Italiano através do Instituto de Alta Cultura de Portugal.
Visitou, além dos principais Monumentos e Museus dos Países já mencionados, os da Áustria, Suíça, Bélgica, Holanda, Alemanha, Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca, Grécia, Líbano, Síria, Palestina, Turquia, Chipre, Norte de África e Inglaterra.
Fez uma numerosa colecção de apontamentos em desenho, aguarela, monotipia, gravura e óleo, dos países em que viveu, obra que expôs em Portugal e no Estrangeiro. Já na sua primeira exposição individual no SNI escrevia: “A Paisagem, o retrato, o pequeno apontamento, o desenho, a aguarela, a gravura e o óleo, somente lhe interessam como meio de estudo. Tudo para atingir uma finalidade: A grande Composição Mural” (in catálogo de Outono de 1948 – Lisboa). Nas quatro expressões de pintura mural, fresco vitral, tapeçaria e Mosaico, se tem realizado principalmente a partir de 1952. Primeiro estudando a obra dos grandes Mestres do passado; depois estudando toda a tecnologia destas expressões e praticando-as em sistemático trabalho de oficina.
Isso permitiu-lhe conhecer a riqueza e as limitações que cada expressão artística nos pode dar, sem surpresas e alterações possíveis a quem se não integrou no Fresco, no Vitral transporta em cal, vidro, lã ou pedra…
Tomou parte no Congresso Internacional de S. Furtoso em Braga, onde apresentou a comunicação: A Evolução dum sistema arquitectónico da Construção do Séc. IV de Júlia Concordia Sagitacia à Construção do Séc. VII – Dume: das Capelas Tumulares do Séc. I aos Baptistérios do Séc. XI. Colaborou com cartões para Grandes Composições musivas (1.000 m²) com a vida do Infante D. Henrique, com os grupos que foram classificados em 2º e 3º lugar no concurso para o monumento de Sagres.
Fez 18 palestras no Vaticano sobre Arte Religiosa das Catacumbas à Arte Moderna (Um verdadeiro curso de Arte Cristã, como escreveu uma alta personalidade religiosa em carta para S. S. Pio XII). Foi felicitado pessoalmente por S. S. Pio XII.
Fez vários desenhos deste Pontífice no Vaticano e em Castel Gandolfo.
Possui cartas de Mons. Montini, depois de Papa Paulo VI, agradecendo em nome do Papa Pio XII.
Tem escrito artigos sobre arqueologia, História e Crítica de Arte e colaborado artisticamente com desenhos e gravuras em Jornais e Revistas nacionais e Estrangeiras.
Colaborador efectivo da Enciclopédia da Editorial Verbo, na secção de Belas Artes.
Tem dirigido e ilustrado Livros de Literatura e Arte.
Fez uma conferência sobre Nossa Senhora nas Artes Plásticas, nas comemorações nacionais do Cinquentenário de Fátima. Pertence desde Jovem à Sociedade de Arqueologia de Martins Sarmento, Guimarães.
Identificou a Casula riquíssima, sob cartão de Botticeli, do Museu de Poldi, Pezzoli de Milão, como sendo dum Infante da Casa de Aviz de Portugal, o Cardeal D. Jaime.
Descobriu no armazém do Museu de Messina uma grande composição de grande interesse para o estudo do Politico encontrado em S. Vicente de Fora.
De tudo isto deu conhecimento e entregou fotografias ao senhor Dr. João Couto, Director do Museu de Arte Antiga.
Seleccionado pelo Escritor e Filósofo de Arte Prof. Leonello Venturi, fez uma exposição individual no antigo «Estudio» de Frei Angelico, em Roma.
Comunicou ao Superintendente das Belas Artes, Prof. Bertini Calomo, com quem manteve correspondência, a descoberta duma constante Fisionómica, desde a sua primeira obra de encomenda o Anjo Candelabro de S. Domingos de Bolonha, no S. Próculo, em algumas figuras do grupo das «PIETÀ», no David, ais retratos de Miguel Ângelo da «Galeria Delgi Uffizi» de Florença, da Escultura do Louvre e do Desenho de Francisco de Holanda, que foi declarada de muito interesse.
Dirigiu várias visitas aos Museus de Roma e Vaticano com alunos da Universidade Gregoriana; e a pedido do Colégio Pontifício Português fez várias palestras sobre Arte, mantendo prolongados diálogos com a assistência.
Deu uma lição sobre arqueologia e dirigiu uma visita ao museu arqueológico de Belém, um curso de cultura para professores do ensino primário oficial.
Faz parte de um pequeno grupo de Guimarães que apresentou um plano, que deu origem ao programa das comemorações centenárias de 1940.
Prestou provas no concurso para professor da ESBAL em 1964, onde exerceu o ensino de Tecnologias de Pintura até atingir o limite de idade em 1984.
Foi fundador do grupo do Porto que realizou a série de Exposições dos Independentes desde 1943 no Porto, Coimbra, Braga e Lisboa.
Foi sócio fundador do movimento de renovação de Arte religiosa.
Foi Director dum Semanário Nacionalista em Guimarães, que sempre lutou pela Salvaguarda do património da Região, e deu importância aos problemas da Arte.
Foi prémio das 3 Artes a nacional de Desenho e tem obras suas em Museus e em Colecções Particulares Nacionais e Estrangeiras.
Foi aluno de Filosofia, de Leonardo Coimbra. Foi convidado pela Dr. Arão de Lacerda para seu assistente de História de Arte quando Prof. da Fac. de Letras, da Universidade de Coimbra, não se concretizando pelo seu falecimento. Possui na sua biblioteca alguns Possui na sua Biblioteca alguns Milhares de Livros so­bre Filosofia, História D'Arte, Monumentos, Artistas.e Escolas, Mono­grafias de Arte, Museus, Estética, Técnicas `D'Arte, Biografia. Iconografia, Exposições de Arte e Revistas de Arte; Além de nume­rosos Livros de Literatura, Religião, Turismo e Escritores Gregos e Romanos. Em Vitral, Mosaico; Tapeçaria e Fresco tem realizado até agora cerca de mil metros quadrados, em Igrejas, Palácios de Jus­tiça, Camaras Municipais, Palácios Nacionais e casas particulares em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente na grande Basílica de Nazareth (Terra Santa, Israel) e, na Basílica de Damasco, na Síria Tomou parte na organização do congresso Histórico da Colegiada de N2 Sá da Oliveira onde apresentou duas comunicações. Foi edi tada agora Pelo Instituto Fontes Pereira de Melo, que lhe deu o Prémio Amaro da Costa, a Monografia de Guimarães e seu termo.
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Terminou o curso superior de Pintura na E.S.B.A.P. com 19 valores em 1945.
Estudou tapeçaria em França, Espanha, Bélgica, Alemanha, mosaico em Florença, Ravena e Veneza.
Foi bolseiro do Estudo Italiano através do Instituto de Alta Cultura de Portugal.
Colaborou com cartões para grandes composições musivas com a vida do Infante D. Henrique com os grupos que foram qualificados em 2º e 3º lugar no concurso para o Monumento de Sagres.
Fez 18palestras no Vaticano sobre Arte Religiosa das Catacumbas à Arte Moderna.
Colaborou na secção de Belas Artes, da Enciclopédia da Editora Verbo.
Pertence à Sociedade de Arqueologia de Martins Sarmento – Guimarães. Exerceu o ensino de Tecnologia da Pintura no E.S.B.A.L. desde 1964 até 1984.
Expôs individualmente no antigo estúdio de Frei Angélico em Roma, na Lóios Galeria no Porto.
Fez parte do grupo “Os Independentes” e com eles realizou várias exposições.
Foi sócio fundador do movimento da renovação da Arte Religiosa.
Foi Director de um Seminário Nacionalista de Guimarães, que sempre lutou pela salvaguarda do património da religião.
Foi prémio das 3 Artes e Nacional de Desenho.
Tem obras em Museus Nacionais e Internacionais.
Tem obra em vitral em Igrejas, Palácios da Justiça, Câmaras Municipais, Palácios Nacionais e casas particulares em Portugal e no estrangeiro nomeadamente na Basílica de Nazareth – Terra santa, Damasco – Síria.
Fez parte da 1ª Comemoração do Cinquentenário do Grupo dos Independentes, em Maio/Junho, 1993, na Lóios Galeria Porto.

Aníbal Alcino

Óleo s/tela
65x50 cm
4.000,00€
Óleo s/ tela
50x65 cm
4.000,00 €
 
Óleo s/tábua
65x45 cm
3.500,00 €
 
"PORTO"
Serigrafia
32x42,4 cm
150,00 €
 
 
Pintor de feição expressionista, por vezes cubista, que usa da simplificação e da elipse.
Nasceu em 1926, em Vila da Feira.
Diplomou-se na ESBAP (Curso Superior de Pintura).
Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian.
Expôs na Galeria Alvarez, do Porto, na Galeria Divulgação, e na Galeria de Março, de Lisboa. (“Dicionário de Pintores e escultores” de Fernando de Pamplona).
Como membro do grupo "OS INDEPENDENTES" participou em diversas exposições de arte moderna promovidas por esse grupo.
Colaborou com o pintor Júlio Pomar na página de "Artes e Letras" do Jornal de Notícias, tendo ainda textos de crítica de arte dispersos por outros jornais e revistas.
A sua primeira exposição individual foi em 1939 no Teatro S. João, Porto.
Expôs colectivamente nos 1.º e 2.º Salões dos Novíssimos; Artes Plásticas (1.ª e 2.ª) da Fundação Gulbenkian; Prémio António Carneiro, Biblioteca-Museu de Amarante, 1963; Bienais Internacionais de Vila Nova de Cerveira; Prémios Armando de Basto (1950) e António Carneiro (1956). Nos anos noventa expôs na “Loios Galeria” do Porto.Vem referenciado em “Pintores do Minho”, de Nuno Lino Carvalho.

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Aníbal Alcino Ribeiro dos Santos, nasceu a 3 de Outubro de 1926 na Vila da Feira.
Diplomou-se na ESBAP/Curso Superior de Pintura.
Foi bolseiro da Fundação Calouste GulbenKian (1963 e 1964) em Madrid.
Como membro do grupo «OS INDEPENDENTES» participou em di­versas exposições de arte moderna promovidas por esse grupo. Colaborou com o pintor Júlio Pomar na página de «Artes e Letras» do Jornal de Noticias, tendo ainda, textos de crítica de arte disper­sos por outros jornais e revistas.

Exposições Individuais
1939 - Cinema S. João - Porto
1941/43 - Salão Silva Porto - Porto
1947/48 - Galeria Portugália - Porto
1951 - Ateneu Comercial do Porto
1953 - Exposição no SNI - Lisboa
1953 - Galeria António Carneiro - Porto
1954 - Galeria de Março - Lisboa
1954/55 - Galeria António Carneiro - Porto
1957 - Sociedade Harmonia Evorense – Évora
1957 - Galeria Alvarez - Porto
1959 - Galeria Divulgação - Porto
1959 - Museu Luanda - Angola
(Nos anos sessenta realizou algumas exposições em Viana do Cas­telo)
1975/79/86 - Salão da Cultura - Viana do Castelo
1988 - Galeria Barca D'Artes - Viana do Castelo
1990 - Galeria Barca D'Artes - Viana do Castelo
1991 - Loios Galeria - Porto
1992 - Galeria Barca d'Artes - Viana do Castelo 1993 - Loios Galeria - Porto.

Exposições Colectivas
1943 - «Exposição Independente» dos alunos da ESBAP - Porto
1945 - «Exposição Independente» - Instituto Superior Técnico - Lis­boa
1945 - IX Missão Estética de Férias - Évora
1946 - X Missão Estética de Férias - Museu Grão Vasco - Viseu
1946 - «Exposição Independente» - Galeria Portugália - Porto
1948 - XI Missão Estética de Férias - S.N.B.A. - Lisboa
1950 - VI Exposição de Arte Moderna dos Artistas do Norte - SNI - Porto
1951 - 14.§ Exposição de Arte Moderna - SNI - Lisboa
1952 - Exposição dos Artistas Premiados - SNI - Lisboa
1952 - Exposição de Arte Contemporânea da Metrópole - Luanda e Lourenço Marques
1954 - X Exposição de Arte Moderna dos Artistas do Norte - SNI - Porto
1955 - Exposição de Arte Moderna - Amarante
1955 - Exposição de Arte Moderna - Penafiel
1956 - II Salão de Outono - Estoril
1957 - «Trinta Anos de Cultura Portuguesa» - SNI – Lisboa
1957 - XII Exposição de Arte Moderna dos Artistas do Norte - SNI - Porto
1957 -1 Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste GulbenKian - Lisboa
1957 - V Exposição de Cerâmica Moderna - SNI - Lisboa
1957 - III Salão de Outono - Estoril
1958 - «I Exposição de Pintura a Óleo» - Vila Real
1958 - III Missão Internacional de Arte - Évora
1959/60/61 - «Salão dos Novíssimos» - SNI - Lisboa
1959 - II Exposição de Arte Moderna - Museu Regional de Viana do Castelo
1960- 1 á Exposição Livre de Pintura Contemporânea - Lamego
1961 - «Exposição da Vida e da Arte Portuguesa» - Lourenço Mar­ques
1962 - II Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gul­benkian - Lisboa
1970 - Exposição Colectiva de Pintura - Elvas
1975 - 1.ºs Encontros Internacionais de Arte - Viana do Castelo
1976 - Exposição de Pintura Portuguesa - Estoril
1976 - Exposição Colectiva de Artistas Europeus - Los Angeles - U.S.A.
II - III - IV Bienal Internacional de V.N. de Cerveira
1982/83/84/85/86 - Exposição Colectiva de Artes Plásticas do C.C.A.M. - Viana do Castelo
1986 - Exposição de Pintura Portuguesa - Évora
(integrada pela Sec. de Estado da Cultura no dia 10 de Junho - Dia de Portugal)
1987 - Exposição de Pintura Contemporânea Portuguesa - Casino Estoril
1987 - Exposição de Pintura Moderna Portuguesa - Sala Jaques Brel - Pontault Combault - França

Exposição Individual de Pintura, em Viana do Castelo simultanea­mente no Salão dos Antigos Paços do Concelho e Galeria Barca d'Artes em 1988. Organização do Centro Cultural do Alto Minho. Salão de Outono na Galeria do Casino do Estoril em 1988. Salão de Outono na Galeria do Casino do Estoril em 1990. Exposição Colectiva de Aguarelistas Portugueses, na Galeria do Ca­sino Estoril em 1990.

Exposição Individual de Pintura na Galeria Augusto Gomes (Mato­sinhos - 1989).
I.ª Exposição Colectiva de Artistas Plásticos Portugueses, com mo­tivos ligados ao Norte do País (Matosinhos). Organização da Asso­ciação Industrial Portuense, (EXPONOR - 1989).
II.ª 9 Exposição Colectiva de Artistas Plásticos Portugueses, com mo­tivos ligados ao Norte do País (Matosinhos). Organização da Associação Industrial Portuense (EXPONOR - 1990).
I.ª Exposição Geral de Artistas Plásticos com motivos ligados à ci­dade do Porto e Vila Nova de Gala (1989).
Exposição Colectiva de Artistas Portugueses, na Sociedade Nacio­nal de Belas Artes, em Lisboa, subordinada ao tema: «A VINHA E O VINHO » (3.º prémio de pintura a óleo) - Organização das Caves Aliança.
Exposições Colectivas de Artes Plásticas, organizadas pelo Centro Cultural do Alto Minho, na Galeria Barca d'Artes, em 1988 e 1989.
 

Prémios Nacionais
1946 e 1947 - Prémio «Rodrigues Soares» da ESBAP.
1950 - Prémio «Armando Basto».
1958 - Prémio «António Carneiro» do SNI.

Colecções em que está representado
Museu Nacional Soares dos Reis - Porto
Museu de Luanda - Angola
Museu Regional de Amarante
Museu Regional de Viana do Castelo
Instituto Politécnico - Viana do Castelo
Escola Superior de Educação de Viana do Castelo
Escola Superior Agrária de Ponte de Lima
Câmara Municipal de Viana do Castelo
Hospital Distrital de Viana do Castelo
Ateneu Comercial do Porto
Centro Cultural do Alto Minho

Está ainda representado em valiosas colecções parti­culares no País e no Estrangeiro

Alguma Bibliografia
«A Arte em Portugal» no Séc. XX - José Augusto França Edição - Bertrand.
«Dicionário da Pintura Universal» p/ Fernando Pernes
Edição - Estúdios COR.
«Dicionário dos Pintores Portugueses» - Fernando Pamplona.
«Pintura e Escultura em Portugal 1940 - 1980». - Rui Mário Gon­çalves.
«Estudos sobre Artes Plásticas - os anos 40 em Portugal e outros es­tudos» - Fernando Guedes - Colecção Artes e Artistas
Imprensa Nacional Casa da Moeda.

Livros Publicados
Aníbal Alcino - Um Professor no Alentejo
Edição da Câmara Municipal de Viana do Castelo - 1989.