quarta-feira, 9 de maio de 2012

ARMANDO ALVES

“Justiça”
Serigrafia
52x35 cm
275,00 €


Traz nos olhos a largura amplíssima da charneca alentejana e rodeia os gestos de uma calma melancólica, de fim de tarde. Estamos com Armando Alves. Pressente-se o reconhecimento do avizinhar da noite e faz-se desejar o interior da paisagem, a sua intimidade. No Alentejo ele nasceu. Ali conheceu terra e luz, homens e bichos. Embora radicado no Porto, do torrão não se despega. É a motivação dos seus quadros, diz. Mas para além do pretexto, «tem de acontecer a pintura», acrescenta.


De facto, entrevistado em 1983, advertia Armando Alves: «a pintura não é só motivação. É também acto: quadro, realização. E, aí, as coisas complicam-se de verdade».
No atelier do artista, conversando, vamos tentar descomplicar as coisas o mais possível. Estamos num rés-do-chão de prédio ainda novo. Vasco Graça Moura, que há meses nos precedeu, situa-o «ali para a Quinta Seca, ao descer da Circunvalação para Matosinhos». À entrada, o visitante passa entre quatro telas, duas de cada lado e uma de cada um de «Os quatro Vintes». Em estantes próximas, colecções de barros de Estremoz, o sabor da terra natal. Diversas pinturas inacabadas, de grandes dimensões, poisam ao acaso. Armando anda com elas às voltas desde há tempo: pinta-as e repinta-as, teimam-lhe em não ficar prontas. Outras quatro estão em fase de execução com vista a «bienal» em Espanha.
Naquela mesma entrevista, de 1983, publicada inédita no álbum «Aproximação ao silêncio» (1987), Armando Alves explica-se: «O que pretendo transmitir não é, nunca foi, uma paisagem naturalista, mas sim toda a «carga» de impressões, sentimentos, conhecimentos». (…) «Exemplos? Um cheiro. Um sabor a terra molhada. O calor que se inscreve num gesto que pode ser um rumor de vento, de pássaro… Sim: eis o que movia. Pequeninas coisas de um quotidiano familiar a que não é estranha a relação com o outro e a riqueza sempre renovada que vem dessa relação».
Num breve relance, o artista resume a sua evolução pictórica de uns bons 30 anos, os primeiros quadros de índole figurativa com laivos cubistas, depois as abstracções e logo, em sucessão, composições com recurso a cores puras e luminosas, a fase do Arco-Íris, uma entrega total à cor e à criação de transparências, atmosferas, paisagens que sentimos a respirar como nós, ao nosso hálito.
Enfim, depois das hesitações iniciais, da exploração e apropriação da linguagem plástica, Armando Alves segue um caminho, o seu. Marca-o a coerência: o artista fala-nos da necessidade conseguir uma recriação das coisas com sinceridade, procurando realçar com intensidade os valores universais. Ouvimo-lo:
«Tenho que tornar cada quadro numa obra de arte em elementos de composição, cores, etc., independentemente de aquilo que a motivou, do seu ponto de partida. Ele tem que falar a um japonês como falará a um alentejano.»
Armando diz que sempre sentiu a arte «de uma forma romântica, com atitude séria», até por causa das circunstâncias difíceis do tempo e lugar onde começou. Ele, tal como outros artistas – recorda -, teve que arranjar outras formas de sobreviver, recorrendo ao ensino, às artes gráficas, etc. Num desabafo: «Gostaria de só ter pintado na vida, porque é muito mais difícil fazer tudo o que eu fiz».
Vasco Graça Moura, no álbum citado, refere-se a um «Armando Alves professor da ESBAP, decorador, galerista, fotógrafo, autor de posters, panfletário, gráfico, desenhador, sei lá…». Quanto à função de galerista (desde fins de 1986), justifica-a: «Entendi que ela (a galeria) suprimia determinadas lacunas existentes na cidade e procurei imprimir-lhe uma dinâmica especial para dignificar os artistas e o público ao qual a arte se dirige.»
O atelier envolve-se no sossego do exterior. A luz espalhada infiltra-se por telas verticais dispostas perto dos vidros. Armando evoca-se, enquanto aluno da ESBAP, na distante transição dos anos 50-60, fala da «sorte» de ter tido bons professores (Dordio, Augusto Gomes, Resende, Sousa Felgueiras) e colegas, dos ateliers que com estes teve desde o primeiro ano escolar. Aí aprendeu «a tal oficina», como se fazem as coisas. Mais tarde, na docência, procurou transmitir esse saber, incentivando a aprendizagem, a necessidade das descobertas.
«A arte tem de trocar ideias e conhecimentos – diz. – No fundo é comunicação entre as pessoas. Em cada pintura que faço procuro uma superação da anterior. Cada quadro deve ter de facto um elemento novo de composição, para conseguir a evolução que todo o artista deseja.»
A necessidade das descobertas, em suma. Para avançar. A consciência de uma arte sempre sincera e verdadeira face aos elementos de que dispuser em cada caso.
Daí o dizer de Fernando Pernes, impresso também naquele álbum: «De facto, formulada no apelo ao intuitivo, a sua pintura desperta-nos a memória do que de mais longínquo somos e esquecemos. Talvez por isso, estes quadros reconduzem-nos Àquele sentido da arte que apenas raros mestres do humilde e do sublime souberam articular, numa consciência estética, simultaneamente intimista e coral, irmanando a substancialidade telúrica ao mistério lírico.»
No mesmo sentido, poderá ver-se em Armando Alves, dotado com a sua boa corpulência, ou na sua pintura, uma orquestração infinita dos quatro elementos naturais, a terra, o ar, a água, e sol (que é fogo), constantemente recriados, multiformes, policromos e musicais.
Ainda no texto de Vasco Graça Moura, são de sublinhar duas linhas que falam de «um ressentimento quase subliminal das pontes entre o abstracto e o figurativo, entre a caligrafia e a representação» na pintura do artista. E, de Óscar Lopes, também são de reter duas linhas: «Os (seus) quadros vêem-nos e o que neles procuramos é um olhar que nos veja até ao fundo dos olhos e seja mais nosso do que o próprio olhar.»
Armando Alves aprecia especialmente o que os homens de letras têm escrito sobre os seus quadros. Fez até questão de exarar pelo seu punho, na «Aproximação ao silêncio»: «São os escritores, os artistas quem falam melhor do que eu faço, da presença da paisagem do Alentejo, da semente que nasce, do bando de pássaros que revoa na seara…»
A conversa centra-se agora na questão do lugar da nossa crítica de arte. O artista afirma que não há crítica mais severa do que a própria autocrítica. Cortante, prossegue:
«Com toda a sinceridade, ela não me importa nada, não lhe dou grande importância. Não passa de uma série de lugares-comuns em moda. Na crítica, como em arte, há modas, os críticos repetem-se em círculos fechados e isso fá-la morrer à nascença. É bom que haja sempre uma renovação e nós não vemos renovação em lado nenhum. Há excepções, que confirmam a regra.»
Armando considera que os críticos deviam produzir textos claros e acessíveis, não herméticos. Deviam procurar convivência com os artistas, que não têm, pois «não sabem como se faz uma pintura, só de teoria». Acha que «a tal oficina» os habilitaria a escrever de outro modo. Assim, eles «falam do que não entendem ou só entendem de maneira teórica», isto na generalidade dos casos.
A crítica de Armando aos críticos - «meia dúzia de pessoas» - alarga-se: não compreendem os artistas da geração anterior, com provas dadas, favorecendo artistas jovens. Exemplifica com Júlio Resende. «Um grande pintor, não precisa que o digam, mas os jornais são veículos importantes de comunicação, também pode matar-se pelo silenciamento». Armando acrescenta:
«Nos outros países, há mais gente a fazer crítica, aqui há bastante menos, e eles, em círculo fechado, repetem-se, esquecendo que os novos ficam velhos num instante.»
Todavia, o público «sabe o que deve preferir». Sente, porventura, que a obra dos artistas consagrados se desenvolve em coerência e, portanto, eles «não podem dar saltos, acompanhar as modas como se jovens fossem». Enfim, existe hoje um mercado para a arte. Portugal acompanha assim outros países.



Armando Alves, com 52anos, reparte-se actualmente por uma oficina de restauros e molduras, trabalhos de arte gráfica e galeria. A sua pintura fica para os sábados e domingos, ou outros tempos que uma grande disciplina, sua preocupação constante, consegue inventar. Nasceu a 7 de Novembro de 1935, em Estremoz. Concluiu o curso na Escola de António Arroio, em 1954. Passados dois anos expôs pela primeira vez em Lisboa e na Póvoa de Varzim. Concluiu o curso da ESBAP em 1962, sendo convidado para professor assistente. Em 1965 fez a primeira exposição individual no Porto. Constituiu em 1968 o grupo «Os Quatro Vintes», com Ângelo de Sousa, Jorge Pinheiro e José Rodrigues. A sua obra espalha-se pelo país e estrangeiro.

ANTÓNIO SAMPAIO

"Espantalho crucificado"
Serigrafia
39x49 cm
450,00 €
"Paisagem com papagaio"
Serigrafia
38x55 cm
450,00 €
"Paisagem"
Serigrafia
34x40 cm
450,00 €


1916 – Nasce em V. N. Gaia, António Assunção Sampaio;
1932 – Colabora com outros jovens artistas na Exposição Colonial Portuguesa;
1941 – Realiza no antigo salão “Silva Porto” a sua 1ª exposição;
1942 – Participa juntamente com Augusto Gomes e outros artistas na VII Missão Estética em Bragança;
1944 – Finaliza o Curso de Pintura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto, onde foi aluno bolseiro e Prémio “Rodrigues Soares”. Ainda estudante fez parte do “Grupo dos Independentes”;
1948 – Em França frequenta a Escola de Belas Artes de Paris, aprendendo a técnica de fresco sob a orientação de Duco de la Haix e as academias “Grand Chaumière” e “Julien” e o Atlier do Pintor André Lothe.
Faz várias exposições individuais no país, na Inglaterra, nos Estados Unidos e participa em quase todas as Bienais de Arte Moderna.
1954 – Funda juntamente com Jaime Isidoro a “Academia e Galeria Domingos Alvarez”;
1954/55 – Orienta a Escola de Cerâmica de Viana do Castelo;
Durante treze anos foi professor na Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, no Porto.
Prémios:
1945 – “António Carneiro” 2º Prémio de aguarela na Exposição dos Artistas Metropolitano em Angola, Medalhas da S. N. B. A.;
1952 – “Henrique Pousão” Menção Honrosa (cerâmica) 2ª Exposição de “Arte Moderna” de Viana do Castelo. Medalha de prata no 1º Salão do Algarve, entre outros;
Está representado no Museu Soares dos Reis, Museu Abade de Baçal, Museu de Amarante, Museu da Guarda, Museu de Ovar, Turismo de Matosinhos, e em várias colecções e galerias particulares portuguesas, espanholas, francesas, holandesas, dinamarquesas, norueguesas, norte-americanas, inglesas e brasileiras.


ARIOSTO MADUREIRA

"Mulher"
Serigrafia
53x25 cm
230,00 €

Óleo s/ papel
13x33 cm
350,00 €



Nasceu em Marco de Canavezes em 1951.
Licenciado pelo E. S. B. A. P. foi professor durante os anos que lhe exigia a sua carreira na docência.
Expôs colectivamente na 1ª Exposição Nacional de Jovens Artistas em 1972; em 1984/85 1ª e 2ª Bienal de Arte de Vila de Conde, em todos os Salões de Arte do Rotary Club de Vila Nova de Gaia, Pequeno formato “Cooperativa Árvore” em 1987, em 1988 foi pintor convidado, entre outros, para um atlier de Pintura, realizado na Casa Museu Teixeira Lopes organizado pelo “Italens”.

1989 – Exposição colectiva na E.S.B.A.P.
1992 – Nove Artistas Portugueses – Porto
Expôs individualmente em 1985 na Casa Museu Teixeira Lopes – Vila Nova de Gaia
1986 – Galeria Barredo, Porto; 1987 – Galeria Cosmos - Viana do Castelo; 1990 – Lóios Galeria – Porto; 1992 – Curso de Arte – Genebra em representação da Lóios Galeria; 1993 – Art Miami – em representação de André Art – Galery Holand; 1992 – Art Hamburg/92 em representação da Lóios Galeria; 1993 Art Fiera – Bolonha em representação da Lóios Galeria; 1993 – “Wizo Art Show” Maiami em representação de André Art Galery – Holanda; 1993 – Lóios Galeria Porto; 1993 – André Art Galery – Holanda

Prémios
“Costa Meireles” E.S.B.A.P. na disciplina de desenho vivo.
Prémio de pintura na exposição “Gaia vista pelos artistas” instituído pela Câmara Municipal de Gaia.
Prémio CTT (2º) na exposição de âmbito nacional “Homenagem a Soares dos Reis e Diogo de Macedo” organizada pela Cooperativa “Artistas de Gaia”.
Prémio na medalha comemorativa do 1º Congresso Internacional sobre o Rio Douro.

terça-feira, 8 de maio de 2012

ODETE LOUREIRO

Serigrafia
32x27 cm
150,00€




SÁ NOGUEIRA

"Paisagem Intemporal"
98x69 cm
Nº de Série 163/200
850 Euros

Rolando Augusto Bebiano Vitorino Dantas Pereira de Sá Nogueira, (Lisboa, 19 de Maio de 192118 de Novembro de 2002), foi um artista plástico português.
Seu pai, Augusto Vieira de Sá Nogueira e sua mãe Amélia Dantas Pereira, viveram em África até aos cinco anos de idade de Rolando. Enquanto residiram nesse continente, o artista esteve no colégio Vasco da Gama, como aluno interno.
Em 1942 iniciou o curso de arquitectura na Escola de Belas Artes. Em 1946, desiste do curso de Arquitectura e inscreve-se no curso de pintura, onde conhece João Abel Manta e José Dias Coelho.
Casou com Bina Sá Nogueira, resultando destre matrimónio duas filhas.
Colaborou na Cooperativa de Gravadores Portugueses e mais tarde foi professor de desenho na Sociedade Nacional das Belas Artes.

THOMAZ DE MELLO

"A Justiça"
Serigrafia
33x21 cm
450,00 €


Thomaz de Mello

Thomaz de Mello - de pseudônimo Tom (Rio de Janeiro, janeiro de 1906 - Lisboa, 1990) foi um caricaturista e artista gráfico luso-brasileiro.

Vem para Portugal em 1926 com a companhia de teatro de Leopoldo Fróis. Durante a sua vida explora muitos meios plásticos desde a pintura ao desenho, passando pela banda desenhada, a caricatura, a tapeçaria, o design gráfico, o design de interiores, o design industrial, a cerâmica e outros.

O seu estilo integrava-se na chamada “segunda geração de modernistas”. Em 1937 obteve o “Grande Prémio de Decoração e de Artesanato”, na Exposição de Artes e Técnicas de Paris, e em 1945 recebeu o “Prémio Francisco de Holanda”.

Entre as publicações para as quais trabalhou contam-se a Voz, o Diário da Manhã, e a Ilustração (revista).


ONOFRE VARELA

“Estudo para Retrato do Duque da Ribeira”
Grafite e lápis de cor
34x47 cm
450,00 €
“Duque da Ribeira”
Grafite e lápis de cor
44,5x 62 cm
850,00 €

“Empregado de Café”
Técnica Mista
36x22,5 cm
500,00

Nome Completo: Onofre Martins Varela
Cidade: Rio Tinto
Concelho:Gondomar
Naturalidade: Miragaia, Porto
Data Nascimento: 1944-09-12

Biografia:
Começou a trabalhar aos 14 anos como tipógrafo e ia frequentando a Escola de Artes Decorativas Soares dos Reis, até ser mobilizado para Angola, onde esteve de 1965 a 1968. Aí estreou-se na revista Notícia, com banda desenhada. Na evolução da sua carreira profissional, saltou das litografias para agências de publicidade e destas para os jornais. N’O Primeiro de Janeiro, entrou como maquetista e ilustrador, em 1970.
Ilustrador, Cartunista
Nas revistas e jornais, a sua actividade de escritor enlaça-se com a de ilustrador e caricaturista. Foi responsável gráfico do Notícias da Tarde e de O Jogo. Publicou caricatura em O Tripeiro e em O Comércio do Porto, onde dirigiu graficamente o suplemento “Encontro”. Colaborou com a RTP desenhando em directo no programa Às Dez. Ilustrou manuais escolares e contos infantis da Porto Editora.
Culminou a sua carreira como Ilustrador Principal do Jornal de Notícias ,onde, durante uma década, publicou caricatura, desenhos, textos. Como cartunista fez uma exposição retrospectiva dos seus 25 anos de ilustrador, no Salão Jardim do Coliseu do Porto, 1994. Participou na exposição “Mário Soares visto pelos caricaturistas”, no Palácio de Belém.

Pintor
Participou em diversas exposições colectivas em Espanha, França, Jugoslávia, Turquia, Macau, Dinamarca e Brasil.

Escritor
Publicou os livros Cimbalino Curto (2000) e O Peter Pan Não Existe - Reflexões de um Ateu, Ed. Caminho, 2007. Tem textos e desenhos nas revistas Campismo e Caravanismo, Hobby e nos jornais O Chato, O Olho, A Pantera… Em O Primeiro de Janeiro, escreveu uma rubrica semanal, intitulada “Ovnis Existem”, que durou de 1978 a 1981 (133 artigos). Foi repórter da Quinzena do Porto. Colabora nos jornais O Gaiense, Soberania do Povo (Águeda), Gazeta de Paços de Ferreira e Correio Alentejo.

Actor
Desde 1963 que adora teatro. Nesses espectáculos, ajudava na montagem, pintava cenários, cantava, fazia ilusionismo e imitações. Em 2000, estreou-se na revista 2001 Odisseia do Carago, Sá da Bandeira, Porto. Actuou em três revistas e hoje é actor no grupo amador Cale Estúdio Teatro, de Gaia.

Prémios
1984 - Nações Unidas, logótipo sobre integração de delinquentes / Caricatura - Nos VIII e X Salões de Caricatura de Oeiras e no II Salão Luso-Galaico de Caricatura de Vila Real;
1998 - diploma de Professor Honorífico do Humor, outorgado pela Universidade de Alcalá de Henares (Madrid);
2001 - Prémio Homenagem atribuído pela Caricaturartes, Seixal.

Consta no Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX, Porto Editora, 2001.

PINHO DINIS

“Mulheres”
Serigrafia
32x44 cm
300,00 €


Dinis, Pinho (1921)  

Acervos
Museu de Arte Contemporânea - Lisboa (Portugal)
Museu Machado de Castro - Coimbra (Portugal)
Museu Soares Reis - Porto (Portugal)
Museu Nacional de Belas Artes, MNBA - Rio de Janeiro RJ

Maria Caldas

“Terreiro do Paço”
Aguarela
48x34 cm
260,00 €

“Paisagem com Barco”
Aguarela
33x26,5 cm
250,00 €

 “Casa dos Bicos”
Aguarela
28,5x43,5 cm
300,00€ 
"Pelourinho”
Aguarela
16,5x23 cm
150,00€

"Palácio da Bolsa”
Aguarela
37x26 cm
250,00€ 
“Janela dos Guindães”
Aguarela
250,00€

Yeco


“Fernando Pessoa”
Serigrafia
35x48 cm
Nº de Série H. C. 22/25
100,00 €

Miguel Yeco, pessoano pintor, espalhou pela cidade de Lisboa, em cantos e paredes, a imagem que era o seu selo, a sua assinatura, a figurinha solitária de Fernando Pessoa.
Na imensa solidão adivinhava-se um mundo, um universo, constelações de imagens e ideias tomando formas ora excessivas ora subtis, de tal modo subtis que só um grande amor, como o de Miguel por Fernando Pessoa, poderia evocar.

sábado, 21 de abril de 2012

LIMA DE FREITAS

Serigrafia
49.5x68cm
650,00 €


Lima de Freitas (Setúbal, 1927 - Lisboa, 1998) foi um pintor, desenhador e escritor português.

Ilustrou mais de uma centena de livros, de que destacamos Dom Quixote, na tradução de Aquilino Ribeiro. Estes desenhos foram recentemente publicados ilustrando a tradução de José Bento, editada pela Relógio d’Água. Autor de inúmeras obras de arte, incluindo murais de azulejos, destacando-se os 14 painéis destinados à estação ferroviária do Rossio, inspirados em Mitos e Lendas de Lisboa.
Expôs colectivamente desde 1946 e individualmente desde 1950. Esteve inicialmente ligado ao neo-realismo. Escreveu prefácios e publicou diversos textos em catálogos de exposições e em publicações bem como agraciado com diversos prémios. Foi um respeitável mestre também como maçom.

RAMIRO RELVAS

“Ria de Aveiro”
Aguarela
27x34,5 cm
450,00 €

Ramiro Relvas nasceu em Paços de Brandão, no dia 4 de Maio de 1924. Faleceu a 7 de Fevereiro de 2005.
O Mestre, como era conhecido, desenhou e pintou a óleo, desde 1940, participando em dezenas de exposições, individuais e colectivas, por todo País.
“Através das aguarelas de Ramiro Relvas, o mundo apresenta-se com paisagens viçosas, cheias de colorido e alegria, em suaves e límpidas manchas a que não falta um sopro da mais bela e repousante poesia: paisagens alegres, paisagens aliciantes que são toda uma evocação para os apaixonados nas belezas da natureza.”
Jaime Ferreira, Jornal Comércio do Porto.


MALUDA

“Janela”
Serigrafia
37x45,5 cm
1.200,00 €

Maluda nasceu na cidade de Pangim, em Goa, no então Estado Português da Índia. Viveu desde 1948 em Lourenço Marques (actual Maputo), onde começou a pintar e onde formou, com mais quatro pintores, o grupo que se intitulou "Os Independentes", que expôs colectivamente em 1961, 1962 e 1963. Em 1963 obteve uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian e viajou paraPortugal, onde trabalhou com o mestre Roberto de Araújo em Lisboa. Entre 1964 e 1967 viveu em Paris, bolseira da Gulbenkian. Aí trabalhou na Académie de la Grande Chaumièrecom os mestres Jean Aujame e Michel Rodde. Foi nessa altura que se interessou pelo retrato e por composições que fazem a síntese da paisagem urbana, com uma paleta de cores muito característica e uma utilização brilhante da luz, que conferem às suas obras uma identidade muito própria e inconfundível.

Em1969 realizou a sua primeira exposição individual na galeria do Diário de Notícias, em Lisboa. Em 1973 realizou uma grande exposição individual na Fundação Gulbenkian, que obteve grande sucesso, registando cerca de 15.000 visitantes e lhe deu grande notoriedade a partir de então. Entre os anos de 1976e 1978foi novamente bolseira da Fundação Gulbenkian, estudando em Londrese na Suíça. A partir de 1978dedicou-se também à temática das janelas, procurando utilizá-las como metáfora da composição público-privado. Em 1979 recebeu o "Prémio de Pintura" da Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa. Nesse ano realizou ainda uma exposição na Fundação Gulbenkian em Paris. A partir de 1985, Maluda foi convidada para fazer várias séries de selos para os CTT. Dois selos da sua autoria ganharam, na World Government Stamp Printers Conference, em Washington, em 1987 e em Périgueux (França), em 1989, o "Prémio mundial" para o melhor selo. Em 1994 recebeu o prestigiado "Prémio Bordalo Pinheiro", atribuído pela Casa da Imprensa. No âmbito da "Lisboa Capital da Cultura", realizou uma exposição individual no Centro Cultural de Belém em Lisboa.

Em1998 foi agraciada pelo Presidente da República Jorge Sampaio com a Ordem do Infante D. Henrique, ao mesmo tempo que realizou a sua última exposição individual, "Os selos de Maluda", patrocinada pelos CTT.

Maluda morreu em Lisboa a 10 de Fevereiro de 1999, aos 64 anos, vítima de cancrono pâncreas. O seu corpo foi enterrado no Cemitério dos Prazeres. Em testamento, a artista instituiu o "Prémio Maluda" que, durante alguns anos, foi atribuído pela Sociedade Nacional de Belas-Artes.

Em2009 foi publicado um livro que assinala a passagem do décimo aniversário da sua morte, reunindo a quase totalidade da sua vasta obra e que contou com o Alto Patrocínio do Presidente da República. No mesmo ano, a Assembleia da República, em Lisboa, homenageou-a com uma grande exposição retrospectiva.

Felipe Alarcón Echenique

"MONOTIPIA DE MI hABANA (II)"
Serigrafia
100x70cm
2006

150,00€

Pintor, Grabador, Dibujante y escritor.
Nació en Ciudad de la Habana, el 21 de Marzo de 1966.
Graduado en la Academia de Bellas Artes “San Alejandro”.
Fundador de la Cátedra de Educación Artística (1987).
Impartió clases como profesor de Artes Plásticas (1987-1995 en Primaria y Secundaria Básica).
Cursó estudios en el Instituto Superior de Arte José Varona (1995-1998) en Licenciatura de Educación Artística.
Estudio-Taller 1996-1997 C/Obispo, La Habana (Cuba).
Web: www.f-alarcon.com
www.estamparte.com/felipe/
OBRAS EN PROPIEDAD
Obra propiedad del Museo de la Ciudad de la Habana-Vieja, La Habana (Cuba), 1995.
Obra propiedad del Hospital Oncológico de La Habana (Cuba), 1996.
Obra propiedad del Centro de Prensa Internacional, La Habana (Cuba).1997
Obra propiedad de la Embajada de Cuba en Madrid (España), 2002.
Obra propiedad del Grupo Dúplex en Barcelona (España), 2003.
Obra propiedad de ACEAS (Asociación Internacional de Artistas Plásticos) Barcelona, (España). 2003
Obra propiedad del Palacio de Congresos y Exposiciones de Madrid (España). 2004
Edición Gráfica propiedad de ARTE Y NATURALEZA, Madrid (España). 2005
Obra propiedad del Ayuntamiento de Baeza, Jaén. (España). 2006
Obra propiedad de Galería José Lorenzo, Santiago de Compostela (España).2005

Principales Exposiciones Individuales
2010 -Naturaleza, collage y tiempo. ‘Casa del Doncel’ Sigüenza, Guadalajara (España)
2009 -Naturaleza Sumergida. Muse de Arte Contemporáneo. Hellín, Albacete (España).
2007 -Isla al sur. Artrouge Gallery. Miami, Florida (Estados Unidos).
2006 -Estampas de un viejo recorrido. Galería Estamparte, Madrid (España).
2005 -Fantasías Superpuestas. Galería Nim Art Gallery, Madrid (España).
-Laberinto Dalí. Antiguo cuartel de Sementales. Baeza, Jaén (España).
-Retrospectiva II. Galería José Lorenzo, en el Hotel A.C. Palacio del Carmen, Santiago de Compostela (España).
2004 -Laberinto Dalí. Palacio de Congresos y Exposiciones. Madrid, (España).
2003 - Apropiaciones II. Sala Catarsis, Madrid (España).
- Apropiaciones. Macor Gallery de Majadahonda, Madrid (España).
2000 - Volando al futuro. Salón de Exposiciones de la Caja de Ahorros de Badajoz, Badajoz (España).
- Enigma del Encanto. Galería Biblioart, Badajoz (España).
- Imágenes de otro mundo II. Sala de exposiciones de Fidiculli, Sicilia (Italia).
1999 - Imágenes de otro mundo. Galería I’l Punto, Bolonia (Italia).
- Retablo inconfesable. Salón Solidaridad Hotel Habana Libre Tryp, La Habana (Cuba).
1998 - Imágenes. Hotel Firense, Verona (Italia).
- Concierto a la Luna. Sala Catarsis, Madrid (España). - Enigma del Encanto. Casa Africa, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
- Mundo onírico. Galería Orígenes, Gran Teatro de La Habana. (Cuba).
1997 - Poesías en Tinta. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
- Imágenes realismo mágico. Galería Pamil, San Juan (Puerto Rico).
- Danzando desnudo. Agencia de Seguros Fleming, (Reino Unido).
- Espejos fabulados. Hotel Nacional, La Habana (Cuba).
1996 - Filigrana, mujer y color. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
- Imágenes y futuro. Hotel Sevilla, La Habana (Cuba). - Eterna la Pintura. Casa de la Cultura en Casablanca, La Habana (Cuba). - Momentos. Casa Guayasamín, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba). - Retrospectiva. Galería Mirarte, C.P.I. (Centro de Prensa Internacional) La Habana, (Cuba). - Universo de Formas. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
1995 - Búsqueda II. Sala de la Biblioteca Provincial Rubén Martínez Villena, La Habana (Cuba).
1994 - Buscar. Casa de la Cultura de la Habana Vieja, La Habana (Cuba).
1986 - Búsqueda I. Sala de la Biblioteca Provincial Rubén Martínez Villena, La Habana (Cuba).

Principales Exposiciones Colectivas
2010 -Exposición ‘Unidos por el Arte’, Villavieja del Lozoya, Mardrid(España).
2009 -Feria Internacional (Mayo), Shangai, China
-Feria Internacional (Septiembre), Shangai, China.
-Exposición Internacional ' El instante y la diversidad', Villavieja del Lozoya, Madrid (España).
-Exposición 'El Doncel', Sigüenza, Guadalajara (España)
2006 -Exposición “Latinoamericana 2006”, Toronto (Canadá).
-Exposición “Certamen Lorenzo Aguirre”, Madrid (España).
-Exposición colectiva de Obra Gráfica en el Centro de Diseño, Madrid (España).
-VII Bienal de Dibujo ‘Villa Campo de Criptana’ Ciudad Real (España).
2005 - Exposición “Sensaciones Latinas”. Miami, Florida (USA).
- Exposición “Show Art Imágenes Alfa”. Miami, Florida (USA).
- Exposición Certamen ‘El Quijote’, Centro Dotacional Integrado, Madrid (España).
- Exposición Agencia Periodística CID. Buenos Aires, (Argentina)
- Estampa 2005. (Galería Galiano de Cuba). Madrid (España).
- Exposición en Galería Estamparte. Madrid (España).
- Exposición colectiva en Galería Cebriart. Barcelona (España).
2004 - Colectiva en Casa Batlló, Barcelona (España).
- II Bienal de Artes Plásticas, Málaga y su entorno. Málaga (España)
- Exposición colectiva, I Certamen Nacional de Pintura Torrejón de Ardoz. Madrid (España).
- Exposición colectiva ( Tema Madrid) ‘Junta Municipal de Arganzuela-Casa del Reloj’. Madrid (España).
- Exposición colectiva ‘Centro Cultural La Quinta del Berro’, Madrid, (España).
- Colectiva en Galeria Segle XXI. Ripollet, Barcelona. (España).
- II Salón Internacional de Pequeño Formato de ACEAS. Barcelona, (España).
- Exposición colectiva (Tema Dalí) ‘Junta Municipal de Arganzuela-Casa del Reloj’. Madrid, (España).
- LXII Concurso de Dibujo Fundación Ynglada-Guillot. Barcelona, (España).
2003 - Gran Coleccionable. Sala Catarsis. Madrid. (España).
- XIII Salón Internacional de ACEAS. Barcelona. (España).
- XII Salón Internacional de ACEAS. Barcelona. (España).
- I Salón Internacional de Pequeño Formato de ACEAS.
Barcelona, (España).
- Nouvelles Tendences figuratives. Galería Artitude, Paris. (Francia).
- Tendences surréalistes et fantastiques.
Galería Artitude, París. (Francia).
- II Bienal de Miami Shores Village, Miami, Florida (USA).
- Exposición colectiva ‘Lo cubano’. ‘The Gallery’, Miami, Florida (Estados Unidos).
- LXI Concurso de Dibujo Fundación Ynglada-Guillot. Barcelona, (España).
2002 - Maneras de Hacer Mundo. La Rábida, Huelva (España). - F.A.I.M. Feria de Arte Independiente de Madrid, Madrid (España).
2001 - Galería ‘Achearte’. Madrid (España).
2000 - Galería ‘Abel’. Madrid (España).
1999 - IV Salón de Arte Erótico. Casa de la Cultura de Alamar, La Habana (Cuba).
1998 - Hideky Minematsu- Felipe Alarcón. Sala Catarsis, Madrid (España).
- Muestra de dos mundos. Galería Claudio Coello, Madrid (España).
- Relaciones. Galería I’I Punto, Bolonia (Italia). - Configuraciones. Galería de Arte Contemporáneo, Roma (Italia).
1997 - Patinas y Figuraciones. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba). - Subasta de Otoño. Galería Imago, Gran Teatro de La Habana (Cuba). - Cuba Hoy. Hyatt Regency Hotel, (Guatemala). - Subasta de Primavera. Galería Imago, Gran Teatro de La Habana (Cuba). - Afrocuba. Casa de África, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
1996 - Reflejos. Casa de África, Oficina del Historiador de la Ciudad, La Habana (Cuba).
- Sinfonía para ocho. Complejo Turístico Militar Morro-Cabañas, La Habana (Cuba).
1995 - Festival del Caribe. Galería Zaguán, Santiago de Cuba (Cuba). - Muestra Internacional del Festival del Caribe. Galería Oriente, Santiago de Cuba (Cuba).

Principales Premios
2006 - Premio de Honor Artista Latino, Galería Artexpresión (Miami).USA
- Primer Premio de Dibujo de la A.E.P.E (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid) en el Certamen Lorenzo Aguirre.Madrid (España).
2005 - Mención de Honor, Revista Iberoamericana de Arte de USA. Miami, Florida. (USA).
- Tercer Premio de Dibujo en el Primer Certamen de Valdescorriel, Zamora (España).
- Mención de Honor de The Cove Rincón Int’l. Miami, Florida. (USA).
- Segundo Premio de AEPE (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid) en el Certamen de Artes Plásticas ‘Tema Quijote’, Madrid (España)
2004 - Primer Premio de AEPE (Asociación Española de Pintores y Escultores de Madrid), en el Certamen de Pintura ‘Tema Dalí’. JuntaMunicipal de Arganzuela, Madrid (España).
- Primer Premio al Artista Extranjero en el II Salón Internacional de Pequeño Formato en ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona) España.
2003 - Gran Premio en el XIII Salón Internacional de ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
- Premio Alfonso Arana. Asociación Internacional de Plástica Latina. Francia.
- Primer Premio de Técnica Mixta en el I Salón Internacional de Pequeño Formato en ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
- Primer Premio de Dibujo Creativo en el XII Salón Internacional de ACEAS (Federación Internacional de Artistas Plásticos de Barcelona), España.
1999 - Finalista del LXVI Salón de Otoño de Madrid. Madrid (España).
1998 - Premio Copa Zeus. Roma (Italia).
1996 - Finalista del Salón Fayad Jamis. Casa de la Cultura de Alamar, La Habana (Cuba).
1987 - Premio 150 Aniversario de Máximo Gómez. Museo de la Ciudad, La Habana (Cuba).
1983 - Premio Salón San Alejandro. Escuela de Bellas Artes, La Habana (Cuba).
1981 - Mención Salón San Alejandro. Escuela de Bellas Artes, La Habana (Cuba).
1977 - Premio por la Solidaridad. Embajada de la Unión Soviética, La Habana (Cuba).
1975 - Premio por la Paz. Embajada de la India, La Habana (Cuba).
- Premio Tránsito. P. N. R. La Habana (Cuba).

ABREU PESSEGUEIRO

“Pontes”
Serigrafia
37,5x52 cm
150,00 €


Abreu Pessegueiro
Francisco Alexandre Abreu Pessegueiro de Miranda, é o seu nome completo, simplificado para «Abreu Pessegueiro», que adoptou como nome artístico.
Nasceu em 1949, na cidade do Porto, e dedica-se ao neofigurativismo. É formado em Arquitectura, que se faz presente na projecção de sua pintura.

A partir de 1967 realizou 30 Exposições Individuais em Portugal e no Estrangeiro, sendo as últimas:
1994     - Barcelona; Galeria Francisco Torralba: `Tranquilidad Atlantica`
1994 - Luxemburgo; Castelo de Bourglinster: `Solidité de l eau`
1995 - Porto; Espaço d Arte Portugal Telecom: `Exaltação da Água`
1996 - Lisboa; Galeria S. Francisco: `Narração da Luz`
1997 - Matosinhos; Galeria dos Paços do Concelho: `Sonhar a Matéria`-
1998 - Lisboa; Galeria S. Francisco: `Silêncios do Infinito`
2001 - Vila do Conde; Forte S. João: `Quando a terra se junta ao mar…`
2002 - Braga; Quinta Ínfias: `Paisagens Primordiais`
2002 - Porto; Galeria Símbolo: `Os Elementos`
2005 - Porto: Galeria do Palácio: `Porto de Luz`

Participou em mais de 200 Exposições Colectivas salientando-se:
1980/82/84 – II, III e IV Bienal de V. N. de Cerveira -
1988 - Estoril, `Salão Nacional dos Arquitectos-Artistas`
1988 - Bordéus e Pau. `Arts Plastiques Contemporains Portugais`
1989/90/91/94/99/00/01/03/04 - Estoril, Galeria do Casino, `X, XI, XII, XIII, XV, XVI, XVII, XVIII Salões de Outono`
1991 - Stuttgard, Alemanha: `Portwein`
1993 - Bologna, Itália: `Artefiera`
1995  -  Porto, `Arte no Porto há 25 anos`
1995 - Hall Smalle, Tampere, Finlândia: `Arte portuguesa contemporânea`
1996 - Valência, Espanha: `Artistas Portugueses Contemporâneos`
1997 - Porto, `Arte Portuguesa no Limiar do Séc XXI`
1997 - Porto, `Exposição Luso-Galaica de Artes Plásticas`-
1998 - Lisboa, EXPO/98 (Pavilhão da Cruz Vermelha Internacional)
1999  -  Porto, `Incursões no Silêncio` - Neutra
1999  - Bruxelas, `Peinture Portugaise Contemporaine à la veille du Siécle`
2000 - Estoril, Galeria do Casino, `Arte Contemporânea`
2001 - Porto, Quartel do Bom Pastor, `Di-Visões: uma exposição para invisuais e para os outros` – Espaço T / Porto 2001

Está representado em várias colecções nacionais e estrangeiras, públicas e privadas.
Tem realizado projectos de Arte Pública como por exemplo: 1994, Painéis cerâmicos no túnel da `Via Rápida`;
2000, Murais em mármore gravado com imagens digitalizadas, Universidade Portucalense;
2003, Intervenção Plástica na Urbanização da Ponte da Pedra em colaboração com o Pintor Alfredo Barros.
É autor de uma extensa obra gráfica (serigrafias e litografias).
É autor de textos de teoria e critica de arte, tendo sido correspondente do Institut Supérieur pour l Etude du Langage Plastique (Bruxelas) para a `Arte Pública` em Portugal.
Exerce também a actividade de arquitectura e é professor.
É Presidente da Direcção da Associação de Professores de Desenho e Geometria Descritiva - APROGED.
Obteve o `Grande Prémio de Arte Filatélica em Portugal/93` e a Medalha de Bronze do `Salon 94` (Societé des Artistes Français).

Bibliografia
·         `Portuguese 20th Century Artist s` - Michel Tanock, 1978, Ed. Phillimore, Chichester;
·         `Dicionários dos Pintores e Escultores Portugueses` - F. Pamplona, 1987, Civilização Editora, Porto;
·         `Artes Plásticas` - Fev/Março, 1993, Lisboa;
·         `Casa e Jardim` - Abril, 1993, Lisboa;
·         `Criarte` – Instituto de Apoio à Criança, 1993, Universitária Editora, Lisboa;
·         `Environnemental 6/9 – L Art Urbain dans l Europe des Douze` - ISELP, 1993, Bruxelas;
·         `Câmara Municipal de Matosinhos - Obras de Arte` - 1995, Porto;
·         `Um Presente Solidário` - Cruz Vermelha Portuguesa - 1997, Porto;
·         `Environnemental 18 - Quoi de neuf?` - ISELP,97, Bruxelas;
·         `Arquitectos 176/177` - Associação dos Arquitectos Portugueses, 1998, Lisboa
·         `O Revestimento Cerâmico na Arquitectura em Portugal` - Estar Editora, 1998, Lisboa
·         `Porto de Encontro com a Arte` – Câmara Municipal do Porto, 2001, Porto
·         `Abreu Pessegueiro – Porto de Luz` – Porto, 2005