terça-feira, 17 de abril de 2012

PEDRO BUENO SANTO

"TOURADA"
técnica mista
81x100 cm
1.900,00 €

"Ponte de Amarante"
Óleo s/tela
73x92 xm
1.800,00 €

Nasce na Corunha em 29 de Novembro de 1952. De formação autodidacta as suas primeiras exposições datam de 1978, sendo as mais importantes as ocorridas em Hogar juvenis de Noia (Corunha), Ayuntamiento de Corunha, e clube náutico de Portosin. No mesmo ano é galardoado com o 2º premio de pintura Concello de Cambre com a obra intitulada “ Tres versiones para una plancha.”
1979 – Expõe de forma individual na galeria de arte Brétema e na trattoria Fratelli da Corunha, também no mesmo ano realiza várias exposições colectivas por diversas populações da província.
No ano 1980 participa nos certames II Bienal de pintura cidade de Mondoñedo, onde consegue o 1º Prémio com o quadro titulado “Eclosión” e o 1º prémio de arte Fundação Araguaney onde é finalista. Durante os seguintes meses deste ano participa em diversas exposições individuais e colectivas.
1981 e 1982 expõe frequentemente de maneira colectiva, sendo a exposição mais importante a realizada no 7º salão de arte celta em Lorraine (Bretanha, França).
Em 1984 juntamente com outros artistas, dos quais podemos destacar a Gancedo, José Luís Vasconcellos, Ramón Manzano, Nito D`avila, Xoxé Cobas, etc. funda o grupo “Desnível” organizando diversos actos culturais por diversas cidades da comunidade galega. Em Março do mesmo ano edita a revista de arte que leva o mesmo nome que o grupo, sendo seu maior impulsor o pintor madrileno Francisco Rojas.
1985 – exposições na galeria Bellas Artes de León, homenagem a quatro figuras galegas na sala de exposições da Delegação de cultura da Corunha e várias com o grupo “Desnível”.
No ano de 1986 ingressa como professor de desenho no colégio Salesiano da Corunha, expõe na Associação de artistas e participa no “III Certame de pintura do Concelho de Cambre”.
Do ano 1987 ao de 1989, colabora como desenhador no caderno de economia para La Voz de Galicia. De maneira conjunta expõe em homenagem à Maternidade na Estação Marítima da Corunha.
1990 – Exposições na sala da Associação de Artistas da Corunha e no 7º certame de pintura do Concelho de Cambre. Durante os anos 1991 e 1992 por falta de motivação não tem nenhuma actividade artística.
Em 1993 participa no III certame de artes plásticas “Isaac Díaz Pardo” onde lhe é concedido o prémio aquisição à obra titulada “Bodegón en cristal”; no mesmo ano expõe na Estação Marítima, (Corunha), Museu Carlos Maside de O Castro (Sada), e na galeria de arte Arte Imagen, (Corunha).
No ano 1994 realiza várias exposições individuais e colectivas, participa no concurso de cartazes “Deporte para todos” organizado pela Diputación da Corunha onde é selecciona a sua obra que se expõe por toda a província da Corunha.
1995 – Exposições em Vigo na sala do BBV, Casino do Atlântico, galeria Arte Imagem, e Hotel Trip Maria Pita.
1996 – Concorre ao VII certame de pintura Bello Piñeiro, obtendo o 1º Prémio com a obra titulada “As Pardiñas”, também participa no I Salão de Outono da Real Academia Galega de BBAA Nossa Sª do Rosário com a obra “ La danza, aquelarre” sendo seleccionado, mesmo assim vai a Córdoba e participa no certame “Maestro Mateo” com a obra “David” sendo também seleccionado. Exposições na Casa CHARRI (Oleiros), Casino do Atlético e Palácio de Congressos, “Supermercado da arte” Madrid e Corunha, organizada por American Prints, Sporting Club Casino e a galeria de arte Obelisco da Corunha.
1998 – Realiza para a sociedade “Clube do Mar de San Amaro” o mural “Adormideras” e também o mural “El café” para a cafetaria “Café de Carlos”. Colabora no instituto de Someso da Corunha numas “Xornadas artísticas” para alunos de 3º curso de F.P.2 e 1º, 2º e 3º de E.S.O. Participa no II Salão de Outono de pintura Academia Gallega de BBAA Nª Sª do Rosário com a obra “Entre choqueiros y peliqueiros” (Entrudo) sendo finalista. Expõe na Associação Nike, Americam Prints, Bilbao, galeria Obelisco, galeria Alameda Vigo.
1999 – Neste ano é incluído na Grande Enciclopédia Galega. Expõe de forma individual na galera José Lorenzo de Santiago de Compostela, Casa de Galicia Xunta de Galicia Madrid, Casa de cultura de Ribeira, Corunha, e de forma colectiva Pontevedra com Centroamérica, associação Nike, galeria Alameda em Vigo, Centro sociocultural de Vite em Santiago de Compostela, American Prints, e participa nos certames de pintura do Palácio de Congressos sendo-lhe concedida a menção especial com o quadro “Sacerdotisa” e certame de pintura rápida Villa de Olme sendo-lhe concedida a menção de honra.
2.000 – Exposições individuais no Ayuntamiento da Corunha, Casino do Atlântico, e colectivas com o grupo Nike, American Prints em Vigo. Participa no III Salão de Outono de pintura da Real Academia Gallega de BBAA Nª Sª do Rosário com o quadro “Tauromaquia”.
2001 – Coincidindo com a feira taurina da Corunha expõe no hotel Trip Maria Pita a colecção “Tauromaquia”.Neste mesmo ano, colabora com o Círculo Lírico Calderón, realizando o cartaz para “La verbena de la paloma”.
2.002 – Neste ano expõe na sala de “Amigos dos museos de Galicia” (Portas Ártabras), onde apresenta a série “ O entreoido “ e nas galerias Casa del libro de Vigo e galeria La campana de Santiago de Compostela, também de forma colectiva expõe “El paisaje, puntos de vista” na galeria Trebellar da Corunha e “Santiago mar adentro” na galeria La Campana, Santiago de Compostela. Em Agosto deste ano é incluído no dicionário de pintores e escultores espanhóis do século XX. Participa no XX certame de pintura rápida Cidade de Lugo, onde lhe é concedido o 2º prémio. Também participa no certame de pintura Vila de Cedería onde também lhe é concedido o 2º prémio.
2003 – Com os pintores José Luis López Vasconcellos e Folgueira funda o Grupo “Mamoa”. Exposições colectivas na galeria Trebellar, Corunha, Salão galego de gastronomia e turismo “ Espourénse “,” Costa da morte horizonte de vida “ Hostal de los Reyes Católicos, Santiago de Compostela,Casino do atlântico.É incluído no Guia de artistas de Galicia, editado pela Xunta de Galicia. Colabora como comentarista com a revista de arte Arte Galicia século XXI.
2004- Expõe no Clubfinanciero Atlántico na colectiva de natal e passa grande parte deste ano preparando o projecto para decorar os murais do antigo edifício do Clube do Mar de San Amaro da Corunha.
2005- Começa a trabalhar nas fachadas do Clube do Mar de San Amaro os murais “Marenostrum” e ao mesmo tempo expõe de forma individual no Casino do Atlântico e na galeria de arte Lucía López da Corunha.É convidado pela Deputação provincial da Corunha a participar noI ENCONTRO COA PINTURA- que se desenvolve nol Pazo de Mariñan, no qual se encontra com outros artistas tais como Alfonso Costa, Carpo, Dorda, Babío Sabio, Noemí Otamendi, Jaime Galdeano, Patinha, Manuel Romero, Cobas, Manuel Gandullo Etc. E com poetas da estirpe de Carlos Pereira, Xulio Valcarce e Eva Veiga; Compartilhando com eles umas jornadas artísticas inolvidáveis. Em Setembro deste mesmo ano termina os trabalhos dos murais do Clube do Mar.Participa com a Galeria de Arte Pablo Ruiz de Málaga na 7ª feria internacional de Arte "Immagina" em Reggio Emilia, Itália
2006- É incluído no dicionário Internacional de Arte e Literatura Contemporânea. Participa no II ENCONTRO COA PINTURA - que se volta a celebrar no Pazo de Mariñan. Em Maio deste mesmo ano expõe na Galeria de Arte “Arte Idea” de Ferrol, participa com seus alunos numa exposição colectiva na sala de exposições da biblioteca pública González Garcés da Corunha.Em Março deste mesmo ano é galardoado no IX certame de artes plásticas “Isaac Díaz Pardo “com o prémio aquisição com a obra “La espera “.No mês de Abril participa na feira internacional de arte “Art-Holland” em Haya – Holanda. Organiza em colaboração com a Câmara oficial mineira da Galiza o I Certame de pintura rápida em explorações mineiras da Galiza, que se celebra nos terrenos recuperados das minas de carvão de Endesa em As Pontes de García Rodrigues. Também é convidado pelo Ayuntamiento de La Alberca em colaboração com a Diputación de Salamanca a participar no “ III ENCUENTRO INTERNACIONAL DE PINTORES DE LA ALBERCA “ que se celebra entre os dias 18 a 23 do mês de Setembro. Com o quadro “El espíritu de Mariñan” participa no VI Salão de Outono de pintura da Real Academia Galega de BB.AA. Nª Sª do Rosário, onde lhe é concedido o 3º premio.
2 007 – Participa no II certame de pintura jovem galega patrocinado por El Corte Ingles, com o quadro “Carnamascarada” sendo finalista com menção.Com o titulo de Mariñan 5 x 5, expõe com Alfonso Costa, Manuel Gandullo, Celestino Poza e Xosé Vázquez de forma colectiva na faculdade de BB.AA. de Pontevedra e diversos municípios da Corunha.De modo individual projecta para este mesmo ano as exposições de Casino do Atlântico da Corunha e a do Liceu de Noia. Participa no III ENCONTRO COA PINTURA E A POESIA, organizada pela Diputación da Corunha no Pazo de Mariñan, e no II ENCONTRO COA ARTE, LEMBRANDO A CUNQUEIRO, organizada pelo Concello de Brión durante os dias 8,9 y 10 de Junho. No mês de Julho deste mesmo ano começa com a segunda fase dos murais do Clube do Mar, esta segunda fase localizada na fachada da cafetaria, realiza-a com a técnica do mosaico, mesclando diversos tipos de peças tanto em tamanho como em cor, conseguindo com isso uns interessantes efeitos de luz e volume.No mês de Outubro conclui a primeira fase dos mosaicos do Clube do Mar.

JUAN CIDRÁS

Acrílico s/ tela
39x46 cm
400,00 €
 
Acrílico s/ tela
46,5x51,5 cm
400,00 €
Acrílico s/ tela
46,5x51,5 cm
400,00 €
 
Acrílico s/ tela
73x86 cm
700,00 €
Acrílico s/ tela
60x69 cm
400,00 €
Acrílico s/ tela
60x69 cm
400,00 €
Acrílico s/ tela
92x73 cm
700,00€

Técnica Mista
105x105 cm
1.000,00€

Falces. Navarra, 1950-1992

INDIVIDUALES (Selección)
1992 Galería Loios, Oporto
1993 Galería VDV, Milán
Galería Xeito, Madrid
1994 Palacete Dos Mendoza, Pontevedra
Galería Loios, Portugal
1995 Galería Volter, Orense
2001 “Plástico Apretado”, Galería Sagardelos, Santiago Compostela

EXPOSICIONES COLECTIVAS (Selección)
1990 Galería Millares, Madrid
1991 “Memoria dunha década”, Bienal de Arte de Pontevedra
1994 IV Mostra Unión Fenosa, A Coruña
1996 VI Interbienais Vilanova de Cerveira, Portugal
1998 AAF’98 Ljubljana, Eslovenia
Art Múltiple’98, Düsseldorf
Art-Jonction, Cannes
2000 Generación 2000, Caja Madrid. Itinerante
Real Jardín Botánico, Madrid
Sala de Exposiciones de Caja Madrid, Barcelona
Sala Municipal de Exposiciones Museo de La Pasión.Valladolid
Casa de La Provincia, Sevilla
Centro Cultural La Beneficencia, Valencia
2001 Premio de Arte Emergente Estación Marítima, A Coruña
VII Mostra Unión Fenosa, A Coruña
XVII Premio de Pintura L’Oréal, Centro Conde Duque, Madrid
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Movimiento Androx
ANDROX, griego de origen, es la invitación, no al vals, no al delirio, no a los astros viajeros; es la invitación a todo, la emancipación de todo, el libre albedrío de todo, con tal de que nos diga algo plasticamente viable, o discutible, o pensante, o que haga pensar, o fruncir el ceño ... " El ceño serenar de faz severa".
Este grupo, o mejor Antigrupo, ya que cada uno campa a su repetuosidad, se compone de SIETE plásticos, escultores y pintores, portugués uno, los demas recreados en nuestro Noroeste. Allí todos son todos y cada cual. Les une la misma llama, el mismo fósforo, la misma fatalidad, el mismo anillamiento al ensueño, la misma pasión estelar. Pero la expresión esterna, la piel y la entraña de su quehacer son otros, son de cada uno y no cabe confundirlos ni en cuanto a nombre ni en cuanto a realización.
Podría unirlos el hecho de haber nacido en su siglo y comulgar en cuanto este significa de rebelde, de insólito, de "misterioso". Yo diría que les une la pasión del "mixterio", de la letra X. Es decir, del todo y de la nada. Del glorioso absurdo.

De la angélilca nada. De todos los imposibles que el arte de hoy quiere hacer posible.
No hay influencias ajenas. Hay coincidencias en el tiempo en el espacio.
Podría hablarse de Chirico, de Dalí, de Pollock, de Henry moore, de Tanguy, de otros. Pero interesa más en estos francotiradores, lo que ponen de si-mismo, la apuesta que ponen en juego "El cero contra el Alma" que lo pudieran evocar de los demás.

Escultor ANDRADE: Entre Isla de Páscua y los hititas. ALVAREZ DOMINGUEZ; Entre las musas Inquietantes y cierto heroismo renacentista a lo piero de la Francesca. VICTOR BARROS: Espectros de seres y de objetos, palacio y desván. CIDRAS: "Me sirve de modelo tu trabajo, las cosas mas pequeñas, tu figura, préstamelas". Ejemplo de modestia y delicadeza. LAREO: Las Talópidas, Invocaciones horadadas, campeantes, motorizadas. FINO LORENZO: Su majestad la acuarela. Su obra parece ser de las más prometedoras pero con un Don para la transparencia y la pulsación justa que hace de estos veintiseis años de pontevedrés una realidad sugestiva. ROSA QUICLER: Diversa, imaginativa, e imaginaria, sembrada de horror y de nieve, de monstruos, de estalactitas, de edenes, de inocencia, de intuiciones lumínicas de llamas, carnavales y demonios, está tan lejos de Goya como de Pollock, mentiras vestidas con flores de cieno, ríen su risa de búhos, ahogando los gritos del miedo, "dicho con palabras de la pintora".
D. Ramón Faraldo

JOAQUIM LOPES

"Almeida Garrett"
Tinta-da-china"
19x12 cm
1.800,00 €

Joaquim Francisco Lopes nasceu na Rua Bela, no lugar da Ilha, freguesia de Vilar do Paraíso do concelho de Vila Nova de Gaia, em 23 de Abril de 1886. Era um dos oito filhos do casal José Francisco Lopes, trabalhador da construção civil, e Olívia Pereira.
Devido às dificuldades económicas da família, Joaquim foi educado pela avó paterna, que lhe proporcionou uma vida menos árdua do que a dos irmãos.
Após frequentar os estudos primários, durante os quais se manifestou a sua vocação artística, o tio José pô-lo a trabalhar numa serralharia em Gaia, propriedade de Manuel Correia, onde lhe foi confiada a tarefa de pintar ornamentos de cofres.
Por essa altura, foi aconselhado a ingressar na Escola Industrial Passos Manuel, onde estudou Desenho, Pintura e Modelação e na qual terminou os estudos com a classificação de 20 valores, em 1906. Neste estabelecimento de ensino aprendeu cerâmica, o que lhe permitiu vir a trabalhar mais tarde em fábricas deste ramo, em Vila Nova de Gaia (Cavaco, Carvalhinho, Agueiro, etc.).
Seguidamente, inscreveu-se no curso de Pintura da Academia Portuense de Belas Artes, onde foi aluno de João Marques de Oliveira e de José de Brito. Nesta escola, teve por colegas outros artistas gaienses, como Diogo de Macedo, Henrique Moreira, Joaquim Martins, Manuel Marques e António de Azevedo.
Em 1913, ainda aluno de Belas Artes, realizou a primeira exposição com o amigo Diogo de Macedo.
Em 1914 alcançou uma bolsa de estudo que lhe possibilitou pintar a paisagem do Gerês, na companhia de Soares Lopes. Os trabalhos então realizados foram apresentados na sala de exposições do jornal "O Comércio do Porto".
Em 1915 terminou a licenciatura com a média final de dezassete valores e, quatro anos depois, partiu para Paris, para aperfeiçoamento da Pintura. Durante essa temporada fora do país, estudou na Academia Grande Chaumière e foi influenciado pela cor e pela luz dos impressionistas.
De volta a Portugal começou a leccionar no ensino técnico, em 1930 passando para o ensino universitário, pois nesse ano foi nomeado, por concurso, Professor de Pintura da Escola de Belas Artes do Porto. Neste estabelecimento de ensino, onde leccionou durante dezoito anos, veio também a ocupar o cargo de Director (de 1948 a 1952). Durante este período de tempo participou nas Exposições Magnas, promoveu a compra do atelier de Soares dos Reis, na Rua de Camões, em Vila Nova de Gaia, a ampliação das instalações da Escola e chefiou as Missões Estéticas de Férias em Viana do Castelo (1940) e em Bragança (1943).
A sua pintura, a óleo, a pastel e aguarela, que lhe valeu vários prémios, representa retratos, motivos regionais e paisagens e foi apresentada em exibições nacionais e internacionais. Está espalhada por vários museus, tais como o Museu Nacional de Soares dos Reis, o Museu da Faculdade de Belas Artes da U.Porto, ambos no Porto; a Casa-Museu de Almeida Moreira, em Viseu; o Museu do Abade de Baçal, em Bragança; o Museu José Malhoa, na Caldas da Rainha; o Museu Grão Vasco, em Viseu e o Museu do Chiado, em Lisboa.
O pintor representou Portugal na Exposição Internacional do Rio de Janeiro (1922/1923), onde recebeu a Medalha de Prata, e, em 1929/1930, enviou telas suas com motivos portuense para a Exposição Ibero-americana de Sevilha, tendo obtido medalhas de prata e de ouro. Por diversas vezes foi distinguido pela Sociedade Nacional de Belas Artes pela sua participação nas exposições anuais de pintura e pelo Secretariado Nacional de Informação, que lhe atribuiu o 1º Prémio Silva Porto, em 1944, e o Prémio António Carneiro, em 1952.
A par das actividades artísticas e pedagógicas também enveredou pela escrita e pela crítica de Arte. Foi autor de títulos como "Marques de Oliveira", "Do Regionalismo ao Nacionalismo na Arte", "Cândido da Cunha" ou "Silva Porto" e colaborou na rubrica "Artes e Letras" de "O Primeiro de Janeiro".
Jubilou-se em 1955 e morreu, pouco depois, em 25 de Março de 1956.
Muito tempo após a sua morte, o seu aniversário foi comemorado por um grupo de amigos e admiradores, composto, entre outros, pelo Maestro Raul Casimiro, pelo Engenheiro Adriano Rodrigues, pelos doutores António Emídio de Magalhães e Gil da Costa, por Francisco da Paula Ferreira e pelo pintor Manuel Rodrigues e, depois, pelo pintor Isolino Vaz e pelos doutores Alberto Uva e Fernando Ferrão Moreira.


ISOLINO VAZ

“Família”
Tinta-da-china
39x26 cm
900,00 €

CINQUENTA ANOS DE FIDELIDADE
Uma parte importante do coração da minha juventude pertence a Isolino Vaz e à sua obra; através dos volumes, dos ângulos, da luz sombria e da luminosa sombra do seu transfigurado realismo, os meus olhos descobriam perturbadamente o lado obscuro das coisas que só a inocência da arte revela.
A obra de Isolino Vaz foi então isso para mim: revelação. E exemplo do radical inconformismo donde nascem, como na obra de Isolino Vaz emoções temíveis. Eram dias difíceis em que a felicidade era feita de infelicidade e de solidariedade. A obra inquieta de Isolino testemunhava que não estávamos sozinhos e partilhava connosco o confuso sentimento épico da esperança.
Porque na geometria dessa obra, mais do que mera expressão, e mais do que repro­dução, vibrava, e vibra, o próprio efémero mistério da realidade, o que quer que seja a realidade. O modo como, sob uma luz obstinadamente racional, os fragmen­tos do mundo exterior se tornam na pintura de Isolino harmonia e sentido do lado de dentro do mundo, fizeram naturalmente dela o caminho mais curto para as inse­guras interrogações que irreprimidamente pulsavam no grande coração colectivo. A Arte serve também para isso, para nos confrontar e para, em tempos de angústia, testemunhar por nós perante nós próprios. Por essa fidelidade, por essa desmesu­rada generosidade, quero que este depoimento seja, mais do que uma improvável avaliação crítica, sobretudo também um testemunho emocionado pela Arte de Isolino Vaz. Isto é, pela Arte.
Manuel António Pina
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Conheci Isolino Vaz no verão de 49. A admissão a Belas-Artes passava então por uma prova de desenho de estátua. Alguém me aconselhara a tentar um período de aprendizagem no seu estúdio. Desenhava desde criança, mas a técnica estava limi­tada ao lápis Viarco sobre papel Costaneira, Almaço raramente, sob a direcção e ao colo de um tio que não sabia desenhar. Depois de me exercitar em caixas fechadas e abertas, cavalos de perfil e gatos frontais, sem idade para colo, orientara a produ­ção ao retrato: família e vizinhos disponíveis.
Confrontava-me subitamente com a obrigatoriedade de um salto qualitativo aterra­dor: do Viarco ao carvão e do Almaço ao Ingres. As primeiras dificuldades come­çaram com a procura do material aconselhável, correndo ao acaso e em vão as papelarias de Matosinhos e do Porto. Mais tarde experimentei a fragilidade do car­vão e a aspereza do papel. Definitivamente desmoralizado, apresentei-me no atelier de Isolino Vaz, em frente à Quinta de Nova Sintra, no sotão de uma dessas hones­tas casas portuenses, três pisos em cantaria e reboco cinzento, janelas de madeira de perfil elegantíssimo. Fui admitido e iniciaram-se as aulas. Éramos quatro e passávamos as manhãs entre Deuses e Imperadores de brancura imaculada. A janela da sala abria sobre o Rio Douro. O sol, o verde dos campos, e um ou outro solar semi-arruinado entravam por ali dentro, enquanto Isolino Vaz nos ensinava coisas inesperadas: como fixar o papel na prancheta, como apagar traços, errados com miolo de pão, como abrir um branco cristalino, como semi-cerrar os olhos ou apreender, braço estendido, as proporções exactas.
Tinha uma técnica de precisão impressionante: figuras nitidamente recortadas sobre o papel, em linhas rectas, zonas de sombra delimitadas por dois traços finíssimos, logo preenchidos pelo carvão deitado; rápido afago, por vezes com o flanco da mão, produzindo uma meia tinta de transparência absoluta sobre a textura inalte­rada do papel Ingres.
As duas primeiras semanas foram difíceis: o carvão afiadíssimo partia, a meia tinta manchava, a bola -de miolo de pão agarrava-se ao papel ou aos dedos; os Deuses troçavam de nós, distorcendo constantemente o sorriso sereníssimo, aumentando a altura da testa ou revolvendo tumultuosamente os cabelos encaracolados.
No fim da segunda semana Isolino Vaz levou-nos à praia de Leça. Não se falou em desenho. Jogamos a bola e corremos contra o vento, até ao limite do fôlego. Deita­dos na areia, seguimos com olhos espantados as passagens constantes e cadenciadas de um Mestre sem fadiga, até que o céu e o mar se fizeram lílazes.
Provavelmente este exercício preparava uma nova aprendizagem: como fixar o car­vão, que sempre ameaçava seguir a brisa da janela sobre o Rio Douro. Compramos um objecto incrivelmente engenhoso: dois tubos de metal de 3 milímetros de diâme­tro e 100 milímetros de comprimento, articulados, para mais fácil transporte em caixa de cartão branco. Introduzia-se uma ponta no frasco de fixativo Legrand, comprado na papelaria Azevedo; na outra soprava-se com brandura. O sopro devia ser contínuo e de igual intensidade. Nas primeiras experiências as superfícies som­breadas do carvão tornavam-se baças, pontilhadas por estranhas manchas orgânicas, ou empastadas, ou brilhantes aqui e ali, ou amareladas, como verniz barato sobre as madeiras da Rua da Picaria, ou como o papel de um cigarro sem filtro e mal fumado.
Isolino exemplificava. No contra luz da janela uma fina poeira doirada pulsava, mansamente, sobre Atletas, Imperadores, Deuses e Cortesãs.
Pouco a pouco, quase sem dar por isso, o carvão começou a não partir, o papel a não manchar, o miolo de pão a manter a plasticidade, o fôlego a aumentar. E a confiança. O Rio Douro tornara-se tranquilíssimo, e assim a amizade entre nós. Todas as manhãs seguíamos os altos muros de Nova Sintra, passávamos o posto de transformação modernista, as janelas ritmadas da Escola do Barão, entre tílias, japoneiras e glicínias, pensando que talvez fossemos Artistas.
No dia do exame Isolino Vaz levou-nos à Biblioteca de S. Lázaro. O Claustro estava cheio de gente "com habilidade". Pela porta entreaberta víamos os cavaletes de pinho, dispostos em torno de um tímido Jovem Augusto.
Tiras pelo menos dezoito — disse-me Isolino Vaz. Tirei bastante menos, e também muito mais: ânsia de limpidez.
Álvaro Siza
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O que mais ressalta em Isolino Vaz é o pintor da «velha escola», honra lhe seja feita. A sua arte conhece a técnica e magnifica-a plenamente sem, no entanto, jamais atrasar o seu voo. Pelo contrário, a técnica serve-lhe para derramar ainda mais o seu estilo com uma liberdade fogosa, denotada, indómita. A pintura é, para ele, expansão de sentimentos fortes a que não falta rebeldia e uma autenticidade vigo­rosa, suada em insatisfação, uma insatisfação insaciável, devorante como a fideli­dade a si mesmo e aos seus motivos. Compreende-se bem que Ferreira de Castro tenha falado certo dia (como agora ouço dizer) desta insatisfação de Isolino Vaz: apreciava «Emigrantes», quadro que o romancista considerou admirável. Tão absor­vente é a arte para este artista que ele vem descurando, quase até ao exagero, os afãs que a outros seduzem. Aplaude-se, por isso, com a maior satisfação, a inicia­tiva desta «retrospectiva». Permite começar a situar Isolino Vaz e a sua obra dentro da moldura adequada, ou seja, no enquadramento que no-la torna admirável. Não apenas para o círculo restrito, também para o largo mundo.
Arsénio Mota

IRMÃ GABRIELA

óleo s/tela
55x46 cm
3.000.00€

Nasceu em 1926 na cidade da Beira, mantendo a nacionalidade portuguesa. Iniciou aos oito anos a sua preparação artística com a noção de uma responsabilidade que lhe era inata e da qual nunca mais se separou. Radicou-se, criança ainda, em Lisboa, onde frequentou e concluiu o Curso Geral dos Liceus. Muito conscientemente, em 1946, consagra-se a Deus na Congregação das Irmãs Doroteias.
Embora a expansão da arte não seja o carisma específico deste Instituto, tendo em conta esta vocação de artista, achou seu dever respeitá-la e proporcionar-lhe as condições adequadas para um trabalho sério em função de um Apostolado que, por ser Arte, é essencialmente espiritual. Teve por Mestres os Pintores Emmérico Hardwich Nunes e Domingos Rebelo, mantendo por muito mais tempo o contacto com este. Foi subsidiada pela Fundação Calouste Gulbenkian em viagens de estudo, com incidência em Paris –o berço do Impressionismo.
A pedido do público e do seu mestre e amigo Domingos Rebelo, expõe pela primeira vez em 1966, no Palácio – Foz, em Lisboa, com inteira aprovação da Superiora Provincial.
Com raras excepções, o seu movimento de Arte incide em Exposições Temáticas.


GILBERTO LOPES

“Ouro-Preto”
Óleo s/ tela
73x92 cm
1.500,00€
"Paisagem"
Técnica Mista
77x38 cm
1.000,00 €
“Paisagem Azul”

Óleo s/ tábua

71,5x90 cm
1.250,00 €

Nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1933. Com Francisco Macedo e Mendes da Silva estudou cerâmica e desenho na Escola Secundária “Passos Manuel”.
No II Salão de Educação Estética (Lisboa, 1949) são-lhe atribuídos prémios e menção honrosa. Nos anos 1951 a 1953 estuda desenho (modelo vivo) na Escola Superior de Belas Artes do Porto, com Joaquim Lopes e Dórdio Gomes.
Pratica desenho arquitectónico no atelier do Arq. Moura Costa.
Em 1954 muda-se par o Brasil. Pinta retratos e painéis murais (v.g. Seminário Santo António, Agudos, Bauru: 54m2). Dedica-se paralelamente ao “design” colaborando com Michel Arnoul, Francisco Tenreiro e Sérgio Rodrigues.
Em 1960 muda-se para Belo Horizonte onde realiza vários murais (Hotel Metrópole e residências particulares). Continua a dedicar-se à paisagem e ao retrato.
De 1962 a 1965 passa a viver no Rio de Janeiro, dedicando-se ao “design” e em decorações em residências particulares.
Em 1971 e 1973 participa nos 1.º e 2.º Salões Nacionais de Design.
Em 1981 expõe na Galeria “Roma e Pavia” (Porto).
Expõe individual e colectivamente em várias cidades do Brasil.
Em 1987 participa no IV Salão de Artes Plásticas do Rotary Club de V. N. Gaia.
Em 1990 expõe individualmente na Lóios Galeria (Porto).

GIGA COELHO

"Músicos"
Óleo s/tela
60x50 cm
1.000,00 €
 
Nasceu em Borba a 19 de Julho de 1945.
Autodidacta.

EXPOSIÇÕES COLECTIVAS
1979 – Grupo Desportivo do Pragal (Almada)
1980 – Centro Cultural de Borba
1981 – Galeria 21 de Faro
1985 – Junta de Freguesia da Trafaria
1986 – Junta de Freguesia da Trafaria
1986 – Cooperativa de Ensino do Laranjeiro (Almada)
1988 – Artistas Plásticos do Concelho do Seixal – Moinhos da Maré - Corroios – Seixal
1989 – ISCAL – Lisboa
1990 – ISCTE – Lisboa
1991 – Museu de Setúbal
1991 – Galeria Solução Arte – Estrada de Benfica – Lisboa
1992 – Câmara Municipal de Santiago do Cacém

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
1983 – Casa do Alentejo – Lisboa
1984 – Restaurante Atalaia – Bairro Alto
1991 – Loja Municipal – Centro Comercial da Amora – Seixal
2005 - Clube Serpense (mês de Maio a Dezembro)
2006 – Galeria de Teatro – Cine de Pombal
2007 – Livraria Vemos, Ouvimos e Lemos

EXPOSIÇÕES PERMANENTES
2007 – Restaurante Molho Bico – Serpa
2007 – Estalagem S. Gens – Serpa

OUTROS TRABALHOS
1981 – Participa na formação do Centro Cultural de São Lourenço, com Marie e Volker Humbert – Almancil – Algarve
1982 – Organiza e ministra um curso de pintura com o apoio do Pelouro da Cultura da Câmara de Loulé.
1983 – Convidado por Nicolau Breyner e Thilo Krassman para trabalhar como artista Plástico na série televisiva Gente fina é outra coisa.
1985 – Organiza e ministra um curso de pintura com o apoio da Câmara Municipal de Borba, monta um atelier de escultura e pesquisa novas técnicas de trabalho sobre o mármore da região.
1986 – Organiza e ministra cursos de pintura nos concelhos de Almada e Seixal, com o apoio das respectivas Câmaras.
1988 – Ministra o curso de introdução à pintura na CMJ, com o apoio da Câmara Municipal do Seixal.
1998 – Construção de expositor sobre a forma de Gruta Paleolítica – Green’s Sauvage – Construção da replica da cascata Lu Foyi que brota sobre um afluente do rio Congo, atracção central do pavilhão da República Democrática do Congo na EXPO 98.
2000 – Ministra o curso de introdução a pintura e escultura em Serpa.
2002 – Monumentos Escultórico em homenagem ao Cantar Alentejano em Serpa.
2005/07 – Ministra cursos de introdução a pintura em Serpa.


FAUSTO MORILAS



Técnica Mista
60x73 cm
2.600,00 €
Técnica Mista
60x73 cm
2.600,00 €

"Composition de las Mansalas"
Óleo s/tela

60x73 cm
2.600,00 €

Expôs:
1977 – Centro Cultural Oliveirense – Valença
1982 – Galeria D’Arte Tossal – Alicante
1983 – Salão de Exposições – Múrcia
1987 – Galeria Algaria – Astúrias
– Galeria Alta Mina, Gijon
1988 – Casa da Cultura – Astúrias
– Galeria Avima – Alicante
1992 – Colectiva Outubro 92, “Juan de Juanes”, Galeria de Arte, Alicante.
– Exposições Itenerante da Província de Alicante
– V Bienal de Pintura “Elisa Tomás Yusti”
– Artistas temporada 91/92, “Juan de Juanes”, Galeria de Arte
1993 – Arte Jondion International, Cannes, França
– Arte Santander II Feira, Santander

ESPERANZA ASCENZI

“Jogos Arcaicos”
Óleo s/tela
69x58 cm
1.950,00 €
 
“Tatuagens”
Óleo s/tela
61x50 cm
1.950,00 €

"Guerreiro e Máscara"
Técnica Mista
73x60 cm
1.950,00 €
Óleo s/tela
61x50 cm
1.950,00 €
De pronto, cuando una "Nueva Realidad" se impuso, allá por los años ochenta, esa nueva realidad se encontró conque ahí estaba ya instalada Esperanza Asensi, alicantina fina.
Y, amén de fina, elegante, exquisita, dulce e irónica. Así en la vida como en el
arte, en el que se ha hecho un nombre con más arrestos que tiempo. La pintura de la Asensi es una pintura que se inspira en el pasado sin perder de vista el presente. Con una ventana abierta al mundo grecorromano y otra ventana abierta al disparatado mundo de nuestros días, Esperanza parece estar diciéndonos que ni aquéllo ni ésto, o que ni aquéllo está tan lejos ni ésto tan cerca, o que todo cambia porque todo permanece. Y todo esto que ella dice, en su pintura, se observa mejor cuando uno se instala frente al Mar de la Cultura, ese mar que nos lleva y que nos trae y que nos sobrevive porque es el único mar (pese a estar de siempre amenazado) que quedará cuando no haya mares, porque el Mediterráneo no es un mar más. Es El Mar. La Mare Nostrum. Nuestro mar. Esperanza Asensi se ha aprendido de memoria Grecia y Roma, toda Pompeya y toda Sicilia y toda Nápoles y todo lo etrusco. Y con ese material arcaico ha elaborado el vasto edificio de su "Neorrealismo Arcaico", nombre seguramente desmesurado pero que conviene para entendernos con ella, para saber dónde está la pintura y su pintura y dónde está el observador y la emoción. No es posible sentir indiferencia ante sus cuadros, porque nuestra "conciencia colectiva" se inclina ante ellos y se reconoce en lo pintado. El laberinto de Creta, los Bacos degustadores de uvas tiernas y vinos con boca de mujer, los guardianes de la Acrópolis, los hercúleos Hércules con su guardia de herculanos, los nuevos Edipos frente a la eterna esfinge y los complejos de siempre... todo eso que en otros sitios son páginas en los libros, en Alicante, donde la pintora vive, y en todo el levante español, son celebraciones cotidianas que se ponen en pie (fallas, carrozas, hogueras) a la pimera de cambio con motivo de cualquier festejo. La pintora pinta lo que siente, lo que vive, lo que sueña y lo que imagina. Y lo pinta con gracia y con ironía, con frescura y galanura, enmarcado en unos frisos que hablan bien a las claras de esa actividad debida a los antiguos que es la cerámica levantina. Un deleite de pintura, que alguien tachará de demasiado próxima a otros artistas que han ido a beber a la misma fuente clásica en la que bebe la alicantina.
A Adrián Espí Vallés: "Con qué tibia evocación se acerca la pintura de Esperanza al caudaloso oleajeinmenso placer- del Mediterráneo, padre de culturas y mensajero de historias de hombres y de dioses, de fuerzas extrañas y de locuras confusas. Con fulgor en el pincel, con amor hondo, con picardía encendida, con ironía inmensa".
Mario Antolín Paz: "Pintora de fuerte personalidad que realiza una obra figurativa de moderna concepción y paradójicamente plena de reminiscencias clásicas. Un delicado cromatismo, con predominio de ocres y tierras caracteriza una obra pictórica en la que la densidad matérica y la firme línea del dibujo juegan un importante papel".
B Catálogo exposición galería Juan de Juanes. Alicante, 1992.
Diccionario de pintores y escultores españoles del siglo XX. Forum Artis. Madrid, 1994.

ANN-ROCHAIX

 Aguarela
59x43 cm
900,00 €
Aguarela
37,5x26,5 cm
240,00€

Aguarelista francesa, com Atelier em Barbizon, dedicou-se a paisagens.
Esteve no Porto, nos anos noventa, a convite da Loios Galeria, onde pintou várias paisagens, que expôs posteriormente.

VICTOR SIL VA BARROS


“O que resta quando as vozes incomodas se extinguem”
Óleo s/tela
90x60 cm
3.000,00 €


Está representado em colecções particulares e oficiais em Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Brasil, Holanda, Suíça, Alemanha, Bélgica, Estados Unidos e Rússia.
Individualmente apresentou mostras nos Museus de Ovar, Albano Sardoeira, Amarante, Martins Sarmento, Guimarães, Ramón Maria Aller, Lalin, e nas Galerias Picasso e 1990 d.c., Viana do Castelo, Árvore, Porto, Primeiro de Janeiro, Porto e Coimbra, Capitel, Leiria, Turismo, Caldelas, Povoa de Varzim, Chaves, Aveiro, Casa da Cultura, Fafe, Horizonte, Figueira da Foz, Convés, Aveiro, Orfeu, Androx e Caixa Vigo, Diputación Provincial de Lugo, Casa da Cultura de Orense, Centro Unesco, Porto, …
Em 1991, o Museu dos Biscaínhos de Braga dedica-lhe uma retrospectiva da obra dos anos 80.

Colectivamente participa em mostras em Viana do Castelo, Porto, Lisboa, Aveiro, Vila Nova de Famalicão, Ibiza, Bilbao, Burgos, Vigo, Santander, Valladolid, Madrid, Monte-Carlo, Tóquio, Okinawa, nara, fukuoka, Iangeac, Brioude, Rion, Chatel-Guyon, Puy-en Velay, Paris, Quebec, etc., salientando-se:
1981: “Inaugural Exhibition of the Japan International Artists Society”, Art Museum, Tóquio, “XV e XVII Grand Prix International d’Art Contemporain”, Monte-Carlo, “Biennale International Quebec/France”, Galerie Anima G, Quebec, “Ibizagrafic 74”, Museo de Arte Contemporaneo de Ibiza, “El Colectivo Androx”, Galeria Arlazon, Burgos e Galeria Millares, Madrid, “Salão dos Independentes, Paris, “Exposition International de Paris”, Galerie de Nesle, Paris, “IX Hall aux Toiles” Mairie du VI arrondissement, Paris, “I e II Exposições Colectivas da Cooperativa àrvore”, Porto, “Biennale International d’Auvergne”, Chatel-Guyon, “Arte Nuevo – Años 90”, Centro Cultural Galileo, Madrid, “II Prémio de Pintura Eixo Atlântico, “Casa das Artes, Vigo – itenerante Portugal, Galiza.
Entre 1968 e 1977 colabora em vários jornais nacionais com contos, poesia, textos teóricos e crítica de arte e trabalha igualmente como redactor nos jornais “República” e “Página Um”.
Foi co-fundador e director técnico das galerias Picasso e 1990 d.c. de Viana do Castelo e integrou júris de premiação da I a II Trienal Latina (Viana do Castelo e Puy-en-Velay.
Integrou os Colectivos “Androx” (Galiza) e 1990 d.c., de que foi coordenador.
Em 1988 publica “On Road”, colecção de textos de sua autoria inseridos em catálogos entre 1969 e 1988.
Exposições mais recentes:
Galeria Capitel, Leiria, 2006 – casa da Cultura, Fafe, 2006 – Antigos Paços do Concelho, Viana do Castelo, 2006 – galeria Almedina, Coimbra, 2007 – Sala de Exposições do Centro Social e Cultural de V. P. Âncora, 2009 – “Pontes Luso-Galaicas” Galeria Vieira Portuense, Porto – 2009 – “D’Art-Vez”, Casa das Artes, Arcos de Valdevez, 2009 – “Com Amadeu Costa, dês Anos Depois”, Museu do Traje, Viana do Castelo 2009 – “15ª Exposição Internacional de Artes Plásticas de Vendas-Novas – 2009.

CÁSSIO MELLO

“Campino”
Óleo s/ tela
100x80 cm
13.400,00 €


Artista que se dedica há 40 ao aspecto mais belo da natureza: A VIDA. Pesquisa e traz para suas telas a beleza, a força e a liberdade da vida selvagem.
Especialista em arte equestre, o artista nascido na cidade de São Paulo, revelou-se excente ilustrador de publicidade na década de 60. Até 1974 dirigiu sua própria empresa de propaganda, passando a dedicar-se, então, à pintura de animais, tema que o consagrou como o mais importante artista da América do Sul.
Suas inúmeras obras estão inseridas nos acervos do Jockey Club do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Curitiba-PR, cidade que possui também obras do artista na Câmara Municipal, no Colégio Militar, na Polícia Militar, na Universidade Federal do Paraná. Cassio Mello recebeu troféus e medalhas de salões de arte realizados em São Paulo, na França (Medalha de Ouro no Centro George Pompidou em 1984) e Portugal (Medalha de Prata no Salão Espelho D´Àgua em Lisboa, 1985). Possui suas obras incluidas nos livros "Arte e Gastronomia do Paraná", "Agenda do Tombamento Histórico do Paraná", "Pintores Contemporâneos do Paraná", editados pelo Solar do Rosário e nos livros "Anuário CCCC - Ministério da Agricultura-1977", "O turf no Rio de Janeiro" e "150 anos do Jockey Club de São Paulo".
O cavalo é retratado pelo artista com competência e dedicação em todas as modalidades: competição, esporte, criação, trabalho, estimação, passeio. O incentivo para criar e produzir sua obra, retratando o belo e nobre animal, das diversas raças, o artista recebe dos mais ilustres criadores, proprietários e admiradores do cavalo de raça.
- Retratou 13 animais reprodutores para o Posto de Monta de Campinas - SP, Brasil.
- Possui obras no acervo da Sede Social (Centro) do Jockey Club de São Paulo, Brasil.
- Retratou Mossoró, primeiro vencedor do GPBrasil de 1933.
- Aparece em 13 verbetes no livro "150 anos do Jockey Club de São Paulo"
- Possui mais de 10 obras inseridas no livro "O turf no Rio de Janeiro".
- Capas de Revistas: "Puro Sangue Inglês", "Turf e Fomento" "Quarter Horse", "Appaloosa", "Árabe".
- Painel Comemorativo dos 150 anos da Polícia Militar do Paraná, Brasil.
- Painel Comemorativo no Colégio Militar de Curitiba, Paraná, Brasil.
Atualmente vivendo na cidade do Porto, Portugal, Cassio Mello sente-se honrado pelo reconhecimento ao seu trabalho, no Brasil e no exterior.
O artista faz parte, com exclusividade, do elenco da Galerista, Escritora de Arte, Nóris Bargeno-Brasil e da Galeria Vieira Portuense, Porto, Portugal. Homeneageado com diploma do Exército Brasileiro, pela criação e confecção do painel cerâmico comemorativo dos 200 anos do nascimento do Marechal Osório e painél comemorativo dos 150 anos da Polícia Militar do Paraná, Brasil. Há mais de 30 anos, exibe um rico curriculo como um dos mais importantes pintores na especialidade de retratar animais de raça pura e animais selvagens. Autor de obras que retratam os mais famosos cavalos da raça puro sangue-inglês para os mais importantes criadores de âmbito internacional. Obras no acervo das sedes do Jockey Club do Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba - Brasil e em colecionadores de paises da America Latina, Portugal, Inglaterra, Dubai, França (Midan).

FELIPE ALARCÓN ECHENIQUE

"MONOTIPIA DE MI hABANA (II)"
Serigrafia
100x70cm
2006
150,00€
Pintor, Grabador, Dibujante y escritor.
Nació en Ciudad de la Habana, el 21 de Marzo de 1966.
Graduado en la Academia de Bellas Artes “San Alejandro”.
Fundador de la Cátedra de Educación Artística (1987).
Impartió clases como profesor de Artes Plásticas (1987-1995 en Primaria y Secundaria Básica).
Cursó estudios en el Instituto Superior de Arte ‘José Varona’ (1995-1998) en Licenciatura de Educación Artística.
OBRAS EN PROPIEDAD
Obra propiedad del Museo de la Ciudad de la Habana-Vieja, La Habana (Cuba), 1995.
Obra propiedad del Hospital Oncológico de La Habana (Cuba), 1996.
Obra propiedad del Centro de Prensa Internacional, La Habana (Cuba).1997
Obra propiedad de la Embajada de Cuba en Madrid (España), 2002.
Obra propiedad del Grupo Dúplex en Barcelona (España), 2003.
Obra propiedad de ACEAS (Asociación Internacional de Artistas Plásticos) Barcelona, (España). 2003
Obra propiedad del Palacio de Congresos y Exposiciones de Madrid (España). 2004
Edición Gráfica propiedad de ARTE Y NATURALEZA, Madrid (España). 2005
Obra propiedad del Ayuntamiento de Baeza, Jaén. (España). 2006
Obra propiedad de Galería José Lorenzo, Santiago de Compostela (España).2005
Principales Exposiciones Individuales
2010 -Naturaleza, collage y tiempo. ‘Casa del Doncel’ Sigüenza, Guadalajara (España)
2009 -Naturaleza Sumergida. Muse de Arte Contemporáneo. Hellín, Albacete (España).
2007 -Isla al sur. Artrouge Gallery. Miami, Florida (Estados Unidos).
2006 -Estampas de un viejo recorrido. Galería Estamparte, Madrid (España).
2005 -Fantasías Superpuestas. Galería Nim Art Gallery, Madrid (España).
-Laberinto Dalí. Antiguo cuartel de Sementales. Baeza, Jaén (España).
-Retrospectiva II. Galería José Lorenzo, en el Hotel A.C. Palacio del Carmen, Santiago de Compostela (España).
2004 -Laberinto Dalí. Palacio de Congresos y Exposiciones. Madrid, (España).
2003 - Apropiaciones II. Sala Catarsis, Madrid (España).
- Apropiaciones. Macor Gallery de Majadahonda, Madrid (España).
2000 - Volando al futuro. Salón de Exposiciones de la Caja de Ahorros de Badajoz, Badajoz (España).
- Enigma del Encanto. Galería Biblioart, Badajoz (España).
- Imágenes de otro mundo II. Sala de exposiciones de Fidiculli, Sicilia (Italia).
1999 - Imágenes de otro mundo. Galería I’l Punto, Bolonia (Italia).
- Retablo inconfesable. Salón Solidaridad Hotel Habana Libre Tryp, La Habana (Cuba).
1998 - Imágenes. Hotel Firense, Verona (Italia).
- Concierto a la Luna. Sala Catarsis, Madrid (España). - Enigma del Encanto. Casa Africa, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
- Mundo onírico. Galería Orígenes, Gran Teatro de La Habana. (Cuba).
1997 - Poesías en Tinta. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
- Imágenes realismo mágico. Galería Pamil, San Juan (Puerto Rico).
- Danzando desnudo. Agencia de Seguros Fleming, (Reino Unido).
- Espejos fabulados. Hotel Nacional, La Habana (Cuba).
1996 - Filigrana, mujer y color. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
- Imágenes y futuro. Hotel Sevilla, La Habana (Cuba). - Eterna la Pintura. Casa de la Cultura en Casablanca, La Habana (Cuba). - Momentos. Casa Guayasamín, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba). - Retrospectiva. Galería Mirarte, C.P.I. (Centro de Prensa Internacional) La Habana, (Cuba). - Universo de Formas. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
1995 - Búsqueda II. Sala de la Biblioteca Provincial Rubén Martínez Villena, La Habana (Cuba).
1994 - Buscar. Casa de la Cultura de la Habana Vieja, La Habana (Cuba).
1986 - Búsqueda I. Sala de la Biblioteca Provincial Rubén Martínez Villena, La Habana (Cuba).
Principales Exposiciones Colectivas
2010 -Exposición ‘Unidos por el Arte’, Villavieja del Lozoya, Mardrid(España).
2009 -Feria Internacional (Mayo), Shangai, China
-Feria Internacional (Septiembre), Shangai, China.
-Exposición Internacional ' El instante y la diversidad', Villavieja del Lozoya, Madrid (España).
-Exposición 'El Doncel', Sigüenza, Guadalajara (España)
2006 -Exposición “Latinoamericana 2006”, Toronto (Canadá).
-Exposición “Certamen Lorenzo Aguirre”, Madrid (España).
-Exposición colectiva de Obra Gráfica en el Centro de Diseño, Madrid (España).
-VII Bienal de Dibujo ‘Villa Campo de Criptana’ Ciudad Real (España).
2005 - Exposición “Sensaciones Latinas”. Miami, Florida (USA).
- Exposición “Show Art Imágenes Alfa”. Miami, Florida (USA).
- Exposición Certamen ‘El Quijote’, Centro Dotacional Integrado, Madrid (España).
- Exposición Agencia Periodística CID. Buenos Aires, (Argentina)
- Estampa 2005. (Galería Galiano de Cuba). Madrid (España).
- Exposición en Galería Estamparte. Madrid (España).
- Exposición colectiva en Galería Cebriart. Barcelona (España).
2004 - Colectiva en Casa Batlló, Barcelona (España).
- II Bienal de Artes Plásticas, Málaga y su entorno. Málaga (España)
- Exposición colectiva, I Certamen Nacional de Pintura Torrejón de Ardoz. Madrid (España).
- Exposición colectiva ( Tema Madrid) ‘Junta Municipal de Arganzuela-Casa del Reloj’. Madrid (España).
- Exposición colectiva ‘Centro Cultural La Quinta del Berro’, Madrid, (España).
- Colectiva en Galeria Segle XXI. Ripollet, Barcelona. (España).
- II Salón Internacional de Pequeño Formato de ACEAS. Barcelona, (España).
- Exposición colectiva (Tema Dalí) ‘Junta Municipal de Arganzuela-Casa del Reloj’. Madrid, (España).
- LXII Concurso de Dibujo Fundación Ynglada-Guillot. Barcelona, (España).
2003 - Gran Coleccionable. Sala Catarsis. Madrid. (España).
- XIII Salón Internacional de ACEAS. Barcelona. (España).
- XII Salón Internacional de ACEAS. Barcelona. (España).
- I Salón Internacional de Pequeño Formato de ACEAS. Barcelona, (España).
- Nouvelles Tendences figuratives. Galería Artitude, Paris. (Francia).
- Tendences surréalistes et fantastiques. Galería Artitude, París. (Francia).
- II Bienal de Miami Shores Village, Miami, Florida (USA).
- Exposición colectiva ‘Lo cubano’. ‘The Gallery’, Miami, Florida (Estados Unidos).
- LXI Concurso de Dibujo Fundación Ynglada-Guillot. Barcelona, (España).
2002 - Maneras de Hacer Mundo. La Rábida, Huelva (España). - F.A.I.M. Feria de Arte Independiente de Madrid, Madrid (España).
2001 - Galería ‘Achearte’. Madrid (España).
2000 - Galería ‘Abel’. Madrid (España).
1999 - IV Salón de Arte Erótico. Casa de la Cultura de Alamar, La Habana (Cuba).
1998 - Hideky Minematsu- Felipe Alarcón. Sala Catarsis, Madrid (España).
- Muestra de dos mundos. Galería Claudio Coello, Madrid (España).
- Relaciones. Galería I’I Punto, Bolonia (Italia). - Configuraciones. Galería de Arte Contemporáneo, Roma (Italia).
1997 - Patinas y Figuraciones. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba). - Subasta de Otoño. Galería Imago, Gran Teatro de La Habana (Cuba). - Cuba Hoy. Hyatt Regency Hotel, (Guatemala). - Subasta de Primavera. Galería Imago, Gran Teatro de La Habana (Cuba). - Afrocuba. Casa de África, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
1996 - Reflejos. Casa de África, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
- Sinfonía para ocho. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
1995 - Festival del Caribe. Galería Zaguán, Santiago de Cuba (Cuba). - Muestra Internacional del Festival del Caribe. Galería Oriente, Santiago de Cuba (Cuba).
Principales Premios
2006 - Premio de Honor Artista Latino, Galería Artexpresión (Miami).USA
- Primer Premio de Dibujo de la A.E.P.E (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid) en el Certamen Lorenzo Aguirre.Madrid (España).
2005 - Mención de Honor, Revista Iberoamericana de Arte de USA. Miami, Florida. (USA).
- Tercer Premio de Dibujo en el Primer Certamen de Valdescorriel, Zamora (España).
- Mención de Honor de The Cove Rincón Int’l. Miami, Florida. (USA).
- Segundo Premio de AEPE (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid) en el Certamen de Artes Plásticas ‘Tema Quijote’, Madrid (España)
2004 - Primer Premio de AEPE (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid), en el Certamen de Pintura ‘Tema Dalí’. JuntaMunicipal de Arganzuela, Madrid (España).
- Primer Premio al Artista Extranjero en el II Salón Internacional de Pequeño Formato en ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona) España.
2003 - Gran Premio en el XIII Salón Internacional de ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
- Premio Alfonso Arana. Asociación Internacional de Plástica Latina. Francia.
- Primer Premio de Técnica Mixta en el I Salón Internacional de Pequeño Formato en ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
- Primer Premio de Dibujo Creativo en el XII Salón Internacional de ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
1999 - Finalista del LXVI Salón de Otoño de Madrid. Madrid (España).
1998 - Premio Copa Zeus. Roma (Italia).
1996 - Finalista del Salón Fayad Jamis. Casa de la Cultura de Alamar, La Habana (Cuba).
1987 - Premio 150 Aniversario de Máximo Gómez. Museo de la Ciudad, La Habana (Cuba).
1983 - Premio Salón San Alejandro. Escuela de Bellas Artes, La Habana (Cuba).
1981 - Mención Salón San Alejandro. Escuela de Bellas Artes, La Habana (Cuba).
1977 - Premio por la Solidaridad. Embajada de la Unión Soviética, La Habana (Cuba).
1975 - Premio por la Paz. Embajada de la India, La Habana (Cuba).
- Premio Tránsito. P. N. R. La Habana (Cuba).

JOSÉ PROJECTO


“Pombo-trocaz “
Tinta da china (sobre papel +/- A4)
450,00 €
 
Nasceu em Évora/Portugal a 17 de Março de 1962.Começou por ilustrar fanzines e pequenas histórias de Banda Desenhada editadas no “Mundo de Aventuras”, “Selecções”, entre outros. Publicou o seu primeiro álbum de B.D., intitulado “Giraldo-o-sem-pavor”em 1984. Interrompendo a sua licenciatura em Belas Artes que iniciou em 1982, trabalhou como ilustrador para o actual Instituto da Conservação da Natureza. Simultaneamente começa a trabalhar com os Correios de Portugal e Tecnologia das Comunicações ilustrando diversos originais filatélicos para Portugal; Madeira, Açores, Angola e Guiné-Bissau que se encontram divulgados em diversos países. Abandona por nove anos as suas funções no ICN para se dedicar inteiramente à pintura e ilustração. Em 1992 o conjunto de selos portugueses da sua autoria, alusivos à conferência das Nações Unidas, ECO 92, é distinguido com o prémio internacional do mais belo selo dedicado ao ambiente. Das várias instituições com que colaborou(a), destacam-se, Concelho da Europa, WWF (World Wild Foundation), Parc Naturel des Ecrins, Birdlife International (EBCC- European Breeding Birds), FAPAS (Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens) e recentemente, ANF (Artists for Nature Foundation). Desenvolve por sua iniciativa várias acções de educação ambiental. Actualmente para além de ilustrar, continua pintando cenas particulares da nossa fauna, onde procura transmitir pelo realismo do seu trabalho o esplendor da natureza, infelizmente ainda ausente na consciência de muitos nós.

sábado, 14 de abril de 2012

JÚLIA FERNANDES

Óleo s/ Papel
29x24 cm
275,00

Nasceu em 1961, na freguesia de Paços, concelho de Melgaço, distrito de Viana do Castelo.
É autodidacta na área da pintura, iniciou o seu percurso artístico no ano de 1996.
Em 2004, frequentou o Curso Livre de Pintura orientado pelo Professor Carlos Dias, na Cooperativa Árvore – Porto e o Curso de Técnicas de Pintura orientado pela Professora Paula Soares, no Museu Soares dos Reis – Porto.
Reside no Porto, com domicílio necessário em Santarém.

Exposições realizadas

Colectivas
·          Julho de 1996 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 1997 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 1998 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 1999 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 2000 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Julho de 2001 – Escola de Bailado – Vila Real
·           Março de 2005 – Labmed – Av.ª de França – Porto
·           Julho de 2005 – Casa dos Açores – Porto
·           Novembro de 2005 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Novembro de 2006 – Lugar do Vinho – Porto
·          Abril de 2007 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Março de 2008 – Woodhouse in Arte
·          Abril de 2008 – Quinzena do Ambiente – Águeda
·          Maio de 2008 – Fórum Vallis Longus – Valongo
·          Junho de 2008 – Galeria Arte no Cais – Porto
·          Novembro de 2008 - Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Dezembro de 2010 – Casa do Brasil - Santarém

Individuais
·           Fevereiro de 2001 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·           Fevereiro de 2005 – Café com Livros – Valença do Minho
·           Abril de 2005 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·           Dezembro de 2005 – Café com Livros – Valença
·          Janeiro de 2006 – Câmara Municipal – Peso da Régua
·          Abril de 2006 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Junho de 2006 – Galeria Lucília Guimarães - Guimarães
·          Outubro de 2006 – IPJ de Vila Real
·          Dezembro de 2006 – IPJ de Viana do Castelo
·          Maio de 2007 - Galeria Lucília Guimarães - Guimarães
·          Junho de 2007 – Câmara Municipal de Ponte da Barca
·          Julho de 2007 – Posto de Turismo de Esposende
·          Setembro de 2007 – Casa da Cultura de Miranda do Douro
·          Novembro de 2007 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Junho de 2008 – Biblioteca Municipal de Barcelos – Barcelos
·          Setembro de 2008 – Biblioteca Municipal de Moimenta da Beira - Moimenta da Beira
·          Novembro de 2008 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Maio de 2009 – Solar do Alvarinho – Melgaço
·          Abril de 2010 – Solar do Alvarinho – Melgaço


Outras Participações
2004 – Participou na elaboração e lançamento do livro 2004, Gatafunhos, Edição Particular, com desenho e poesia

2005 – Participou na ilustração de uma colecção de postais de Natal

2009 – Participou num leilão de arte - iniciativa da “Associação Amigos da Paradinha” – Alvarenga – Tarouca


Publicações

2008 - O livro “Passeios Interiores” que integra poesia e pintura da artista.


Representação

- Representada em colecções privadas em Portugal, Espanha, França e Estados Unidos da América e em instituições públicas – Câmaras Municipais, Governo Civil de Vila Real, IPMDL, Instituto da Juventude de Viana do Castelo e Junta de Turismo de Esposende -, assim como a colecção de alguns galeristas.
- Integra o espólio de um coleccionador particular de arte.