terça-feira, 17 de abril de 2012

ISOLINO VAZ

“Família”
Tinta-da-china
39x26 cm
900,00 €

CINQUENTA ANOS DE FIDELIDADE
Uma parte importante do coração da minha juventude pertence a Isolino Vaz e à sua obra; através dos volumes, dos ângulos, da luz sombria e da luminosa sombra do seu transfigurado realismo, os meus olhos descobriam perturbadamente o lado obscuro das coisas que só a inocência da arte revela.
A obra de Isolino Vaz foi então isso para mim: revelação. E exemplo do radical inconformismo donde nascem, como na obra de Isolino Vaz emoções temíveis. Eram dias difíceis em que a felicidade era feita de infelicidade e de solidariedade. A obra inquieta de Isolino testemunhava que não estávamos sozinhos e partilhava connosco o confuso sentimento épico da esperança.
Porque na geometria dessa obra, mais do que mera expressão, e mais do que repro­dução, vibrava, e vibra, o próprio efémero mistério da realidade, o que quer que seja a realidade. O modo como, sob uma luz obstinadamente racional, os fragmen­tos do mundo exterior se tornam na pintura de Isolino harmonia e sentido do lado de dentro do mundo, fizeram naturalmente dela o caminho mais curto para as inse­guras interrogações que irreprimidamente pulsavam no grande coração colectivo. A Arte serve também para isso, para nos confrontar e para, em tempos de angústia, testemunhar por nós perante nós próprios. Por essa fidelidade, por essa desmesu­rada generosidade, quero que este depoimento seja, mais do que uma improvável avaliação crítica, sobretudo também um testemunho emocionado pela Arte de Isolino Vaz. Isto é, pela Arte.
Manuel António Pina
-º-º-º-º-º-º-
Conheci Isolino Vaz no verão de 49. A admissão a Belas-Artes passava então por uma prova de desenho de estátua. Alguém me aconselhara a tentar um período de aprendizagem no seu estúdio. Desenhava desde criança, mas a técnica estava limi­tada ao lápis Viarco sobre papel Costaneira, Almaço raramente, sob a direcção e ao colo de um tio que não sabia desenhar. Depois de me exercitar em caixas fechadas e abertas, cavalos de perfil e gatos frontais, sem idade para colo, orientara a produ­ção ao retrato: família e vizinhos disponíveis.
Confrontava-me subitamente com a obrigatoriedade de um salto qualitativo aterra­dor: do Viarco ao carvão e do Almaço ao Ingres. As primeiras dificuldades come­çaram com a procura do material aconselhável, correndo ao acaso e em vão as papelarias de Matosinhos e do Porto. Mais tarde experimentei a fragilidade do car­vão e a aspereza do papel. Definitivamente desmoralizado, apresentei-me no atelier de Isolino Vaz, em frente à Quinta de Nova Sintra, no sotão de uma dessas hones­tas casas portuenses, três pisos em cantaria e reboco cinzento, janelas de madeira de perfil elegantíssimo. Fui admitido e iniciaram-se as aulas. Éramos quatro e passávamos as manhãs entre Deuses e Imperadores de brancura imaculada. A janela da sala abria sobre o Rio Douro. O sol, o verde dos campos, e um ou outro solar semi-arruinado entravam por ali dentro, enquanto Isolino Vaz nos ensinava coisas inesperadas: como fixar o papel na prancheta, como apagar traços, errados com miolo de pão, como abrir um branco cristalino, como semi-cerrar os olhos ou apreender, braço estendido, as proporções exactas.
Tinha uma técnica de precisão impressionante: figuras nitidamente recortadas sobre o papel, em linhas rectas, zonas de sombra delimitadas por dois traços finíssimos, logo preenchidos pelo carvão deitado; rápido afago, por vezes com o flanco da mão, produzindo uma meia tinta de transparência absoluta sobre a textura inalte­rada do papel Ingres.
As duas primeiras semanas foram difíceis: o carvão afiadíssimo partia, a meia tinta manchava, a bola -de miolo de pão agarrava-se ao papel ou aos dedos; os Deuses troçavam de nós, distorcendo constantemente o sorriso sereníssimo, aumentando a altura da testa ou revolvendo tumultuosamente os cabelos encaracolados.
No fim da segunda semana Isolino Vaz levou-nos à praia de Leça. Não se falou em desenho. Jogamos a bola e corremos contra o vento, até ao limite do fôlego. Deita­dos na areia, seguimos com olhos espantados as passagens constantes e cadenciadas de um Mestre sem fadiga, até que o céu e o mar se fizeram lílazes.
Provavelmente este exercício preparava uma nova aprendizagem: como fixar o car­vão, que sempre ameaçava seguir a brisa da janela sobre o Rio Douro. Compramos um objecto incrivelmente engenhoso: dois tubos de metal de 3 milímetros de diâme­tro e 100 milímetros de comprimento, articulados, para mais fácil transporte em caixa de cartão branco. Introduzia-se uma ponta no frasco de fixativo Legrand, comprado na papelaria Azevedo; na outra soprava-se com brandura. O sopro devia ser contínuo e de igual intensidade. Nas primeiras experiências as superfícies som­breadas do carvão tornavam-se baças, pontilhadas por estranhas manchas orgânicas, ou empastadas, ou brilhantes aqui e ali, ou amareladas, como verniz barato sobre as madeiras da Rua da Picaria, ou como o papel de um cigarro sem filtro e mal fumado.
Isolino exemplificava. No contra luz da janela uma fina poeira doirada pulsava, mansamente, sobre Atletas, Imperadores, Deuses e Cortesãs.
Pouco a pouco, quase sem dar por isso, o carvão começou a não partir, o papel a não manchar, o miolo de pão a manter a plasticidade, o fôlego a aumentar. E a confiança. O Rio Douro tornara-se tranquilíssimo, e assim a amizade entre nós. Todas as manhãs seguíamos os altos muros de Nova Sintra, passávamos o posto de transformação modernista, as janelas ritmadas da Escola do Barão, entre tílias, japoneiras e glicínias, pensando que talvez fossemos Artistas.
No dia do exame Isolino Vaz levou-nos à Biblioteca de S. Lázaro. O Claustro estava cheio de gente "com habilidade". Pela porta entreaberta víamos os cavaletes de pinho, dispostos em torno de um tímido Jovem Augusto.
Tiras pelo menos dezoito — disse-me Isolino Vaz. Tirei bastante menos, e também muito mais: ânsia de limpidez.
Álvaro Siza
-º-º-º-º-º-
O que mais ressalta em Isolino Vaz é o pintor da «velha escola», honra lhe seja feita. A sua arte conhece a técnica e magnifica-a plenamente sem, no entanto, jamais atrasar o seu voo. Pelo contrário, a técnica serve-lhe para derramar ainda mais o seu estilo com uma liberdade fogosa, denotada, indómita. A pintura é, para ele, expansão de sentimentos fortes a que não falta rebeldia e uma autenticidade vigo­rosa, suada em insatisfação, uma insatisfação insaciável, devorante como a fideli­dade a si mesmo e aos seus motivos. Compreende-se bem que Ferreira de Castro tenha falado certo dia (como agora ouço dizer) desta insatisfação de Isolino Vaz: apreciava «Emigrantes», quadro que o romancista considerou admirável. Tão absor­vente é a arte para este artista que ele vem descurando, quase até ao exagero, os afãs que a outros seduzem. Aplaude-se, por isso, com a maior satisfação, a inicia­tiva desta «retrospectiva». Permite começar a situar Isolino Vaz e a sua obra dentro da moldura adequada, ou seja, no enquadramento que no-la torna admirável. Não apenas para o círculo restrito, também para o largo mundo.
Arsénio Mota

IRMÃ GABRIELA

óleo s/tela
55x46 cm
3.000.00€

Nasceu em 1926 na cidade da Beira, mantendo a nacionalidade portuguesa. Iniciou aos oito anos a sua preparação artística com a noção de uma responsabilidade que lhe era inata e da qual nunca mais se separou. Radicou-se, criança ainda, em Lisboa, onde frequentou e concluiu o Curso Geral dos Liceus. Muito conscientemente, em 1946, consagra-se a Deus na Congregação das Irmãs Doroteias.
Embora a expansão da arte não seja o carisma específico deste Instituto, tendo em conta esta vocação de artista, achou seu dever respeitá-la e proporcionar-lhe as condições adequadas para um trabalho sério em função de um Apostolado que, por ser Arte, é essencialmente espiritual. Teve por Mestres os Pintores Emmérico Hardwich Nunes e Domingos Rebelo, mantendo por muito mais tempo o contacto com este. Foi subsidiada pela Fundação Calouste Gulbenkian em viagens de estudo, com incidência em Paris –o berço do Impressionismo.
A pedido do público e do seu mestre e amigo Domingos Rebelo, expõe pela primeira vez em 1966, no Palácio – Foz, em Lisboa, com inteira aprovação da Superiora Provincial.
Com raras excepções, o seu movimento de Arte incide em Exposições Temáticas.


GILBERTO LOPES

“Ouro-Preto”
Óleo s/ tela
73x92 cm
1.500,00€
"Paisagem"
Técnica Mista
77x38 cm
1.000,00 €
“Paisagem Azul”

Óleo s/ tábua

71,5x90 cm
1.250,00 €

Nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1933. Com Francisco Macedo e Mendes da Silva estudou cerâmica e desenho na Escola Secundária “Passos Manuel”.
No II Salão de Educação Estética (Lisboa, 1949) são-lhe atribuídos prémios e menção honrosa. Nos anos 1951 a 1953 estuda desenho (modelo vivo) na Escola Superior de Belas Artes do Porto, com Joaquim Lopes e Dórdio Gomes.
Pratica desenho arquitectónico no atelier do Arq. Moura Costa.
Em 1954 muda-se par o Brasil. Pinta retratos e painéis murais (v.g. Seminário Santo António, Agudos, Bauru: 54m2). Dedica-se paralelamente ao “design” colaborando com Michel Arnoul, Francisco Tenreiro e Sérgio Rodrigues.
Em 1960 muda-se para Belo Horizonte onde realiza vários murais (Hotel Metrópole e residências particulares). Continua a dedicar-se à paisagem e ao retrato.
De 1962 a 1965 passa a viver no Rio de Janeiro, dedicando-se ao “design” e em decorações em residências particulares.
Em 1971 e 1973 participa nos 1.º e 2.º Salões Nacionais de Design.
Em 1981 expõe na Galeria “Roma e Pavia” (Porto).
Expõe individual e colectivamente em várias cidades do Brasil.
Em 1987 participa no IV Salão de Artes Plásticas do Rotary Club de V. N. Gaia.
Em 1990 expõe individualmente na Lóios Galeria (Porto).

GIGA COELHO

"Músicos"
Óleo s/tela
60x50 cm
1.000,00 €
 
Nasceu em Borba a 19 de Julho de 1945.
Autodidacta.

EXPOSIÇÕES COLECTIVAS
1979 – Grupo Desportivo do Pragal (Almada)
1980 – Centro Cultural de Borba
1981 – Galeria 21 de Faro
1985 – Junta de Freguesia da Trafaria
1986 – Junta de Freguesia da Trafaria
1986 – Cooperativa de Ensino do Laranjeiro (Almada)
1988 – Artistas Plásticos do Concelho do Seixal – Moinhos da Maré - Corroios – Seixal
1989 – ISCAL – Lisboa
1990 – ISCTE – Lisboa
1991 – Museu de Setúbal
1991 – Galeria Solução Arte – Estrada de Benfica – Lisboa
1992 – Câmara Municipal de Santiago do Cacém

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1983 – Casa do Alentejo – Lisboa
1984 – Restaurante Atalaia – Bairro Alto
1991 – Loja Municipal – Centro Comercial da Amora – Seixal
2005 - Clube Serpense (mês de Maio a Dezembro)
2006 – Galeria de Teatro – Cine de Pombal
2007 – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos

EXPOSIÇÕES PERMANENTES
2007 – Restaurante Molho Bico – Serpa
2007 – Estalagem S. Gens – Serpa

OUTROS TRABALHOS
1981 – Participa na formação do Centro Cultural de São Lourenço, com Marie e Volker Humbert – Almancil – Algarve
1982 – Organiza e ministra um curso de pintura com o apoio do Pelouro da Cultura da Câmara de Loulé.
1983 – Convidado por Nicolau Breyner e Thilo Krassman para trabalhar como artista Plástico na série televisiva Gente fina é outra coisa.
1985 – Organiza e ministra um curso de pintura com o apoio da Câmara Municipal de Borba, monta um atelier de escultura e pesquisa novas técnicas de trabalho sobre o mármore da região.
1986 – Organiza e ministra cursos de pintura nos concelhos de Almada e Seixal, com o apoio das respectivas Câmaras.
1988 – Ministra o curso de introdução à pintura na CMJ, com o apoio da Câmara Municipal do Seixal.
1998 – Construção de expositor sobre a forma de Gruta Paleolítica – Green’s Sauvage – Construção da replica da cascata Lu Foyi que brota sobre um afluente do rio Congo, atracção central do pavilhão da República Democrática do Congo na EXPO 98.
2000 – Ministra o curso de introdução a pintura e escultura em Serpa.
2002 – Monumentos Escultórico em homenagem ao Cantar Alentejano em Serpa.
2005/07 – Ministra cursos de introdução a pintura em Serpa.


FAUSTO MORILAS



Técnica Mista
60x73 cm
2.600,00 €
Técnica Mista
60x73 cm
2.600,00 €

"Composition de las Mansalas"
Óleo s/tela

60x73 cm
2.600,00 €

Expôs:
1977 – Centro Cultural Oliveirense – Valença
1982 – Galeria D’Arte Tossal – Alicante
1983 – Salão de Exposições – Múrcia
1987 – Galeria Algaria – Astúrias
– Galeria Alta Mina, Gijon
1988 – Casa da Cultura – Astúrias
– Galeria Avima – Alicante
1992 – Colectiva Outubro 92, “Juan de Juanes”, Galeria de Arte, Alicante.
– Exposições Itenerante da Província de Alicante
– V Bienal de Pintura “Elisa Tomás Yusti”
– Artistas temporada 91/92, “Juan de Juanes”, Galeria de Arte
1993 – Arte Jondion International, Cannes, França
– Arte Santander II Feira, Santander

ESPERANZA ASCENZI

“Jogos Arcaicos”
Óleo s/tela
69x58 cm
1.950,00 €
 
“Tatuagens”
Óleo s/tela
61x50 cm
1.950,00 €

"Guerreiro e Máscara"
Técnica Mista
73x60 cm
1.950,00 €
Óleo s/tela
61x50 cm
1.950,00 €
De pronto, cuando una "Nueva Realidad" se impuso, allá por los años ochenta, esa nueva realidad se encontró conque ahí estaba ya instalada Esperanza Asensi, alicantina fina.
Y, amén de fina, elegante, exquisita, dulce e irónica. Así en la vida como en el
arte, en el que se ha hecho un nombre con más arrestos que tiempo. La pintura de la Asensi es una pintura que se inspira en el pasado sin perder de vista el presente. Con una ventana abierta al mundo grecorromano y otra ventana abierta al disparatado mundo de nuestros días, Esperanza parece estar diciéndonos que ni aquéllo ni ésto, o que ni aquéllo está tan lejos ni ésto tan cerca, o que todo cambia porque todo permanece. Y todo esto que ella dice, en su pintura, se observa mejor cuando uno se instala frente al Mar de la Cultura, ese mar que nos lleva y que nos trae y que nos sobrevive porque es el único mar (pese a estar de siempre amenazado) que quedará cuando no haya mares, porque el Mediterráneo no es un mar más. Es El Mar. La Mare Nostrum. Nuestro mar. Esperanza Asensi se ha aprendido de memoria Grecia y Roma, toda Pompeya y toda Sicilia y toda Nápoles y todo lo etrusco. Y con ese material arcaico ha elaborado el vasto edificio de su "Neorrealismo Arcaico", nombre seguramente desmesurado pero que conviene para entendernos con ella, para saber dónde está la pintura y su pintura y dónde está el observador y la emoción. No es posible sentir indiferencia ante sus cuadros, porque nuestra "conciencia colectiva" se inclina ante ellos y se reconoce en lo pintado. El laberinto de Creta, los Bacos degustadores de uvas tiernas y vinos con boca de mujer, los guardianes de la Acrópolis, los hercúleos Hércules con su guardia de herculanos, los nuevos Edipos frente a la eterna esfinge y los complejos de siempre... todo eso que en otros sitios son páginas en los libros, en Alicante, donde la pintora vive, y en todo el levante español, son celebraciones cotidianas que se ponen en pie (fallas, carrozas, hogueras) a la pimera de cambio con motivo de cualquier festejo. La pintora pinta lo que siente, lo que vive, lo que sueña y lo que imagina. Y lo pinta con gracia y con ironía, con frescura y galanura, enmarcado en unos frisos que hablan bien a las claras de esa actividad debida a los antiguos que es la cerámica levantina. Un deleite de pintura, que alguien tachará de demasiado próxima a otros artistas que han ido a beber a la misma fuente clásica en la que bebe la alicantina.
A Adrián Espí Vallés: "Con qué tibia evocación se acerca la pintura de Esperanza al caudaloso oleajeinmenso placer- del Mediterráneo, padre de culturas y mensajero de historias de hombres y de dioses, de fuerzas extrañas y de locuras confusas. Con fulgor en el pincel, con amor hondo, con picardía encendida, con ironía inmensa".
Mario Antolín Paz: "Pintora de fuerte personalidad que realiza una obra figurativa de moderna concepción y paradójicamente plena de reminiscencias clásicas. Un delicado cromatismo, con predominio de ocres y tierras caracteriza una obra pictórica en la que la densidad matérica y la firme línea del dibujo juegan un importante papel".
B Catálogo exposición galería Juan de Juanes. Alicante, 1992.
Diccionario de pintores y escultores españoles del siglo XX. Forum Artis. Madrid, 1994.

ANN-ROCHAIX

 Aguarela
59x43 cm
900,00 €
Aguarela
37,5x26,5 cm
240,00€

Aguarelista francesa, com Atelier em Barbizon, dedicou-se a paisagens.
Esteve no Porto, nos anos noventa, a convite da Loios Galeria, onde pintou várias paisagens, que expôs posteriormente.

VICTOR SIL VA BARROS


“O que resta quando as vozes incomodas se extinguem”
Óleo s/tela
90x60 cm
3.000,00 €


Está representado em colecções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Holanda, Suíça, Alemanha, Bélgica, Estados Unidos e Rússia.
Individualmente apresentou mostras nos Museus de Ovar, Albano Sardoeira, Amarante, Martins Sarmento, Guimarães, Ramón Maria Aller, Lalin, e nas Galerias Picasso e 1990 d.c., Viana do Castelo, Árvore, Porto, Primeiro de Janeiro, Porto e Coimbra, Capitel, Leiria, Turismo, Caldelas, Povoa de Varzim, Chaves, Aveiro, Casa da Cultura, Fafe, Horizonte, Figueira da Foz, Convés, Aveiro, Orfeu, Androx e Caixa Vigo, Diputación Provincial de Lugo, Casa da Cultura de Orense, Centro Unesco, Porto, …
Em 1991, o Museu dos Biscaínhos de Braga dedica-lhe uma retrospectiva da obra dos anos 80.

Colectivamente participa em mostras em Viana do Castelo, Porto, Lisboa, Aveiro, Vila Nova de Famalicão, Ibiza, Bilbao, Burgos, Vigo, Santander, Valladolid, Madrid, Monte-Carlo, Tóquio, Okinawa, nara, fukuoka, Iangeac, Brioude, Rion, Chatel-Guyon, Puy-en Velay, Paris, Quebec, etc., salientando-se:
1981: “Inaugural Exhibition of the Japan International Artists Society”, Art Museum, Tóquio, “XV e XVII Grand Prix International d’Art Contemporain”, Monte-Carlo, “Biennale International Quebec/France”, Galerie Anima G, Quebec, “Ibizagrafic 74”, Museo de Arte Contemporaneo de Ibiza, “El Colectivo Androx”, Galeria Arlazon, Burgos e Galeria Millares, Madrid, “Salão dos Independentes, Paris, “Exposition International de Paris”, Galerie de Nesle, Paris, “IX Hall aux Toiles” Mairie du VI arrondissement, Paris, “I e II Exposições Colectivas da Cooperativa àrvore”, Porto, “Biennale International d’Auvergne”, Chatel-Guyon, “Arte Nuevo – Años 90”, Centro Cultural Galileo, Madrid, “II Prémio de Pintura Eixo Atlântico, “Casa das Artes, Vigo – itenerante Portugal, Galiza.
Entre 1968 e 1977 colabora em vários jornais nacionais com contos, poesia, textos teóricos e crítica de arte e trabalha igualmente como redactor nos jornais “República” e “Página Um”.
Foi co-fundador e director técnico das galerias Picasso e 1990 d.c. de Viana do Castelo e integrou júris de premiação da I a II Trienal Latina (Viana do Castelo e Puy-en-Velay.
Integrou os Colectivos “Androx” (Galiza) e 1990 d.c., de que foi coordenador.
Em 1988 publica “On Road”, colecção de textos de sua autoria inseridos em catálogos entre 1969 e 1988.
Exposições mais recentes:
Galeria Capitel, Leiria, 2006 – casa da Cultura, Fafe, 2006 – Antigos Paços do Concelho, Viana do Castelo, 2006 – galeria Almedina, Coimbra, 2007 – Sala de Exposições do Centro Social e Cultural de V. P. Âncora, 2009 – “Pontes Luso-Galaicas” Galeria Vieira Portuense, Porto – 2009 – “D’Art-Vez”, Casa das Artes, Arcos de Valdevez, 2009 – “Com Amadeu Costa, dês Anos Depois”, Museu do Traje, Viana do Castelo 2009 – “15ª Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas-Novas – 2009.

CÁSSIO MELLO

“Campino”
Óleo s/ tela
100x80 cm
13.400,00 €


Artista que se dedica há 40 ao aspecto mais belo da natureza: A VIDA. Pesquisa e traz para suas telas a beleza, a força e a liberdade da vida selvagem.
Especialista em arte equestre, o artista nascido na cidade de São Paulo, revelou-se excente ilustrador de publicidade na década de 60. Até 1974 dirigiu sua própria empresa de propaganda, passando a dedicar-se, então, à pintura de animais, tema que o consagrou como o mais importante artista da América do Sul.
Suas inúmeras obras estão inseridas nos acervos do Jockey Club do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Curitiba-PR, cidade que possui também obras do artista na Câmara Municipal, no Colégio Militar, na Polícia Militar, na Universidade Federal do Paraná. Cassio Mello recebeu troféus e medalhas de salões de arte realizados em São Paulo, na França (Medalha de Ouro no Centro George Pompidou em 1984) e Portugal (Medalha de Prata no Salão Espelho D´Àgua em Lisboa, 1985). Possui suas obras incluidas nos livros "Arte e Gastronomia do Paraná", "Agenda do Tombamento Histórico do Paraná", "Pintores Contemporâneos do Paraná", editados pelo Solar do Rosário e nos livros "Anuário CCCC - Ministério da Agricultura-1977", "O turf no Rio de Janeiro" e "150 anos do Jockey Club de São Paulo".
O cavalo é retratado pelo artista com competência e dedicação em todas as modalidades: competição, esporte, criação, trabalho, estimação, passeio. O incentivo para criar e produzir sua obra, retratando o belo e nobre animal, das diversas raças, o artista recebe dos mais ilustres criadores, proprietários e admiradores do cavalo de raça.
- Retratou 13 animais reprodutores para o Posto de Monta de Campinas - SP, Brasil.
- Possui obras no acervo da Sede Social (Centro) do Jockey Club de São Paulo, Brasil.
- Retratou Mossoró, primeiro vencedor do GPBrasil de 1933.
- Aparece em 13 verbetes no livro "150 anos do Jockey Club de São Paulo"
- Possui mais de 10 obras inseridas no livro "O turf no Rio de Janeiro".
- Capas de Revistas: "Puro Sangue Inglês", "Turf e Fomento" "Quarter Horse", "Appaloosa", "Árabe".
- Painel Comemorativo dos 150 anos da Polícia Militar do Paraná, Brasil.
- Painel Comemorativo no Colégio Militar de Curitiba, Paraná, Brasil.
Atualmente vivendo na cidade do Porto, Portugal, Cassio Mello sente-se honrado pelo reconhecimento ao seu trabalho, no Brasil e no exterior.
O artista faz parte, com exclusividade, do elenco da Galerista, Escritora de Arte, Nóris Bargeno-Brasil e da Galeria Vieira Portuense, Porto, Portugal. Homeneageado com diploma do Exército Brasileiro, pela criação e confecção do painel cerâmico comemorativo dos 200 anos do nascimento do Marechal Osório e painél comemorativo dos 150 anos da Polícia Militar do Paraná, Brasil. Há mais de 30 anos, exibe um rico curriculo como um dos mais importantes pintores na especialidade de retratar animais de raça pura e animais selvagens. Autor de obras que retratam os mais famosos cavalos da raça puro sangue-inglês para os mais importantes criadores de âmbito internacional. Obras no acervo das sedes do Jockey Club do Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba - Brasil e em colecionadores de paises da America Latina, Portugal, Inglaterra, Dubai, França (Midan).

FELIPE ALARCÓN ECHENIQUE

"MONOTIPIA DE MI hABANA (II)"
Serigrafia
100x70cm
2006
150,00€
Pintor, Grabador, Dibujante y escritor.
Nació en Ciudad de la Habana, el 21 de Marzo de 1966.
Graduado en la Academia de Bellas Artes “San Alejandro”.
Fundador de la Cátedra de Educación Artística (1987).
Impartió clases como profesor de Artes Plásticas (1987-1995 en Primaria y Secundaria Básica).
Cursó estudios en el Instituto Superior de Arte ‘José Varona’ (1995-1998) en Licenciatura de Educación Artística.
OBRAS EN PROPIEDAD
Obra propiedad del Museo de la Ciudad de la Habana-Vieja, La Habana (Cuba), 1995.
Obra propiedad del Hospital Oncológico de La Habana (Cuba), 1996.
Obra propiedad del Centro de Prensa Internacional, La Habana (Cuba).1997
Obra propiedad de la Embajada de Cuba en Madrid (España), 2002.
Obra propiedad del Grupo Dúplex en Barcelona (España), 2003.
Obra propiedad de ACEAS (Asociación Internacional de Artistas Plásticos) Barcelona, (España). 2003
Obra propiedad del Palacio de Congresos y Exposiciones de Madrid (España). 2004
Edición Gráfica propiedad de ARTE Y NATURALEZA, Madrid (España). 2005
Obra propiedad del Ayuntamiento de Baeza, Jaén. (España). 2006
Obra propiedad de Galería José Lorenzo, Santiago de Compostela (España).2005
Principales Exposiciones Individuales
2010 -Naturaleza, collage y tiempo. ‘Casa del Doncel’ Sigüenza, Guadalajara (España)
2009 -Naturaleza Sumergida. Muse de Arte Contemporáneo. Hellín, Albacete (España).
2007 -Isla al sur. Artrouge Gallery. Miami, Florida (Estados Unidos).
2006 -Estampas de un viejo recorrido. Galería Estamparte, Madrid (España).
2005 -Fantasías Superpuestas. Galería Nim Art Gallery, Madrid (España).
-Laberinto Dalí. Antiguo cuartel de Sementales. Baeza, Jaén (España).
-Retrospectiva II. Galería José Lorenzo, en el Hotel A.C. Palacio del Carmen, Santiago de Compostela (España).
2004 -Laberinto Dalí. Palacio de Congresos y Exposiciones. Madrid, (España).
2003 - Apropiaciones II. Sala Catarsis, Madrid (España).
- Apropiaciones. Macor Gallery de Majadahonda, Madrid (España).
2000 - Volando al futuro. Salón de Exposiciones de la Caja de Ahorros de Badajoz, Badajoz (España).
- Enigma del Encanto. Galería Biblioart, Badajoz (España).
- Imágenes de otro mundo II. Sala de exposiciones de Fidiculli, Sicilia (Italia).
1999 - Imágenes de otro mundo. Galería I’l Punto, Bolonia (Italia).
- Retablo inconfesable. Salón Solidaridad Hotel Habana Libre Tryp, La Habana (Cuba).
1998 - Imágenes. Hotel Firense, Verona (Italia).
- Concierto a la Luna. Sala Catarsis, Madrid (España). - Enigma del Encanto. Casa Africa, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
- Mundo onírico. Galería Orígenes, Gran Teatro de La Habana. (Cuba).
1997 - Poesías en Tinta. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
- Imágenes realismo mágico. Galería Pamil, San Juan (Puerto Rico).
- Danzando desnudo. Agencia de Seguros Fleming, (Reino Unido).
- Espejos fabulados. Hotel Nacional, La Habana (Cuba).
1996 - Filigrana, mujer y color. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
- Imágenes y futuro. Hotel Sevilla, La Habana (Cuba). - Eterna la Pintura. Casa de la Cultura en Casablanca, La Habana (Cuba). - Momentos. Casa Guayasamín, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba). - Retrospectiva. Galería Mirarte, C.P.I. (Centro de Prensa Internacional) La Habana, (Cuba). - Universo de Formas. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
1995 - Búsqueda II. Sala de la Biblioteca Provincial Rubén Martínez Villena, La Habana (Cuba).
1994 - Buscar. Casa de la Cultura de la Habana Vieja, La Habana (Cuba).
1986 - Búsqueda I. Sala de la Biblioteca Provincial Rubén Martínez Villena, La Habana (Cuba).
Principales Exposiciones Colectivas
2010 -Exposición ‘Unidos por el Arte’, Villavieja del Lozoya, Mardrid(España).
2009 -Feria Internacional (Mayo), Shangai, China
-Feria Internacional (Septiembre), Shangai, China.
-Exposición Internacional ' El instante y la diversidad', Villavieja del Lozoya, Madrid (España).
-Exposición 'El Doncel', Sigüenza, Guadalajara (España)
2006 -Exposición “Latinoamericana 2006”, Toronto (Canadá).
-Exposición “Certamen Lorenzo Aguirre”, Madrid (España).
-Exposición colectiva de Obra Gráfica en el Centro de Diseño, Madrid (España).
-VII Bienal de Dibujo ‘Villa Campo de Criptana’ Ciudad Real (España).
2005 - Exposición “Sensaciones Latinas”. Miami, Florida (USA).
- Exposición “Show Art Imágenes Alfa”. Miami, Florida (USA).
- Exposición Certamen ‘El Quijote’, Centro Dotacional Integrado, Madrid (España).
- Exposición Agencia Periodística CID. Buenos Aires, (Argentina)
- Estampa 2005. (Galería Galiano de Cuba). Madrid (España).
- Exposición en Galería Estamparte. Madrid (España).
- Exposición colectiva en Galería Cebriart. Barcelona (España).
2004 - Colectiva en Casa Batlló, Barcelona (España).
- II Bienal de Artes Plásticas, Málaga y su entorno. Málaga (España)
- Exposición colectiva, I Certamen Nacional de Pintura Torrejón de Ardoz. Madrid (España).
- Exposición colectiva ( Tema Madrid) ‘Junta Municipal de Arganzuela-Casa del Reloj’. Madrid (España).
- Exposición colectiva ‘Centro Cultural La Quinta del Berro’, Madrid, (España).
- Colectiva en Galeria Segle XXI. Ripollet, Barcelona. (España).
- II Salón Internacional de Pequeño Formato de ACEAS. Barcelona, (España).
- Exposición colectiva (Tema Dalí) ‘Junta Municipal de Arganzuela-Casa del Reloj’. Madrid, (España).
- LXII Concurso de Dibujo Fundación Ynglada-Guillot. Barcelona, (España).
2003 - Gran Coleccionable. Sala Catarsis. Madrid. (España).
- XIII Salón Internacional de ACEAS. Barcelona. (España).
- XII Salón Internacional de ACEAS. Barcelona. (España).
- I Salón Internacional de Pequeño Formato de ACEAS. Barcelona, (España).
- Nouvelles Tendences figuratives. Galería Artitude, Paris. (Francia).
- Tendences surréalistes et fantastiques. Galería Artitude, París. (Francia).
- II Bienal de Miami Shores Village, Miami, Florida (USA).
- Exposición colectiva ‘Lo cubano’. ‘The Gallery’, Miami, Florida (Estados Unidos).
- LXI Concurso de Dibujo Fundación Ynglada-Guillot. Barcelona, (España).
2002 - Maneras de Hacer Mundo. La Rábida, Huelva (España). - F.A.I.M. Feria de Arte Independiente de Madrid, Madrid (España).
2001 - Galería ‘Achearte’. Madrid (España).
2000 - Galería ‘Abel’. Madrid (España).
1999 - IV Salón de Arte Erótico. Casa de la Cultura de Alamar, La Habana (Cuba).
1998 - Hideky Minematsu- Felipe Alarcón. Sala Catarsis, Madrid (España).
- Muestra de dos mundos. Galería Claudio Coello, Madrid (España).
- Relaciones. Galería I’I Punto, Bolonia (Italia). - Configuraciones. Galería de Arte Contemporáneo, Roma (Italia).
1997 - Patinas y Figuraciones. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba). - Subasta de Otoño. Galería Imago, Gran Teatro de La Habana (Cuba). - Cuba Hoy. Hyatt Regency Hotel, (Guatemala). - Subasta de Primavera. Galería Imago, Gran Teatro de La Habana (Cuba). - Afrocuba. Casa de África, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
1996 - Reflejos. Casa de África, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
- Sinfonía para ocho. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
1995 - Festival del Caribe. Galería Zaguán, Santiago de Cuba (Cuba). - Muestra Internacional del Festival del Caribe. Galería Oriente, Santiago de Cuba (Cuba).
Principales Premios
2006 - Premio de Honor Artista Latino, Galería Artexpresión (Miami).USA
- Primer Premio de Dibujo de la A.E.P.E (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid) en el Certamen Lorenzo Aguirre.Madrid (España).
2005 - Mención de Honor, Revista Iberoamericana de Arte de USA. Miami, Florida. (USA).
- Tercer Premio de Dibujo en el Primer Certamen de Valdescorriel, Zamora (España).
- Mención de Honor de The Cove Rincón Int’l. Miami, Florida. (USA).
- Segundo Premio de AEPE (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid) en el Certamen de Artes Plásticas ‘Tema Quijote’, Madrid (España)
2004 - Primer Premio de AEPE (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid), en el Certamen de Pintura ‘Tema Dalí’. JuntaMunicipal de Arganzuela, Madrid (España).
- Primer Premio al Artista Extranjero en el II Salón Internacional de Pequeño Formato en ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona) España.
2003 - Gran Premio en el XIII Salón Internacional de ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
- Premio Alfonso Arana. Asociación Internacional de Plástica Latina. Francia.
- Primer Premio de Técnica Mixta en el I Salón Internacional de Pequeño Formato en ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
- Primer Premio de Dibujo Creativo en el XII Salón Internacional de ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
1999 - Finalista del LXVI Salón de Otoño de Madrid. Madrid (España).
1998 - Premio Copa Zeus. Roma (Italia).
1996 - Finalista del Salón Fayad Jamis. Casa de la Cultura de Alamar, La Habana (Cuba).
1987 - Premio 150 Aniversario de Máximo Gómez. Museo de la Ciudad, La Habana (Cuba).
1983 - Premio Salón San Alejandro. Escuela de Bellas Artes, La Habana (Cuba).
1981 - Mención Salón San Alejandro. Escuela de Bellas Artes, La Habana (Cuba).
1977 - Premio por la Solidaridad. Embajada de la Unión Soviética, La Habana (Cuba).
1975 - Premio por la Paz. Embajada de la India, La Habana (Cuba).
- Premio Tránsito. P. N. R. La Habana (Cuba).

JOSÉ PROJECTO


“Pombo-trocaz “
Tinta da china (sobre papel +/- A4)
450,00 €
 
Nasceu em Évora/Portugal a 17 de Março de 1962.Começou por ilustrar fanzines e pequenas histórias de Banda Desenhada editadas no “Mundo de Aventuras”, “Selecções”, entre outros. Publicou o seu primeiro álbum de B.D., intitulado “Giraldo-o-sem-pavor”em 1984. Interrompendo a sua licenciatura em Belas Artes que iniciou em 1982, trabalhou como ilustrador para o actual Instituto da Conservação da Natureza. Simultaneamente começa a trabalhar com os Correios de Portugal e Tecnologia das Comunicações ilustrando diversos originais filatélicos para Portugal; Madeira, Açores, Angola e Guiné-Bissau que se encontram divulgados em diversos países. Abandona por nove anos as suas funções no ICN para se dedicar inteiramente à pintura e ilustração. Em 1992 o conjunto de selos portugueses da sua autoria, alusivos à conferência das Nações Unidas, ECO 92, é distinguido com o prémio internacional do mais belo selo dedicado ao ambiente. Das várias instituições com que colaborou(a), destacam-se, Concelho da Europa, WWF (World Wild Foundation), Parc Naturel des Ecrins, Birdlife International (EBCC- European Breeding Birds), FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens) e recentemente, ANF (Artists for Nature Foundation). Desenvolve por sua iniciativa várias acções de educação ambiental. Actualmente para além de ilustrar, continua pintando cenas particulares da nossa fauna, onde procura transmitir pelo realismo do seu trabalho o esplendor da natureza, infelizmente ainda ausente na consciência de muitos nós.

sábado, 14 de abril de 2012

JÚLIA FERNANDES

Óleo s/ Papel
29x24 cm
275,00

Nasceu em 1961, na freguesia de Paços, concelho de Melgaço, distrito de Viana do Castelo.
É autodidacta na área da pintura, iniciou o seu percurso artístico no ano de 1996.
Em 2004, frequentou o Curso Livre de Pintura orientado pelo Professor Carlos Dias, na Cooperativa Árvore – Porto e o Curso de Técnicas de Pintura orientado pela Professora Paula Soares, no Museu Soares dos Reis – Porto.
Reside no Porto, com domicílio necessário em Santarém.

Exposições realizadas

Colectivas
·          Julho de 1996 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 1997 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 1998 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 1999 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 2000 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 2001 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Março de 2005 – Labmed – Av.ª de França – Porto
·           Julho de 2005 – Casa dos Açores – Porto
·           Novembro de 2005 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Novembro de 2006 – Lugar do Vinho – Porto
·          Abril de 2007 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Março de 2008 – Woodhouse in Arte
·          Abril de 2008 – Quinzena do Ambiente – Águeda
·          Maio de 2008 – Fórum Vallis Longus – Valongo
·          Junho de 2008 – Galeria Arte no Cais – Porto
·          Novembro de 2008 - Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Dezembro de 2010 – Casa do Brasil - Santarém

Individuais
·           Fevereiro de 2001 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·           Fevereiro de 2005 – Café com Livros – Valença do Minho
·           Abril de 2005 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·           Dezembro de 2005 – Café com Livros – Valença
·          Janeiro de 2006 – Câmara Municipal – Peso da Régua
·          Abril de 2006 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Junho de 2006 – Galeria Lucília Guimarães - Guimarães
·          Outubro de 2006 – IPJ de Vila Real
·          Dezembro de 2006 – IPJ de Viana do Castelo
·          Maio de 2007 - Galeria Lucília Guimarães - Guimarães
·          Junho de 2007 – Câmara Municipal de Ponte da Barca
·          Julho de 2007 – Posto de Turismo de Esposende
·          Setembro de 2007 – Casa da Cultura de Miranda do Douro
·          Novembro de 2007 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Junho de 2008 – Biblioteca Municipal de Barcelos – Barcelos
·          Setembro de 2008 – Biblioteca Municipal de Moimenta da Beira - Moimenta da Beira
·          Novembro de 2008 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Maio de 2009 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Abril de 2010 – Solar do Alvarinho – Melgaço


Outras Participações
2004 – Participou na elaboração e lançamento do livro 2004, Gatafunhos, Edição Particular, com desenho e poesia

2005 – Participou na ilustração de uma colecção de postais de Natal

2009 – Participou num leilão de arte - iniciativa da “Associação Amigos da Paradinha” – Alvarenga – Tarouca


Publicações

2008 - O livro “Passeios Interiores” que integra poesia e pintura da artista.


Representação

- Representada em colecções privadas em Portugal, Espanha, França e Estados Unidos da América e em instituições públicas – Câmaras Municipais, Governo Civil de Vila Real, IPMDL, Instituto da Juventude de Viana do Castelo e Junta de Turismo de Esposende -, assim como a colecção de alguns galeristas.
- Integra o espólio de um coleccionador particular de arte.


LUÍS SOARES

Serigrafia
65x25,5 cm
450,00 €

Serigrafia
70.5x107 cm
450,00 €
"Máscaras"
Acrílico s/papel de linho e algodão feito à mão "meirat"
70x87 cm
2.500,00


Nasceu em Maputo - Moçambique em 1952.
Expõe desde 1968.


Exposições individuais mais recentes – selecção:

1987 - Galeria Berruet - Logroño - Espanha; Art Jonction 87 - Nice - França; Lineart 87 - Gent - Bélgica; Galery Pettersson - Tonsberg - Noruega.
1988 - Waterside Center - Norfolk -EUA; Galery Pettersson - Tonsberg - Noruega; Galerie Place Des Arts - Montepellier - França; Galeria Portimão - Portimão; Galeria Androx - Vigo - Espanha; Art jonction 88 - nice - França; Lineart 88- Gent - Bélgica .
1989 - Art London 89 - Londres - Inglaterra; Galeria Viragem - Cascais ; Galeria Roca - Marinha Grande; Artexpo 89 - Nova Iorque - EUA; Tibury's Art Gallery - Sint-Truiden - Bélgica; Galerie Gijzenrooi - Geldrop - Holanda; Lineart 89 - Gent - Bélgica.

1990 - Art Frankfurt 90 - Alemanha; Atelier 22 - Antuérpia - Bélgica; Artexpo 90 - Nova Iorque - Los Angeles - EUA; Galeria Portimão - Portimão; Galerie Gijzenrooi - Geldrop - Holanda; Lineart 90 - Gent – Bélgica.
1991 - Art Frankfurt 91 - Alemanha; Artexpo 91 - Nova Iorque - Los Angeles - EUA; Museu de Francisco Tavares Proença Júnior - Castelo Branco; Museu de Grão Vasco - Viseu; Accent on Art Gallery - W. Hollywood - EUA; Vincent Higk - Bolland - Bélgica; Galerie du Château Motin - Hannut - Bélgica; Galerie Guller - Marche En Famenne - Bélgica; Washer Gallery - Bruxelas - Bélgica; Galeria Portimão - Portimão; Lineart 91 - Gent - Bélgica; Gal. Callejon de La Parra - Cartagena - Espanha.

1992 - Galerie L'art Du Temps - Verviers - Bélgica; Fundação Dionísio e Alice Pinheiro - Águeda; Art Stockholm 92 - Suécia; Art Expo 92 - Nova Iorque - Los Angeles - EUA; Galeria Androx - Vigo - Espanha; Europ'art 92 - Genebra - Suiça; Galeria Portimão - Portimão; Museu de Aveiro - Aveiro; Lineart 92 - Gent - Bélgica; Art La 92 - Los Angeles - EUA; Art Hamburg 92 - Alemanha.
1993 - Art Miami 93 - Miami - EUA; Wizo Art Show 93 - Miami - EUA; Lóios Galeria - Porto; Europ'art 93 - Genebra - Suiça; Art Jonction 93 - Cannes - França; Art Fiera 93 - Bolonha - Itália; Artexpo 93 - Nova Iorque - EUA; Lineart 93 - Gent – Bélgica.
1994 - Art Miami 94 - Miami - EUA; Europ'art 94 - Genebra - Suiça; Art Jonction 94 - Cannes - França; Lineart 94 - Gent - Bélgica; Galeria Berruet - Logroño - Espanha; Art La 94 - Los Angeles - EUA.
1995 - Art Miami 95 - Miami - EUA; Saga 95 - Paris - França; Lineart 95 - Gent - Bélgica;
1996 - Art Miami 96 - Miami - EUA; Europ'art 96 - Genebra - Suiça; Art Jonction 96 - Cannes - França; Lineart 96 - Gent - Bélgica; Galeria Jn - Galeria de Arte Virtual; Galeria Belo Belo - Braga; Art La 96 - Los Angeles - EUA.
1997 - Art Miami 97 - Miami - EUA; A Galeria - Sintra; ArtExpo 97 - New York – EUA; Lineart 97 - Gent – Bélgica; Europ'art 97 - Genebra - Suiça; Galeria de Arte L.C.R. – Sintra; Art La 97 - Los Angeles - EUA.
1998 - Art Miami 98 - Miami - EUA; Europ'art 98 - Genebra - Suiça; ArtExpo 98 - New York - EUA.; Lineart 97 - Gent – Bélgica.
1999 - Art Miami 99 - Miami - EUA; Europ'art 99 - Genebra - Suiça; ArtExpo 99 - New York - EUA.
2000 - Europ'art 2000 - Genebra - Suiça; Artexpo 2001 - Nova Iorque - EUA; Lineart 2001 - Gent – Bélgica.
2001 - Art- Miami 2001 - Miami - EUA; Artexpo 2001 - Nova Iorque - EUA; Espaço Lóios – Porto; Lineart 2001 - Gent - Bélgica; Art La 2001 - Los Angeles - EUA.
2002 - Art- Miami 202 - Miami - EUA; Artexpo 2002 - Nova Iorque - EUA; Espaço Lóios - Porto; Lineart 2002 - Gent - Bélgica; Art La 2002 - Los Angeles - EUA.
2003 - Ateneo - Marid - Espanha; Espaço Lóios - Porto; Lineart 2003 - Gent - Bélgica;
2004 - Artexpo 2004 - Nova Iorque - EUA; Lineart 2004 - Gent - Bélgica; Galeria OSBORNE - Malpica - Toledo.
2005 - Art- Miami 2005 - Miami - EUA; Artexpo 2005 - Nova Iorque – EUA.
2006 - Artexpo 2006 - Nova Iorque - EUA;
   
Ao longo destes anos, participou em mais de quinhentas e cinquenta exposições colectivas em todo o mundo.