sexta-feira, 20 de abril de 2012

AVELINO ROCHA

Acrílico s/ tela
88x115,5 cm
2300,00€

Óleo s/ tela
49x60 cm
1.250,00

“Porto Mínimo”
Serigrafia
54,5x45 cm
150,00 € (s/moldura)
“Porto Denso”
Serigrafia
35,5x52 cm
150,00 € (s/moldura)


Nasceu no Porto em 1940.
Licenciado pela E.S.B.A.P.
Exerceu a sua actividade profissional como professor do 5º grupo.
Expôs individualmente 12 vezes em Luanda, Porto, Braga, Lisboa e Amarante.
Expõe colectivamente:
1966 – 1ª Exposição Nacional de Arte;
1967 – 14 Artistas do Porto – Galeria Divulgação;
1972 – 1ª Bienal dos Artistas Novos – V. N. de Famalicão;
1974 – Os Pintores estão com as Crianças – Galeria do Jornal de Noticias;
1975 – Levantamento da Arte do século XX – Porto;
1980 – 2ª Bienal Internacional de Vila Nova de Cerveira;
1982 – Artistas do Porto em Sevilla – Espanha;
1983 – Alternativa 3 – Festival Internacional de Arte Viva em Almada;
            Twelve Artists From The North Of Portugal
1985 – 1ª Exposição de Arte Contemporânea A. F. O. No Museu Soares dos Reis – Porto. Bristal – Inglaterra;
1986 – 1ª Bienal Gráfica do Porto. XI Bienal do Cartaz da Polónia – Varsóvia. Ilustração do Artigo 8º da Declaração Universal dos Direitos do Homem – ilustrada por 30 artistas portugueses – Fundação Engenheiro António de Almeida – Porto;
1988 – Cerâmica Óbidos 88.
IV Bienal Internacional de Arte. Design
Gráfico 88 – V. N. Gaia
Professores Artistas – Escola Secundária Almeida Garrett na Biblioteca Municipal de Vila Nova de Gaia
Participação no Leilão de Obras de 33 Artistas convidados pela Direcção do Jornal de Notícias para a obra “Todo o Homem é Meu Irmão”;
1990 – Exposição de Artistas Ceramistas Portugueses Contemporâneos – integrada no 1º Seminário Internacional de Cerâmica – Gaia 90.
            Brain-Art – organizada por Sege Sengay – Sverdlova Eisk – Enck – U.R.S.S.
Prémios:
1º Prémio de Desenho na Exposição de Artes Plásticas da Queima das Fitas – Coimbra 1961;
1º Prémio de Desenho no 1º Salão de Jovens – Figueira da Foz – 1968;
Está representado no livro “Artistas do Norte” de Aménio Mota – Porto Editora – 1989.
Está representado no Museu de Amarante e no Museu Dr. Santos Rocha – Figueira da Foz.
1966/67 – Realizou uma tapeçaria e um vitral para a Igreja de Sto. António das Artes.
1988/89 – Executou para o altar-mor e arco do triunfo da Igreja do Condessoso – Celorico de Basto, pinturas em azulejos da Aleluia.
Realizou mais de 20 cartazes para diversas entidades, ilustrou livros.
Tem obras em diversas colecções.

BRUKE

“Cavalos”
Aguarela
120x90 cm
1500,00 €


JOSEFINA PENA

“Mulher”
Peça única
182,52 €

Casada com José González Collado há cerca de 40 anos, Josefina Pena não poderia ficar imune à influência do génio deste pintor, pelo que também ela se devotou à arte amalgamando no barro os imaginários que aprendeu a materializar, inspirando-se na nossa Rosa Ramalho de quem foi admiradora.
A passar dos oitenta anos, ela e o seu marido são matinais a abrir o atelier, que comungam, lidando ele à volta das telas nunca menos do que cinco horas diárias e ela à volta do barro, do forno ou do vidro com a mesma persistência de há longos anos.Vivem em Ferrol, depois de larga peregrinação por Tunes e Madrid.

MÁRIO SILVA

“Máscaras”
34x48 cm
800,00 €
“Caos”
Acrílico s/ tela
72x59 cm
1250,00 €

“Mulher”
Aguarela
70,5x59 cm
1000,00 €

1930 – Nasceu em Bencanta, Coimbra onde estudou na Universidade;
1957 – Expõe pela 1ª vez no Salão Nicola;
1958 – Fundou com outros artistas o Circulo de Artes Plásticas da Associação Académica de Coimbra, do qual foi director no ano seguinte.
1960 – Realiza o Cartaz do Circulo de Conferências Musicais da Fundação Calouste Gulbenkian;
1961 – Expõe na Suécia na Sveriges Radio – Estocolmo;
1962 – Expõe na Casa da Imprensa em Lisboa;
1963 – Expõe em Amesterdão na “Kunstzaal Vieger”;
1964 – Expõe na Galeria o 1º de Janeiro – Porto;
1966 – Expõe na Galeria Divulgação – Porto;
1967 – Expõe na Figueira da Foz, Albufeira;
1968 – Participa na Exposição de Bruxelas/68 e numa colactiva em Houston (E.U.A);
1969 – Expõe na 1ª Bienal Internacional de Pintura Contemporânea em Florença – Itália;
1971 – Expõe no Palácio Foz – Lisboa;
1973 – Expõe em Londres e em Angola;
1975 – Expõe em Berna no Bank Von Ernst e no Museu Nacional de Belas Artes no Rio de Janeiro e no Gabinete Português de Leitura, S. Salvador da Baia, Brasil;
1976 – Expõe na Galeria “Barfusser 12” em Brasileia – Suíça, e com o grupo “So”l na Galeria “Kuns Giebel” em Werel (Suíça). Expõe em Sevilha na Galeria “Al-Wasiti”;
1977 – Expõe em Paris, na Casa de Portugal. Expõe na Galeria Sesimbra. Expõe no Iberlivro – Lisboa;
1978 – Expõe na Galeria Grade em Aveiro. Expõe na Galeria “Carouge” em Genebra, Suíça;
1980 – Expõe na Galeria Codilivro – Lisboa. Executa pinturas murais e vitrais para a Igreja de Vila Nova da Rainha em Tondela e uma escultura para o Hotel Sheratou – Lisboa;
1981 – Expõe no Museu Tavares Proença Júnior – Castelo Branco. Expõe na “Internacional Conference on High Energy Physics – Fundação Calouste Gulbenkian;
1985 – Expõe na GaleriaDitoc – Lisboa;
1988 – Expõe em Roma na “Settimanadi Lisboa”. Expõe na Galeria Graal-Arte em Coimbra. Expõe no Hotel Ijanem – Porto;
1989 – Expõe no Marinahotel em Vilamoura. Expõe no Hotel “Le Meridien” Lisboa;
1990 – Expõe na Galeria Sandeman – V. N. Gaia. Expõe na Galeria Grade – Aveiro. Expõe colectivamente no Casino do Estoril. Exposição no Marinhotel – Vilamoura;
1991 – Expõe em Nova Iorque e Casablanca em Marrocos;
1992 – Expõe em Sevilha “Expo 92”;
1993 – Expõe na Galeria Ditec em Lisboa. Em S. Jorge nos Açores;
1994 – Expõe na Galeria Santa Clara em Coimbra e na Ilha Terceira nos Açores. Expõe na Lóios Galeria no Porto;


Prémios
1966 – Medalha de Bronze no Salão Antoniano – no Estoril;
1967 – Medalha de Prata no Salão de Arte Moderna no Estoril;
1970 – Medalha de prata no Salão de Arte Moderna no Estoril;
1971 – 1º Prémio de Escultura “Prémio Valbrunc” em Gabice-Mar – Itália;
1973 – 2º Prémio e Medalha de Prata na exposição “Il Pennelo d’Oro/73 – Milão – Itália;
1974 – 1º Prémio e Taça para o Melhor Artista de Vanguarda em Milão – Itália. Medalha de Prata da “Azienda di Siggiorno” em Cabbice-Mare, Itália;
1975 – Grande Prémio Galliano/75, Itália. Medalha de Ouro na “Volta d’Arte” – Lombardia – Itália. 2º Prémio de Escultura “Prix – Valbruna” Itália;
1976 – Prémio “Galeria S. Vicente” – Itália;
1979 – 1º Prémio para a Paz no Mundo da “Fundação Poetas, Escritores, Pintores e Jornalistas”;
1982 – Taça de Prata “Câmara Municipal de Como” – Itália;
1983 – Prémio Internacional da Paz – Itália;
1984 – 1º Prémio em Siena – Itália.


É membro da Academia d’Arte e Ciência “Os 500 de Roma”.
É Académico Honorário da Secretaria Académica de Roma.
Faz parte da Academia Internacional de Basileia – Suíça.

EURICO BORGES

Óleo s/ tela
46x55 cm
1000,00€
Nasceu em Chaves em 1959.
Em 1968 foi viver para Paris onde estudou pintura.
Em 1970, em Portugal, frequenta a Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa.
Em 1975 viveu e estudou em Espanha, Holanda e Alemanha.
Em 1976 foi seleccionado para o Salão de Outono em Valência.
Em 1977 foi proposto para medalha de Mérito Artístico do Ministério de Informação e Turismo de Espanha, que lhe foi outorgada no ano seguintes.
Orientou cursos de fantoches. Cursos de Pinturas e Desenho na Volkshochschule de Krefeld.
Em 1984 realiza uma pesquisa sobre Máscaras Transmontanas.
Fundou em 1984 dirigiu até 1987 a Galeria do Posto de Turismo de Chaves.
Em 1987 foi o artista homenageado na III Bienal de Arte Jovem – Chaves.
Em 1988 foi integrado no quadro da Câmara Municipal de Guimarães como animador cultural.
Em 1991 foi requisitado pela Câmara Municipal de Chaves onde exerce as funções de animador cultural.

Expôs colectivamente em:
1969 - Estoril Salão de Outono
1970 – Mercado da Primavera – Lisboa
1974 – Termas – Chaves
1976 – Salão de Outono Mairon de la Cultura – Orleans – França
1979 – Universitat – Utreque
1980 – Bienal de Vola Nova de Cerveira
1983 – 1ª Bienal de Arte Jovem, Chaves
1984 – Mercado Ferreira Borges – Porto; Galeria de Arte do Porto de Turismo – Chaves
1985 – Bienal de Desenho da Cooperativa Árvore; Rotary Clube – V. N. Gaia
1986 – Bienal de Vila Nova de Cerveira
1987 – III Bienal de Arte Jovem
1989 – Paços dos Duques de Bragança – Guimarães
1991 – Galeria Interatriun – Porto
– Galeria Belobelo – Porto

Expôs individualmente
1972 – Prémio do Comércio – Chaves
1973 – Casa do Douro – Régua
1975 – Museu Arqueológico – Ourense
1976 – Ateneo – Valência
– Galeria Cite
– Chez Paprin – Paris
1977 – Caja de Ahorros – Cádiz
– Galerie Varrón – Salamanca
– Círculo de Artes – Lugo
– Diputátion Provincial – Cáceres
– Caja de Ahorros – Benidorm
– Caja de Ahorros – Valladolid
– Caja de Ahorros – Camora
1978 – Galeria Souto – Ourense
1979 – Amesterdan – ART
1981 – Duisburg – Volkshochschule
– Dortmund – Gosdsal
1982 – Krefeld – Buchcherland Am Rathaus
– Duisburg – Volkshochschule
1983        – Osnabruck – Abendgalerie
Dusseldorf – RWI e Kunstrelle
1984        – Delegação da Comunicação Social – Porto
Museu da Região Flaviense – Chaves
1985        – Espelho da Moda – Porto
1988 – Credit Franco – Português – Porto
– Turismo da Póvoa de Varzim
1989 – Assembleia – Guimarães
1991 – Aula da Cultura – Ourense
–Museu da Região Flaviense – Chaves
1992 – Lóios Galeria Porto

ORLANDO FALCÃO

“Paisagem com pássaro”
72x82 cm
1.100,00 €
 
“Composição”
Técnica Mista
80x80 cm
1.100,00€


Nasceu em Bragança em 1956.
Concluiu o curso da Escola Superior de Belas Artes no Porto “Artes Gráficas e Design” em 1978.
Tem desenvolvido a sua actividade profissional no campo das Artes Gráficas e de Publicidade.
É professor na Escola Soares dos Reis.
Expôs individualmente na Galeria do Café Belas Artes – Porto; Galeria Da Vinci – Porto; Galeria Senhora Dona – Porto; Galeria Hotel Meridien – Porto; Lóios Galeria – Porto.
Expôs colectivamente em França, Recife – Brasil, no Hospital Maria Pia e no Palácio da Bolsa.
Participou pela Lóios Galeria na feira de Arte: Europ’Art – Genebra – Suíça; Art Jonation – Cannes – França; Lineart – Gent – Bélgica; e na FAC – Feira de Arte Contemporânea – Coimbra.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

MARGARIDA SANTOS


“Mulher”
Óleo s/ tela
33x25 cm
1.200,00



1946 – Nasceu em Canelas – V. N. Gaia
1962 – Curso de Artes Decorativas Soares dos Reis /Porto
1968 – Licenciatura em escultura na Escola Superior de Belas Artes do Porto
1970 – Curso de Ciências Pedagógicas da faculdade de Letras/ Coimbra
1972 – Estágio Pedagógico e Exame de Estado
1972/74 – Bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian
1974/75 – Orientadora Pedagógica da Direcção Geral do Ensino Básico
1975/80 – Orientadora da Equipa Pedagógica de educação Visual da Telescola
1980/82 – Autora, apresentadora e colaboradora de programas culturais da Rádio Televisão Portuguesa
            - Sócia fundadora da Cooperativa Cultural “Artistas de Gaia” da qual é Presidente da Assembleia Geral
            - Sócia fundadora da Associação Nacional dos Artistas Plásticos Portugueses da qual é Vice-presidente da Assembleia Geral
            - Membro da Direcção da Associação de Dadores de Sangue de V. N. de Gaia
            - Sócio da Sociedade Nacional de Belas Artes da Cooperativa “Árvore”, da Associação de Solidariedade Nacional dos Professores de Comunicação e Exposição Visual
            - Autora de obra diversa na área da Escultura: bustos, retratos, relevos, troféus, múltiplos, medalhas, monumentos.
            - Autora de programas radiofónicos e artigos de opinião na imprensa falada e escrita
           - Autora e ilustradora de poesia, bem como de obra gráfica
            - Responsável por cursos para orientadores de professores, filmes pedagógicos e didácticos, diaporamas, etc.
            - Exerce a Escultura e o Ensino
1992 – Directora Aristica da Galeria de Praga/ Porto


Exposições Individuais
1973 – Galeria Abel Salazar – Porto
1974 – Galeria Espaço – Porto
1981 – Galeria da Casa Museu Teixeira Lopes/ V. N. Gaia
1983 – Galeria Roma e Pavia/ Porto
            - Galeria Andy’s Porto
1984 – Assembleia de Guimarães/ Guimarães
1985 – Cooperativa “Árvore”/ Porto
1986 – Galeria Barca d’Artes/ Viana do Castelo
1987 – Galeria do Hotel Corcel/ Porto
1988 – Galeria Augusto Gomes/ Matosinhos
            - Centro Cultural do Alto Minho/ Viana do Castelo
            - Galeria Barredo/ Porto
1989 – Galeria Múltipla/ Espinho
            - Galeria do Porto de Turismo da Póvoa de Varzim
            - Bank of Lisbon International, Lda – Joanesburgo – África do Sul
1990 – Galeria Bocage/ Setúbal
1991 – Lóios Galeria – Porto
            - Auditório Municipal de Gondomar/ Gondomar
1992 – Lóios Galeria – Porto

IRENE PISSARRO

“ALGUNS PORMENORES”
Acrílico s/ tela
90x140x4cm
1.500,00 €


Irene Pissarro nasceu em Lisboa em Novembro de 1957
Estudou Pintura e Artes do Fogo na Escola de Artes Decorativas António Arroio
Continuou os seus estudos de Pintura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa
Estudou Design e Tecnologia para a Cerâmica na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha
Em 1978, formou o seu próprio atelier no ramo da Cerâmica e Pintura trabalhando exclusivamente nesta actividade durante 12 anos
Forneceu regularmente trabalhos seus para diversos Designers de Interiores, bem como para empresas “ALTAMIRA” e “DIMENSÃO” em Lisboa
Irene Pissarro combina estas actividades com a de professora de Artes Visuais, há cerca de 20 anos

Exposições colectivas
· Galeria do Restaurante Panorâmico de Monsanto - Lisboa
· 1ª Arco de Madrid
· Estufa fria em Lisboa
· Exposição no Museu da Água – EPAL com o tema “Água” – Lisboa
· Feira internacional de Valência – Espanha
· Galeria do Auditório da Câmara Municipal das Caldas da Rainha
· Galeria do Castelo de Pires Couche
· Galeria da Cooperativa “A Sacavenense”
· Galeria 74 - Porto
· Galeria do Auditório de Vendas Novas – “Arte no Feminino”
· Galeria do Museu Grão Vasco – Viseu
· Galeria Khroma – Vigo
. Pontes Luso-Galaicas (Galeria Vieira Portuense) - Porto
. Ao Redor do Touro (Galeria Vieira Portuense) - Porto
Exposições individuais
· FATACIL em Lagoa - Algarve
· Galeria da Junta de Turismo da Ericeira
. Galeria Vieira Portuense - Porto

terça-feira, 17 de abril de 2012

EDUARDO HERMIDA

"Minotouro"
Técnica Mista
800,00
Eduardo Hermida
Ferrol 1965
Estudia en la escuela de Artes Pablo Picasso de A Coruña
Trabaja en diversas agencias de publicidad y en el departamento de artìstica de " El corte Ingles"
Ha sido profesor de escaparatismo durante 5 años en A Coruña, Vigo, Allariz , Boiro, A Guarda , Ferrol Y A Guarda.
Actualmente imparte cursos de pintura en su estudio de Ferrol.
Exposiciones individuales:
2002- galerìa bomarzo : Vilagarcìa
2005- sala calleja la ciega .Oviedo
Talleres José Fernández . Ferrol
Garufa. a coruña
Centro social Allariz
Roi Xordo. allariz
Clavicembalo. lugo
2008-galería Sargadelos . Monforte
Cllub de Campo. Ferrol
As Meninas de Canido
2009-Galerìa Sargadelos Ferrol
Rectoral de Cines
As Meninas de Canido
Pintura mural plaza de Armas de Ferrol
Encuentro internacional arte e natureza . Aldea Nova
2010- Galerìa Sargadelos Ferrol
As meninas de canido
Pintura mural en Instituto Ferrol Vello
Taller de arte en colegio Ponzos. Ferrol


MARIA TERESA BARROS

“Corrida”
Técnica Mista (Textura a espátula, acrílico e óleo)
46x70 cm
900,00


NOMBRE: M ª Teresa Barrós Lodeiro.
LUGAR DE NACIMIENTO: A Coruña.

ESTUDIOS
· Título de Maestra de Primaria otorgado por la Escuela Universitaria del Profesorado de E.G.B. de A Coruña. Especialidad en Infantil.
· Numerosos cursos sobre nuevas tecnologías, programas para la elaboración de materiales didácticos y uso de los medios audiovisuales.
· Cursos impartidos por la Consellería de Educación, muchos de ellos dirigidos a las artes plásticas.
· Cursos impartidos por entidades privadas en las que ha trabajado en el repujado en estaño, cuero, talla de madera, esmalte al fuego, etc.
· Monográficos impartidos por la Escuela de Artes y Oficios (cerámica y vaciado en escayola).
· Clases de dibujo y pintura impartidas por dos importantes pintores de la ciudad de A Coruña. Durante varios años acudió al estudio del pintor Marcial J. Ortíz con el que perfeccionó la pintura del natural.
· Curso de grabado litográfico impartido por Omar Kessel en la Fundación CIEC (Centro Internacional de la Estampa Contemporánea) de Betanzos.
· Módulo de grabado calcográfico en el “III Máster sobre la Obra Gráfica 2006” en la Fundación CIEC. Betanzos- A Coruña. Impartido por: Antonio Alegre Cremades, Anne Heyvaert y Alejandro Fernández-Arango.
· Módulo de xilografía en el IV Máster de Obra Gráfica 2007 impartido por Julio Evangelio, Omar Kessel y François Maréchal.
· Curso xilografía Museo Bellas Artes, A Coruña 2008, impartido por Omar Kessel.

EXPOSICIONES
· 1997 - Exposición colectiva en el Centro de Promociones de A Coruña.
· 1999 - Exposición individual en el salón de exposiciones del Club del Mar de San Amaro (A Coruña).
· 2002–2003-2004-2005- Exposiciones de pequeño formato en la Asociación de Artistas de A Coruña
· 2005 - Seleccionada Certamen de pintura Galería Burela, Concello de Burela, Lugo.
· 2005 - Exposición individual en la Asociación de Artistas de A Coruña.
· 2005 - Exposición en la sala de arte Concello de Burela, Lugo.
· 2006 - Exposición colectiva “La Mujer en la Pintura” organizado por la SAF. Salón de Primavera 2006. Ferrol.
· 2006­­­ - Exposición individual sala de arte Concello de Burela, Lugo.
· 2007 - Seleccionada Certamen “Premio pintura Toxos e Froles”. Tema El Mar. Ferrol.
· 2007 - Obra gráfica en la sala Galería Panaderas. Fondo subastas.
· 2007/8 - Aguafuertes y punta seca para Colectiva de obra gráfica (Siete grabador@s).Galería Panaderas. A Coruña.
· 2007/8 - Exposición pequeño formato en la Asociación de Artistas de A Coruña
· 2008 - Exposición colectiva “10 Pintores ,10 Sensibilidades” en la Asociación de artistas de A Coruña.
· 2009 - Seleccionada Certamen CEE. A Coruña.
· 2009 – Certamen Góis Arte invitada por Concello de Oroso.
· 2009 – Exposición colectiva Oroso.

Desde hace varios años pertenece a la Asociación de Artistas de A Coruña formando parte de su junta directiva y a la Asociación de Artistas de Ferrol (SAF).
En los colegios en los que estuvo impartió pretecnología y manualidades el ciclo superior, formó talleres permanentes de dibujo y pintura, elaboró y coordinó las actividades artísticas de los centros.
No gustó de hacer exposiciones, volcando su creatividad en los alumnos. 

PEDRO BUENO SANTO

"TOURADA"
técnica mista
81x100 cm
1.900,00 €

"Ponte de Amarante"
Óleo s/tela
73x92 xm
1.800,00 €

Nasce na Corunha em 29 de Novembro de 1952. De formação autodidacta as suas primeiras exposições datam de 1978, sendo as mais importantes as ocorridas em Hogar juvenis de Noia (Corunha), Ayuntamiento de Corunha, e clube náutico de Portosin. No mesmo ano é galardoado com o 2º premio de pintura Concello de Cambre com a obra intitulada “ Tres versiones para una plancha.”
1979 – Expõe de forma individual na galeria de arte Brétema e na trattoria Fratelli da Corunha, também no mesmo ano realiza várias exposições colectivas por diversas populações da província.
No ano 1980 participa nos certames II Bienal de pintura cidade de Mondoñedo, onde consegue o 1º Prémio com o quadro titulado “Eclosión” e o 1º prémio de arte Fundação Araguaney onde é finalista. Durante os seguintes meses deste ano participa em diversas exposições individuais e colectivas.
1981 e 1982 expõe frequentemente de maneira colectiva, sendo a exposição mais importante a realizada no 7º salão de arte celta em Lorraine (Bretanha, França).
Em 1984 juntamente com outros artistas, dos quais podemos destacar a Gancedo, José Luís Vasconcellos, Ramón Manzano, Nito D`avila, Xoxé Cobas, etc. funda o grupo “Desnível” organizando diversos actos culturais por diversas cidades da comunidade galega. Em Março do mesmo ano edita a revista de arte que leva o mesmo nome que o grupo, sendo seu maior impulsor o pintor madrileno Francisco Rojas.
1985 – exposições na galeria Bellas Artes de León, homenagem a quatro figuras galegas na sala de exposições da Delegação de cultura da Corunha e várias com o grupo “Desnível”.
No ano de 1986 ingressa como professor de desenho no colégio Salesiano da Corunha, expõe na Associação de artistas e participa no “III Certame de pintura do Concelho de Cambre”.
Do ano 1987 ao de 1989, colabora como desenhador no caderno de economia para La Voz de Galicia. De maneira conjunta expõe em homenagem à Maternidade na Estação Marítima da Corunha.
1990 – Exposições na sala da Associação de Artistas da Corunha e no 7º certame de pintura do Concelho de Cambre. Durante os anos 1991 e 1992 por falta de motivação não tem nenhuma actividade artística.
Em 1993 participa no III certame de artes plásticas “Isaac Díaz Pardo” onde lhe é concedido o prémio aquisição à obra titulada “Bodegón en cristal”; no mesmo ano expõe na Estação Marítima, (Corunha), Museu Carlos Maside de O Castro (Sada), e na galeria de arte Arte Imagen, (Corunha).
No ano 1994 realiza várias exposições individuais e colectivas, participa no concurso de cartazes “Deporte para todos” organizado pela Diputación da Corunha onde é selecciona a sua obra que se expõe por toda a província da Corunha.
1995 – Exposições em Vigo na sala do BBV, Casino do Atlântico, galeria Arte Imagem, e Hotel Trip Maria Pita.
1996 – Concorre ao VII certame de pintura Bello Piñeiro, obtendo o 1º Prémio com a obra titulada “As Pardiñas”, também participa no I Salão de Outono da Real Academia Galega de BBAA Nossa Sª do Rosário com a obra “ La danza, aquelarre” sendo seleccionado, mesmo assim vai a Córdoba e participa no certame “Maestro Mateo” com a obra “David” sendo também seleccionado. Exposições na Casa CHARRI (Oleiros), Casino do Atlético e Palácio de Congressos, “Supermercado da arte” Madrid e Corunha, organizada por American Prints, Sporting Club Casino e a galeria de arte Obelisco da Corunha.
1998 – Realiza para a sociedade “Clube do Mar de San Amaro” o mural “Adormideras” e também o mural “El café” para a cafetaria “Café de Carlos”. Colabora no instituto de Someso da Corunha numas “Xornadas artísticas” para alunos de 3º curso de F.P.2 e 1º, 2º e 3º de E.S.O. Participa no II Salão de Outono de pintura Academia Gallega de BBAA Nª Sª do Rosário com a obra “Entre choqueiros y peliqueiros” (Entrudo) sendo finalista. Expõe na Associação Nike, Americam Prints, Bilbao, galeria Obelisco, galeria Alameda Vigo.
1999 – Neste ano é incluído na Grande Enciclopédia Galega. Expõe de forma individual na galera José Lorenzo de Santiago de Compostela, Casa de Galicia Xunta de Galicia Madrid, Casa de cultura de Ribeira, Corunha, e de forma colectiva Pontevedra com Centroamérica, associação Nike, galeria Alameda em Vigo, Centro sociocultural de Vite em Santiago de Compostela, American Prints, e participa nos certames de pintura do Palácio de Congressos sendo-lhe concedida a menção especial com o quadro “Sacerdotisa” e certame de pintura rápida Villa de Olme sendo-lhe concedida a menção de honra.
2.000 – Exposições individuais no Ayuntamiento da Corunha, Casino do Atlântico, e colectivas com o grupo Nike, American Prints em Vigo. Participa no III Salão de Outono de pintura da Real Academia Gallega de BBAA Nª Sª do Rosário com o quadro “Tauromaquia”.
2001 – Coincidindo com a feira taurina da Corunha expõe no hotel Trip Maria Pita a colecção “Tauromaquia”.Neste mesmo ano, colabora com o Círculo Lírico Calderón, realizando o cartaz para “La verbena de la paloma”.
2.002 – Neste ano expõe na sala de “Amigos dos museos de Galicia” (Portas Ártabras), onde apresenta a série “ O entreoido “ e nas galerias Casa del libro de Vigo e galeria La campana de Santiago de Compostela, também de forma colectiva expõe “El paisaje, puntos de vista” na galeria Trebellar da Corunha e “Santiago mar adentro” na galeria La Campana, Santiago de Compostela. Em Agosto deste ano é incluído no dicionário de pintores e escultores espanhóis do século XX. Participa no XX certame de pintura rápida Cidade de Lugo, onde lhe é concedido o 2º prémio. Também participa no certame de pintura Vila de Cedería onde também lhe é concedido o 2º prémio.
2003 – Com os pintores José Luis López Vasconcellos e Folgueira funda o Grupo “Mamoa”. Exposições colectivas na galeria Trebellar, Corunha, Salão galego de gastronomia e turismo “ Espourénse “,” Costa da morte horizonte de vida “ Hostal de los Reyes Católicos, Santiago de Compostela,Casino do atlântico.É incluído no Guia de artistas de Galicia, editado pela Xunta de Galicia. Colabora como comentarista com a revista de arte Arte Galicia século XXI.
2004- Expõe no Clubfinanciero Atlántico na colectiva de natal e passa grande parte deste ano preparando o projecto para decorar os murais do antigo edifício do Clube do Mar de San Amaro da Corunha.
2005- Começa a trabalhar nas fachadas do Clube do Mar de San Amaro os murais “Marenostrum” e ao mesmo tempo expõe de forma individual no Casino do Atlântico e na galeria de arte Lucía López da Corunha.É convidado pela Deputação provincial da Corunha a participar noI ENCONTRO COA PINTURA- que se desenvolve nol Pazo de Mariñan, no qual se encontra com outros artistas tais como Alfonso Costa, Carpo, Dorda, Babío Sabio, Noemí Otamendi, Jaime Galdeano, Patinha, Manuel Romero, Cobas, Manuel Gandullo Etc. E com poetas da estirpe de Carlos Pereira, Xulio Valcarce e Eva Veiga; Compartilhando com eles umas jornadas artísticas inolvidáveis. Em Setembro deste mesmo ano termina os trabalhos dos murais do Clube do Mar.Participa com a Galeria de Arte Pablo Ruiz de Málaga na 7ª feria internacional de Arte "Immagina" em Reggio Emilia, Itália
2006- É incluído no dicionário Internacional de Arte e Literatura Contemporânea. Participa no II ENCONTRO COA PINTURA - que se volta a celebrar no Pazo de Mariñan. Em Maio deste mesmo ano expõe na Galeria de Arte “Arte Idea” de Ferrol, participa com seus alunos numa exposição colectiva na sala de exposições da biblioteca pública González Garcés da Corunha.Em Março deste mesmo ano é galardoado no IX certame de artes plásticas “Isaac Díaz Pardo “com o prémio aquisição com a obra “La espera “.No mês de Abril participa na feira internacional de arte “Art-Holland” em Haya – Holanda. Organiza em colaboração com a Câmara oficial mineira da Galiza o I Certame de pintura rápida em explorações mineiras da Galiza, que se celebra nos terrenos recuperados das minas de carvão de Endesa em As Pontes de García Rodrigues. Também é convidado pelo Ayuntamiento de La Alberca em colaboração com a Diputación de Salamanca a participar no “ III ENCUENTRO INTERNACIONAL DE PINTORES DE LA ALBERCA “ que se celebra entre os dias 18 a 23 do mês de Setembro. Com o quadro “El espíritu de Mariñan” participa no VI Salão de Outono de pintura da Real Academia Galega de BB.AA. Nª Sª do Rosário, onde lhe é concedido o 3º premio.
2 007 – Participa no II certame de pintura jovem galega patrocinado por El Corte Ingles, com o quadro “Carnamascarada” sendo finalista com menção.Com o titulo de Mariñan 5 x 5, expõe com Alfonso Costa, Manuel Gandullo, Celestino Poza e Xosé Vázquez de forma colectiva na faculdade de BB.AA. de Pontevedra e diversos municípios da Corunha.De modo individual projecta para este mesmo ano as exposições de Casino do Atlântico da Corunha e a do Liceu de Noia. Participa no III ENCONTRO COA PINTURA E A POESIA, organizada pela Diputación da Corunha no Pazo de Mariñan, e no II ENCONTRO COA ARTE, LEMBRANDO A CUNQUEIRO, organizada pelo Concello de Brión durante os dias 8,9 y 10 de Junho. No mês de Julho deste mesmo ano começa com a segunda fase dos murais do Clube do Mar, esta segunda fase localizada na fachada da cafetaria, realiza-a com a técnica do mosaico, mesclando diversos tipos de peças tanto em tamanho como em cor, conseguindo com isso uns interessantes efeitos de luz e volume.No mês de Outubro conclui a primeira fase dos mosaicos do Clube do Mar.

JUAN CIDRÁS

Acrílico s/ tela
39x46 cm
400,00 €
 
Acrílico s/ tela
46,5x51,5 cm
400,00 €
Acrílico s/ tela
46,5x51,5 cm
400,00 €
 
Acrílico s/ tela
73x86 cm
700,00 €
Acrílico s/ tela
60x69 cm
400,00 €
Acrílico s/ tela
60x69 cm
400,00 €
Acrílico s/ tela
92x73 cm
700,00€

Técnica Mista
105x105 cm
1.000,00€

Falces. Navarra, 1950-1992

INDIVIDUALES (Selección)
1992 Galería Loios, Oporto
1993 Galería VDV, Milán
Galería Xeito, Madrid
1994 Palacete Dos Mendoza, Pontevedra
Galería Loios, Portugal
1995 Galería Volter, Orense
2001 “Plástico Apretado”, Galería Sagardelos, Santiago Compostela

EXPOSICIONES COLECTIVAS (Selección)
1990 Galería Millares, Madrid
1991 “Memoria dunha década”, Bienal de Arte de Pontevedra
1994 IV Mostra Unión Fenosa, A Coruña
1996 VI Interbienais Vilanova de Cerveira, Portugal
1998 AAF’98 Ljubljana, Eslovenia
Art Múltiple’98, Düsseldorf
Art-Jonction, Cannes
2000 Generación 2000, Caja Madrid. Itinerante
Real Jardín Botánico, Madrid
Sala de Exposiciones de Caja Madrid, Barcelona
Sala Municipal de Exposiciones Museo de La Pasión.Valladolid
Casa de La Provincia, Sevilla
Centro Cultural La Beneficencia, Valencia
2001 Premio de Arte Emergente Estación Marítima, A Coruña
VII Mostra Unión Fenosa, A Coruña
XVII Premio de Pintura L’Oréal, Centro Conde Duque, Madrid
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Movimiento Androx
ANDROX, griego de origen, es la invitación, no al vals, no al delirio, no a los astros viajeros; es la invitación a todo, la emancipación de todo, el libre albedrío de todo, con tal de que nos diga algo plasticamente viable, o discutible, o pensante, o que haga pensar, o fruncir el ceño ... " El ceño serenar de faz severa".
Este grupo, o mejor Antigrupo, ya que cada uno campa a su repetuosidad, se compone de SIETE plásticos, escultores y pintores, portugués uno, los demas recreados en nuestro Noroeste. Allí todos son todos y cada cual. Les une la misma llama, el mismo fósforo, la misma fatalidad, el mismo anillamiento al ensueño, la misma pasión estelar. Pero la expresión esterna, la piel y la entraña de su quehacer son otros, son de cada uno y no cabe confundirlos ni en cuanto a nombre ni en cuanto a realización.
Podría unirlos el hecho de haber nacido en su siglo y comulgar en cuanto este significa de rebelde, de insólito, de "misterioso". Yo diría que les une la pasión del "mixterio", de la letra X. Es decir, del todo y de la nada. Del glorioso absurdo.

De la angélilca nada. De todos los imposibles que el arte de hoy quiere hacer posible.
No hay influencias ajenas. Hay coincidencias en el tiempo en el espacio.
Podría hablarse de Chirico, de Dalí, de Pollock, de Henry moore, de Tanguy, de otros. Pero interesa más en estos francotiradores, lo que ponen de si-mismo, la apuesta que ponen en juego "El cero contra el Alma" que lo pudieran evocar de los demás.

Escultor ANDRADE: Entre Isla de Páscua y los hititas. ALVAREZ DOMINGUEZ; Entre las musas Inquietantes y cierto heroismo renacentista a lo piero de la Francesca. VICTOR BARROS: Espectros de seres y de objetos, palacio y desván. CIDRAS: "Me sirve de modelo tu trabajo, las cosas mas pequeñas, tu figura, préstamelas". Ejemplo de modestia y delicadeza. LAREO: Las Talópidas, Invocaciones horadadas, campeantes, motorizadas. FINO LORENZO: Su majestad la acuarela. Su obra parece ser de las más prometedoras pero con un Don para la transparencia y la pulsación justa que hace de estos veintiseis años de pontevedrés una realidad sugestiva. ROSA QUICLER: Diversa, imaginativa, e imaginaria, sembrada de horror y de nieve, de monstruos, de estalactitas, de edenes, de inocencia, de intuiciones lumínicas de llamas, carnavales y demonios, está tan lejos de Goya como de Pollock, mentiras vestidas con flores de cieno, ríen su risa de búhos, ahogando los gritos del miedo, "dicho con palabras de la pintora".
D. Ramón Faraldo

JOAQUIM LOPES

"Almeida Garrett"
Tinta-da-china"
19x12 cm
1.800,00 €

Joaquim Francisco Lopes nasceu na Rua Bela, no lugar da Ilha, freguesia de Vilar do Paraíso do concelho de Vila Nova de Gaia, em 23 de Abril de 1886. Era um dos oito filhos do casal José Francisco Lopes, trabalhador da construção civil, e Olívia Pereira.
Devido às dificuldades económicas da família, Joaquim foi educado pela avó paterna, que lhe proporcionou uma vida menos árdua do que a dos irmãos.
Após frequentar os estudos primários, durante os quais se manifestou a sua vocação artística, o tio José pô-lo a trabalhar numa serralharia em Gaia, propriedade de Manuel Correia, onde lhe foi confiada a tarefa de pintar ornamentos de cofres.
Por essa altura, foi aconselhado a ingressar na Escola Industrial Passos Manuel, onde estudou Desenho, Pintura e Modelação e na qual terminou os estudos com a classificação de 20 valores, em 1906. Neste estabelecimento de ensino aprendeu cerâmica, o que lhe permitiu vir a trabalhar mais tarde em fábricas deste ramo, em Vila Nova de Gaia (Cavaco, Carvalhinho, Agueiro, etc.).
Seguidamente, inscreveu-se no curso de Pintura da Academia Portuense de Belas Artes, onde foi aluno de João Marques de Oliveira e de José de Brito. Nesta escola, teve por colegas outros artistas gaienses, como Diogo de Macedo, Henrique Moreira, Joaquim Martins, Manuel Marques e António de Azevedo.
Em 1913, ainda aluno de Belas Artes, realizou a primeira exposição com o amigo Diogo de Macedo.
Em 1914 alcançou uma bolsa de estudo que lhe possibilitou pintar a paisagem do Gerês, na companhia de Soares Lopes. Os trabalhos então realizados foram apresentados na sala de exposições do jornal "O Comércio do Porto".
Em 1915 terminou a licenciatura com a média final de dezassete valores e, quatro anos depois, partiu para Paris, para aperfeiçoamento da Pintura. Durante essa temporada fora do país, estudou na Academia Grande Chaumière e foi influenciado pela cor e pela luz dos impressionistas.
De volta a Portugal começou a leccionar no ensino técnico, em 1930 passando para o ensino universitário, pois nesse ano foi nomeado, por concurso, Professor de Pintura da Escola de Belas Artes do Porto. Neste estabelecimento de ensino, onde leccionou durante dezoito anos, veio também a ocupar o cargo de Director (de 1948 a 1952). Durante este período de tempo participou nas Exposições Magnas, promoveu a compra do atelier de Soares dos Reis, na Rua de Camões, em Vila Nova de Gaia, a ampliação das instalações da Escola e chefiou as Missões Estéticas de Férias em Viana do Castelo (1940) e em Bragança (1943).
A sua pintura, a óleo, a pastel e aguarela, que lhe valeu vários prémios, representa retratos, motivos regionais e paisagens e foi apresentada em exibições nacionais e internacionais. Está espalhada por vários museus, tais como o Museu Nacional de Soares dos Reis, o Museu da Faculdade de Belas Artes da U.Porto, ambos no Porto; a Casa-Museu de Almeida Moreira, em Viseu; o Museu do Abade de Baçal, em Bragança; o Museu José Malhoa, na Caldas da Rainha; o Museu Grão Vasco, em Viseu e o Museu do Chiado, em Lisboa.
O pintor representou Portugal na Exposição Internacional do Rio de Janeiro (1922/1923), onde recebeu a Medalha de Prata, e, em 1929/1930, enviou telas suas com motivos portuense para a Exposição Ibero-americana de Sevilha, tendo obtido medalhas de prata e de ouro. Por diversas vezes foi distinguido pela Sociedade Nacional de Belas Artes pela sua participação nas exposições anuais de pintura e pelo Secretariado Nacional de Informação, que lhe atribuiu o 1º Prémio Silva Porto, em 1944, e o Prémio António Carneiro, em 1952.
A par das actividades artísticas e pedagógicas também enveredou pela escrita e pela crítica de Arte. Foi autor de títulos como "Marques de Oliveira", "Do Regionalismo ao Nacionalismo na Arte", "Cândido da Cunha" ou "Silva Porto" e colaborou na rubrica "Artes e Letras" de "O Primeiro de Janeiro".
Jubilou-se em 1955 e morreu, pouco depois, em 25 de Março de 1956.
Muito tempo após a sua morte, o seu aniversário foi comemorado por um grupo de amigos e admiradores, composto, entre outros, pelo Maestro Raul Casimiro, pelo Engenheiro Adriano Rodrigues, pelos doutores António Emídio de Magalhães e Gil da Costa, por Francisco da Paula Ferreira e pelo pintor Manuel Rodrigues e, depois, pelo pintor Isolino Vaz e pelos doutores Alberto Uva e Fernando Ferrão Moreira.


ISOLINO VAZ

“Família”
Tinta-da-china
39x26 cm
900,00 €

CINQUENTA ANOS DE FIDELIDADE
Uma parte importante do coração da minha juventude pertence a Isolino Vaz e à sua obra; através dos volumes, dos ângulos, da luz sombria e da luminosa sombra do seu transfigurado realismo, os meus olhos descobriam perturbadamente o lado obscuro das coisas que só a inocência da arte revela.
A obra de Isolino Vaz foi então isso para mim: revelação. E exemplo do radical inconformismo donde nascem, como na obra de Isolino Vaz emoções temíveis. Eram dias difíceis em que a felicidade era feita de infelicidade e de solidariedade. A obra inquieta de Isolino testemunhava que não estávamos sozinhos e partilhava connosco o confuso sentimento épico da esperança.
Porque na geometria dessa obra, mais do que mera expressão, e mais do que repro­dução, vibrava, e vibra, o próprio efémero mistério da realidade, o que quer que seja a realidade. O modo como, sob uma luz obstinadamente racional, os fragmen­tos do mundo exterior se tornam na pintura de Isolino harmonia e sentido do lado de dentro do mundo, fizeram naturalmente dela o caminho mais curto para as inse­guras interrogações que irreprimidamente pulsavam no grande coração colectivo. A Arte serve também para isso, para nos confrontar e para, em tempos de angústia, testemunhar por nós perante nós próprios. Por essa fidelidade, por essa desmesu­rada generosidade, quero que este depoimento seja, mais do que uma improvável avaliação crítica, sobretudo também um testemunho emocionado pela Arte de Isolino Vaz. Isto é, pela Arte.
Manuel António Pina
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Conheci Isolino Vaz no verão de 49. A admissão a Belas-Artes passava então por uma prova de desenho de estátua. Alguém me aconselhara a tentar um período de aprendizagem no seu estúdio. Desenhava desde criança, mas a técnica estava limi­tada ao lápis Viarco sobre papel Costaneira, Almaço raramente, sob a direcção e ao colo de um tio que não sabia desenhar. Depois de me exercitar em caixas fechadas e abertas, cavalos de perfil e gatos frontais, sem idade para colo, orientara a produ­ção ao retrato: família e vizinhos disponíveis.
Confrontava-me subitamente com a obrigatoriedade de um salto qualitativo aterra­dor: do Viarco ao carvão e do Almaço ao Ingres. As primeiras dificuldades come­çaram com a procura do material aconselhável, correndo ao acaso e em vão as papelarias de Matosinhos e do Porto. Mais tarde experimentei a fragilidade do car­vão e a aspereza do papel. Definitivamente desmoralizado, apresentei-me no atelier de Isolino Vaz, em frente à Quinta de Nova Sintra, no sotão de uma dessas hones­tas casas portuenses, três pisos em cantaria e reboco cinzento, janelas de madeira de perfil elegantíssimo. Fui admitido e iniciaram-se as aulas. Éramos quatro e passávamos as manhãs entre Deuses e Imperadores de brancura imaculada. A janela da sala abria sobre o Rio Douro. O sol, o verde dos campos, e um ou outro solar semi-arruinado entravam por ali dentro, enquanto Isolino Vaz nos ensinava coisas inesperadas: como fixar o papel na prancheta, como apagar traços, errados com miolo de pão, como abrir um branco cristalino, como semi-cerrar os olhos ou apreender, braço estendido, as proporções exactas.
Tinha uma técnica de precisão impressionante: figuras nitidamente recortadas sobre o papel, em linhas rectas, zonas de sombra delimitadas por dois traços finíssimos, logo preenchidos pelo carvão deitado; rápido afago, por vezes com o flanco da mão, produzindo uma meia tinta de transparência absoluta sobre a textura inalte­rada do papel Ingres.
As duas primeiras semanas foram difíceis: o carvão afiadíssimo partia, a meia tinta manchava, a bola -de miolo de pão agarrava-se ao papel ou aos dedos; os Deuses troçavam de nós, distorcendo constantemente o sorriso sereníssimo, aumentando a altura da testa ou revolvendo tumultuosamente os cabelos encaracolados.
No fim da segunda semana Isolino Vaz levou-nos à praia de Leça. Não se falou em desenho. Jogamos a bola e corremos contra o vento, até ao limite do fôlego. Deita­dos na areia, seguimos com olhos espantados as passagens constantes e cadenciadas de um Mestre sem fadiga, até que o céu e o mar se fizeram lílazes.
Provavelmente este exercício preparava uma nova aprendizagem: como fixar o car­vão, que sempre ameaçava seguir a brisa da janela sobre o Rio Douro. Compramos um objecto incrivelmente engenhoso: dois tubos de metal de 3 milímetros de diâme­tro e 100 milímetros de comprimento, articulados, para mais fácil transporte em caixa de cartão branco. Introduzia-se uma ponta no frasco de fixativo Legrand, comprado na papelaria Azevedo; na outra soprava-se com brandura. O sopro devia ser contínuo e de igual intensidade. Nas primeiras experiências as superfícies som­breadas do carvão tornavam-se baças, pontilhadas por estranhas manchas orgânicas, ou empastadas, ou brilhantes aqui e ali, ou amareladas, como verniz barato sobre as madeiras da Rua da Picaria, ou como o papel de um cigarro sem filtro e mal fumado.
Isolino exemplificava. No contra luz da janela uma fina poeira doirada pulsava, mansamente, sobre Atletas, Imperadores, Deuses e Cortesãs.
Pouco a pouco, quase sem dar por isso, o carvão começou a não partir, o papel a não manchar, o miolo de pão a manter a plasticidade, o fôlego a aumentar. E a confiança. O Rio Douro tornara-se tranquilíssimo, e assim a amizade entre nós. Todas as manhãs seguíamos os altos muros de Nova Sintra, passávamos o posto de transformação modernista, as janelas ritmadas da Escola do Barão, entre tílias, japoneiras e glicínias, pensando que talvez fossemos Artistas.
No dia do exame Isolino Vaz levou-nos à Biblioteca de S. Lázaro. O Claustro estava cheio de gente "com habilidade". Pela porta entreaberta víamos os cavaletes de pinho, dispostos em torno de um tímido Jovem Augusto.
Tiras pelo menos dezoito — disse-me Isolino Vaz. Tirei bastante menos, e também muito mais: ânsia de limpidez.
Álvaro Siza
-º-º-º-º-º-
O que mais ressalta em Isolino Vaz é o pintor da «velha escola», honra lhe seja feita. A sua arte conhece a técnica e magnifica-a plenamente sem, no entanto, jamais atrasar o seu voo. Pelo contrário, a técnica serve-lhe para derramar ainda mais o seu estilo com uma liberdade fogosa, denotada, indómita. A pintura é, para ele, expansão de sentimentos fortes a que não falta rebeldia e uma autenticidade vigo­rosa, suada em insatisfação, uma insatisfação insaciável, devorante como a fideli­dade a si mesmo e aos seus motivos. Compreende-se bem que Ferreira de Castro tenha falado certo dia (como agora ouço dizer) desta insatisfação de Isolino Vaz: apreciava «Emigrantes», quadro que o romancista considerou admirável. Tão absor­vente é a arte para este artista que ele vem descurando, quase até ao exagero, os afãs que a outros seduzem. Aplaude-se, por isso, com a maior satisfação, a inicia­tiva desta «retrospectiva». Permite começar a situar Isolino Vaz e a sua obra dentro da moldura adequada, ou seja, no enquadramento que no-la torna admirável. Não apenas para o círculo restrito, também para o largo mundo.
Arsénio Mota

IRMÃ GABRIELA

óleo s/tela
55x46 cm
3.000.00€

Nasceu em 1926 na cidade da Beira, mantendo a nacionalidade portuguesa. Iniciou aos oito anos a sua preparação artística com a noção de uma responsabilidade que lhe era inata e da qual nunca mais se separou. Radicou-se, criança ainda, em Lisboa, onde frequentou e concluiu o Curso Geral dos Liceus. Muito conscientemente, em 1946, consagra-se a Deus na Congregação das Irmãs Doroteias.
Embora a expansão da arte não seja o carisma específico deste Instituto, tendo em conta esta vocação de artista, achou seu dever respeitá-la e proporcionar-lhe as condições adequadas para um trabalho sério em função de um Apostolado que, por ser Arte, é essencialmente espiritual. Teve por Mestres os Pintores Emmérico Hardwich Nunes e Domingos Rebelo, mantendo por muito mais tempo o contacto com este. Foi subsidiada pela Fundação Calouste Gulbenkian em viagens de estudo, com incidência em Paris –o berço do Impressionismo.
A pedido do público e do seu mestre e amigo Domingos Rebelo, expõe pela primeira vez em 1966, no Palácio – Foz, em Lisboa, com inteira aprovação da Superiora Provincial.
Com raras excepções, o seu movimento de Arte incide em Exposições Temáticas.


GILBERTO LOPES

“Ouro-Preto”
Óleo s/ tela
73x92 cm
1.500,00€
"Paisagem"
Técnica Mista
77x38 cm
1.000,00 €
“Paisagem Azul”

Óleo s/ tábua

71,5x90 cm
1.250,00 €

Nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1933. Com Francisco Macedo e Mendes da Silva estudou cerâmica e desenho na Escola Secundária “Passos Manuel”.
No II Salão de Educação Estética (Lisboa, 1949) são-lhe atribuídos prémios e menção honrosa. Nos anos 1951 a 1953 estuda desenho (modelo vivo) na Escola Superior de Belas Artes do Porto, com Joaquim Lopes e Dórdio Gomes.
Pratica desenho arquitectónico no atelier do Arq. Moura Costa.
Em 1954 muda-se par o Brasil. Pinta retratos e painéis murais (v.g. Seminário Santo António, Agudos, Bauru: 54m2). Dedica-se paralelamente ao “design” colaborando com Michel Arnoul, Francisco Tenreiro e Sérgio Rodrigues.
Em 1960 muda-se para Belo Horizonte onde realiza vários murais (Hotel Metrópole e residências particulares). Continua a dedicar-se à paisagem e ao retrato.
De 1962 a 1965 passa a viver no Rio de Janeiro, dedicando-se ao “design” e em decorações em residências particulares.
Em 1971 e 1973 participa nos 1.º e 2.º Salões Nacionais de Design.
Em 1981 expõe na Galeria “Roma e Pavia” (Porto).
Expõe individual e colectivamente em várias cidades do Brasil.
Em 1987 participa no IV Salão de Artes Plásticas do Rotary Club de V. N. Gaia.
Em 1990 expõe individualmente na Lóios Galeria (Porto).