sábado, 25 de agosto de 2012

DINA DE SOUZA

INFANTE D. HENRIQUE
2009
Óleo sobre Tela
120x100 cm
1.900,00 €

É actualmente considerada uma das maiores pintora surrealista Romântica Portuguesa Contemporânea. O Mestre Mário Silva intitula-a de Surrealista Romântica.
Iniciou a sua arte desenhando a carvão e pintando em Aguarelas, com as quais fez várias exposições individuais e colectivas desde 1988.
Assina como DINA DE SOUZA. 
Nasceu no Niassa, Moçambique. 
Fez o Curso da Escola Soares dos Reis do Porto e o ESBAP – Escola Superior de Artes Plásticas do Porto no Curso de Pintura e Escultura.
Frequentou vários ateliers de pintores conceituados da cidade do Porto.
Especializou-se pintando sobretudo o Porto - Património Mundial, em aguarela.
Expõe pela primeira vez surrealismo, no CCD da Câmara Municipal do Porto e no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Aldoar, Porto, onde se incluía no Grupo de Artistas Plásticos e Funcionários da C:M:Porto dre que faziam parte, Sotto Moura, Alexandre Braga, Florentina Resende, Jorge Almeida ,  Figueiroa, Pimenta, Teresa Vasconcelos, entre outros.
27 Exposições Individuais e 118 Exposições Colectivas.
 
PRÉMIOS:
- 2009, 1º PRÉMIO-MENÇÃO HONROSA GRAU PLATINA na Exposição “ARTMIXT ’09 AVEIRO CONTEMPORÂNEA” na Galeria da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, com a tela “Camões – O Canto Português”.
- 2009, 2º PRÉMIO-MENÇÃO HONROSA GRAU OURO na Exposição “PICTOREMAS” no Centro Cultural de Esgueira, Aveiro com a tela “Máscaras Venezianas”.
- 2010, 1º PRÉMIO-MENÇÃO HONROSA GRAU PLATINA na Exposição "ESTORIL'ART" na Galeria da Junta Freguesia do Estoril de 16 a 30 de Julho 2010, com a obra “Inocência”.
- 2010, 1º PRÉMIO-MENÇÃO HONROSA GRAU PLATINA na exposição "PICTOREMAS ‘10" na Loja do Cidadão do Porto, de 3 SET a 4 OUT 2010, com a obra “Suprema Tentação”.
- 2010, 2º PRÉMIO-MENÇÃO HONROSA GRAU OURO na Exposição "ART 'INATA – INTERNACIONAL DA NAZARÉ" no Centro Cultural da Nazaré de 21 Agosto a 26 Setembro 2010, com a obra “Poderes”.
- 2010, PRÉMIO Prata da sua página no site Artmajeur.
 
GALERIAS VIRTUAIS: 
DaVinci,  Artelista, (Espanha), Galeria Aberta, Galeria Artistas Portugueses, Galeria Azul (Brasil) 
 
ASSOCIAÇÕES DE QUE FAZ PARTE:
GALG - Grupo de Aartistas Plásticos “Luso Galaicos”, AAAGP-PT - Associação Amigos Artistas Galaico Portugueses, Paião-Figueira da Foz MAC - Movimento Artístico de Coimbra,
TAACTO, Torres Novas
ESPAÇO DE ARTE 2000 de Martim Murça COOPERATIVA ARVORE CIRCULO DE ARTES ARTUR BUAL
 
BIBLIOGRAFIA:
- Faz parte do do livro “FOLIUM” com a obra “Senhora de Boelhe”, que pintou para o Arquivo Municipal de Penafiel em 2008. 
- Faz parte dos 64 artistas contemporâneos Portugueses, publicados no livro MITOS D’ARTE, publicado em 2009.
- Anuário de ARTE, publicado pela FIARTE de 2011.
 
EVENTOS DE SOLIDARIEDADE:
- DIFERENÇA NA DIFERENÇA, a favor das crianças Autistas da ABC Real por ocasião do 1º Congresso Mundial de Autistas realizado na Fundação Calouste Gulbenkian e exposição no Hotel Sana Malhoa em Lisboa. 
- ARTE SOLIDÁRIA, a favor das Crianças da Unidade de Multideficiência de Oiã - Oliveira do Bairro.
- AJUDAR A MADEIRA, Galeria Mafalda d´Eça no Monte Estoril.
- ARTE NA MADEIRA, Galeria Vieira Portuense no Porto.
- AMI solidariedade no Centro Cultural de Ermesinde.
- AMI solidariedade Museu da Póvoa do Varzim.
- AMI solidariedade na Biblioteca Lucio Craveiro Silva em Braga.  
- AMI solidariedade na Biblioteca Miguel Horta em Felgueiras.
 
Artista residente:
GALERIA ALBUQUERQUE E LIMA - COIMBRA

LUIZ MORGADINHO

O Sono do Abandonado
2008
Acrílico s/tela
54x73 cm
1.200,00 € 

Curriculum

 

Luiz Morgadinho

Nasceu em Coimbra em 1964
Pintor autodidacta
 
Exposições individuais:

“Viagens a café”, Bar Académico, Faro. -1995

Diário de Noticias, Lisboa-1996
“Lisboa a café & o bizarro mundo do naif irudito”, Tejo Bar, Lisboa. -1999
“Panorâmicas de café”, Panda line, Oliveira do Hospital. -1999
Caixa Geral de Depósitos, Oliveira do Hospital. -1999
Posto de turismo do Marvão, Marvão. -2000
Hotel Rural Quinta da Geia, Aldeia das dez. -2000
Ritual Bar, Oliveira do Hospital. -2001
Hotel Rural Quinta da Geia, Aldeia das dez. -2001
Pousada de S.Lourenço, Penhas Douradas. -2003
Lagar Vale dos Amores, Ervedal da Beira. -2003
Foyer Espaço Internet, Casa da Cultura de Seia – 2003
Posto de Turismo de Seia – 2003
Posto de Turismo de Seia – 2005
Bola de Neve Seia – 2005
Estalagem de Sta Barbara – Oliveira do Hospital – 2005
Sala de exposições da Câmara de Penamacor -2006
Posto de Turismo de Almeida – 2007
IPJ – Portalegre – 2007
Tejo Bar – Lisboa – 2007
VIIIº. Artis – Posto Turismo de Seia – 2009
Banco de Portugal – Edifício Portugal – Lisboa – 2009
Museu do Sal – Figueira da Foz – 2011
Centro de Interpretação da Cogula – Trancoso - 2012
 
Exposições Colectivas:
“Lisboa, paredes velhas, gente nova”, Centro Cultural e Recreativo dos Corucheus. -1995
“Um café das Arábias”, Palácio do Egipto, Oeiras. -1997
“Café Bagunça”, Mais Galeria, Lisboa. -1997
“Café a dois”, Museu etnográfico de Olivenza, Espanha. -1997
“Amigos da D.Peta”, Galeria dos Olivais, Lisboa. -1998
       “ “ “, Galeria de arte moderna, Melliére, Avignon, França. -1998
       “ “ “, Montfavet, Avignon, França. -1998
Arte 98 – Cordoaria Nacional – Lisboa. - 1998
Iª. Mostra de Artistas Senenses, Salão das Magnolias, Seia. -1999
Iª. Colectiva, Associação Portuguesa de Artistas Plasticos, Lisboa. -1999
Junta de Freguesia de Meruge, Meruge. -1999
“Óptica”, Torres Novas. -1999
Colectiva de Natal, Tejo Bar, Lisboa. -1999
IIº. Agirarte, Oliveira do Hospital. -1999
“Amigos da D.Peta”, Galeria Fitares, Câmara Municipal de Sintra. -2000
IIª. Mostra de Artistas Senenses, Salão das Magnolias, Seia. -2000
IIIº. Agirarte, Oliveira do Hospital. -2000
“As cores do café”, Posto de turismo do Marvão. -2000
  “ “ “ “, Centro de interpretação da natureza, Castelo de Vide. -2000
“Papel de parede”, Tejo Bar, Lisboa. -2000
IIIª. Mostra de Artistas Senenses, Salão das Magnolias, Seia. -2001
Góis Arte. Góis. - 2001
Expomeda – Meda. - 2001
Tribunal da Relação de Coimbra 2001
IVº. Agirarte, Oliveira do Hospital 2001
Iº. Artis, Seia 2002
Góis Arte. Góis.  -2002
O Café, Tejo Bar, Lisboa. -2002
IIº. Artis, Seia, 2003

Casa da Cultura Coimbra, MAC. -2003

Góis Arte. Góis. – 2003
CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela, Seia – 2004
IIIº. Artis, Seia.  – 2004
Góis Arte. Góis.  – 2004
 Instituto Politécnico de Seia – 2004
IVº. Artis. Seia.  – 2005
Góis Arte. Góis.  – 2005
Vº. Artis. Seia.  – 2006
Góis Arte. Góis – 2006
Arte Covilhã. Covilhã.  – 2006
Tea’s me – “Tea’s me with coffee”- Londres – Inglaterra - 2007
VIº. Artis. Seia. -2007
Arte Almeida. Almeida.  – 2007
Centro Cultural de Vila Flor - 2007
Góis Arte. Góis.  – 2007
 Arte Covilhã – 2007
 Galeria Minerva. Coimbra.  – 2008
 VIIº. Artis. Seia – 2008
 Góis Arte. Góis.  – 2008
 Oroso Arte – A Coruna – Espanha - 2008  
 Convento de S. Francisco – Arte Clara – Coimbra - 2008
 Tejo Bar – Extractos em Pequenos Formatos – Lisboa – 2008
 Livraria Fabula Urbis – Lisboa - 2009
 Pavilhão de Portugal – Coimbra – 2009
Fundação Bissaya Barreto, Casa Museu. – Coimbra – 2009
Contrabaixo – Praia de Mira – 2009
Museu do Moinho – Cernache – 2009
Museu Grão Vasco  – Viseu – 2009
 VIIIº. Artis – Seia – 2009
 Queima Solidária – Clube Médico – Coimbra – 2009
 Góis Arte. Góis.  – 2009
 Encontrartes – Estremoz – 2009
 Estrela – Rio Grande do Sul – Brasil - 2009
 A Bilha. Projecto de Arte – Estremoz – 2010
               IX Artis – Seia – 2010
Góis Arte. – Góis – 2010
Projecto Trisena. – Museu Municipal de Penamacor – 2010
A Bilha. Projecto de Arte. Museu da Água – Lisboa – 2010
50 Artistas. Atelier Sérgio Amaral. Sta Luzia – Mangualde – 2010
              Utopia do Azul – Évora - 2010
Agirarte – Oliveira do Hospital – 2010
Agirarte – Tábua – 2011
Agirarte – Góis – 2011
Artshow – FIL – Lisboa – 2011
Artis – Seia – 2011
Góis Arte – Góis – 2011
Oroso Arte – A Coruna – Espanha – 2011
Artshow – Expo Oeste – Caldas da Rainha – 2011
O Corpo Na História – Casa da Cultura – Seia 2011
Surrealismo – Livraria Barata – Micro Arte Galeria – Lisboa – 2011
Invent’art – Odivelas - 2011
Surrealism in 2012 – Pennsylvania – Philadelphia  – EUA – 2012
Surrealismo – Livraria Barata – Micro Arte Galeria – Lisboa -2012
Revista Novos talentos – Montijo – 2012
Arte Fantástica & Surrealismo1 – Casa Roque Gameiro - Amadora – 2012
Utopia do Azul - Teatro José Lúcio da Silva – Leiria – 2012
Surrealism in 2012 – Gallery at Walnut Place – Philadelphia – EUA – 2012
2º Salão Internacional na Galeria Vieira Portuense - 2012
 
Distinções / Observações
Menções Honrosas; Festa das Colectividades, Lisboa - 1996
Feira Internacional - Torres Novas - 1997
Nisartes – Nisa – 2000
Homenageado na Artis - Seia – 2009
Premio Município de Oliveira do Hospital – Agiarte - 2010  
 
Representações;
Ayuntamento de Olivenza. - Espanha
Câmara Municipal de Seia.
Câmara Municipal de São Brás de Alportel
Câmara Municipal de Marvão
Câmara Municipal de Penamacor
Câmara Municipal de Oliveira do Hospital
Fundação Bissaya Barreto - Coimbra
Junta de Freguesia de Crato
Museu do Café - Cadenazzo. – Suíça
Colecção Telo Morais - Coimbra
Micro Arte Galeria – Salão Magnólia – Lisboa
Micro Arte Galeria – Ericeira
Galeria Rastro – Figueira da Foz
 
… E em diversas colecções particulares Nacionais e Internacionais
 
Citado no livro;
 “Arte 98”,
 de Fernando Infante do Carmo.
“Entrevista com D.Peta”,
de Mané do Café
“Was Bach Brazilian? O Puto do Adufe ou O Inventor do Baião”,
de vários autores. Prémio Fnac/Teorema 2003
“Punk Rock & Cia”,
em parceria com Mané do Café, PANGEIA, ISPA, Teorema, de 2005
“Debout Sur L’Oeuf nº 1”
Revista Internacional de Surrealismo
de Miguel de Carvalho & Rik Lina, 2010
 
Ilustração capa do livro,
 “Um Antropólogo nas Colectividades”,
de Luís Felipe Maçarico. Edição da Câmara Municipal de Lisboa.

sábado, 30 de junho de 2012

BEM-AVENTURADO JORGE

 
“Abstracto I”
Aguarela
22,5x16 cm
250,00€
“Abstracto II”
Aguarela
38x27 cm
300,00€

 
“Abstracto III”
Aguarela
37x36 cm
300,00 €
 
“Abstrato IV”
Aguarela
37x28 cm
300,00€
 
“Abstrato V”
Aguarela
39x29 cm
300,00€
“Abstrato VI”
Aguarela
56x37,5 cm
350,00€

Jorge Vieira, depois de várias vicissitudes da vida, dedicou-se à pintura declarando Bem-Aventurado, passando a assinar as suas obras com o nome de Bem-Aventurado Jorge. Viveu no Piódão, onde hoje funciona o museu local que tem expostas algumas das suas obras.
Esta obra foi oferta de Manuel Fernandes de Oliveira.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

FRANCISCO LEZCANO

 
“Homenagem a Haroun Tazieff”
Técnica: Tierras
100x100 cm
2.000,00 €
“Bailarino de Pedre”
Técnica: Tierras
100x100 cm
2.000,00 €

sábado, 23 de junho de 2012

J. VILELA

“Porto à Noite”
Óleo s/ tela
60x100 cm
200,00

Teresa Roza D'Oliveira

Óleo s/ tela
73x63 cm
1992
400,00

 

Teresa Roza D'Oliveira

Nasceu na Ilha de Moçambique em 1945, Republica de Moçambique.
Tem o Curso da Escola de Pintura do Núcleo de Arte. Teve como Mestres Frederico Ayres, João Ayres e Bertina Lopes. Tem o Curso de Litografia e Gravura da Cooperativa dos Gravadores Portugueses. Trabalhou lado a lado com José Júlio, Malangatana, Ayres, Maluda, Freire.
Artista convidada da 3ª Bienal de Pintura de Óbidos.

Obteve 1º Premio de Desenho (62) 2º Premio de Pintura (64) Menções Honrosas de Pintura (59, 68, 70).
Está representada nos Museus de Pretória, Museu da cidade de Durban, (Africa do Sul) Museu Nacional de Arte – Maputo (Moçambique), Casa Museu Chissano(Moçambique) Espolio de Arte de Natália Correia (Açores).

MARIA ARMINDA

 
“Jarra com flores”
Óleo s/ tela
77x62 cm
200,00 €

“Composição Abstracta”
Óleo s/ tela
33x53 cm
100,00 €


ALBERTO MARTINS

Aguarela
70x48 cm
600,00 €

Aguarela
70x48 cm
750,00 €


Alberto Martins
Pintor autodidacta que se dedicou à aguarela, técnica através da qual retratou paisagens urbanas de todo o país.

VERA CHAVES

“Chavenas”
Óleo s/ tela
50x30 cm
180,00 €

ABÍLIO GUIMARÃES

“Serra do Pilar”
Aguarela
31x24 cm
350,00 €
“Castelo da Feira”
Aguarela
32x37 cm
350,00 €

1944 – Nasce em Oliveira de Azeméis, a 13 de Fevereiro.
1948 – Vai viver para o Bairro Herculano, freguesia da Sé, Porto.
1958 – Inicia, como aprendiz, a actividade de desenhador maquetista num atelier de publicidade.
1962 – Conclui o curso de Pintura Decorativa na Escola de Artes Decorativas de Soares dos Reis.
1971 – Inicia funções docentes na Escola Preparatória Ramalho Ortigão.
1980 – Realiza a primeira exposição de pintura na Galeria Primeiro de Janeiro, no Porto.
1985 – Sócio-fundador da Cooperativa Artistas de Gaia.
1994 – É convidado a expor a sua obra dedicada à Regata do Infante realizada no Porto, em vários locais, nomeadamente no Museu dos Transportes e Comunicações, Casa-Museu Teixeira Lopes, Câmara de Matosinhos e Oliveira de Azeméis.
1996 – A convite da Comissão promotora do Centro de Estudos Bento Carqueja, realiza uma exposição de pintura no Centro Cultural Português de Caracas, com a colaboração do Embaixador de Portugal na Venezuela.
1998 – A convite da Aporvela, captou imagens da Regata Vasco da Gama, organizada pela Cutty Sark e pela Aporvela, realizando um circuito de exposições, iniciado no Padrão dos Descobrimentos, com a colaboração da Câmara de Lisboa e do Museu dos Transportes e Comunicações no Porto.
1999 – A convite do Gabinete Português de Leitura do Brasil r ealiza nas suas instalações, no Recife, uma exposição de pintura subordinada ao tema “500 anos do Descobrimento do Brasil”.
2004 – Quinta de Bonjóia – lançamento do livro de poemas e aguarelas “O Porto nas Nossas Mãos”.
2005 – A convite da “Famoa” realiza no Salão Nobre de Oliveira de Azeméis uma exposição de pintura subordinada ao tema “Imagens do passado”.
2006 – Dom Tonho - PortoA convite da Fundação La-Salette realiza, em Oliveira de Azeméis, a exposição "O Parque nas nossas mãos".
2007 – A convite do Portuguese Instructive Social Club (PISC), realiza em Elizabeth, New Jersey, Estados Unidos da América, a exposição "ALMA LUSITANA" integrada nas comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, organizadas pelo PISC, e no programa Pontes de Cultura, promovido pelo Instituto de Cultura Ferreira de Castro.
2008 – Exposição "Recantos da Pateira" - Fermentelos. Gulpilhares - "Senhor da Pedra - Um Olhar" - Lançamento do livro com o Dr. Barbosa da Costa e exposição de pintura. Exposição na Quinta da Boeira - Vila Nova de Gaia.
2009 – Exposição "Nunca te direi adeus, Pateira!" - Município de Águeda.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

FRANCISCO ROBERTO

"Natureza"
fotografia
30x46 cm
900,00€


FRANCISCO ROBERTO SILVA VARGAS, nascido em Pelotas, RS, Brasil, Administrador de Empresas, trabalhou no Serviço Público Federal. Posteriormente à aposentadoria, passou a preencher o tempo com a fotografia tendo à mão sua inseparável câmera.
Começou a participar de concursos e exposições como forma de obter uma avaliação do trabalho desenvolvido, por pessoas do meio, bem como pelo público em geral.
Acredita que cada trabalho é único, mas não definitivo pois pode interpelar cada observador de maneira diferente, considerando o espaço social, o tempo e as vivências de cada um.

CURRICULUM
1.Concurso de fotografias e exposição intitulada “Pelotas Quem te viu, Quem te vê. Uma colcha de Olhares” promovida pela Prefeitura Municipal de Pelotas através da Secretaria Municipal de Cultura. Exposição realizada no Hall da Prefeitura Municipal de 10 de agosto a 10 de setembro de 2007.
2.Participou da Exposição fotográfica Bem-vindo ao Laranjal na Casa da Prefeitura no Laranjal de 07.02.2008 a 17.02.2008.
3.Selecionado no Concurso de fotografias participando da exposição “Minha Laguna dos Patos: Retratos do Laranjal” através da Diretoria de Artes Visuais, no período de 05 a 30 de Março junto da programação de verão 2008 da Prefeitura Municipal de Pelotas.
4.Participou do Projeto Corredor Arte HE/FAU-IAD com exposição individual, denominada “OLHARES” no período de 02 a 16 de Julho de 2008, no Hospital Escola UFPEL/FAU.
5.Participou, à convite, de Exposição Individual, na Secretaria de Turismo e Lazer da Prefeitura Municipal de Pelotas no segundo semestre de 2008.
6.Selecionado no concurso de fotografias, participando da Exposição “Pelotas: Estação das Luzes” promovida pela Secretaria Municipal de Cultura, através da Diretoria de Artes Visuais, no período de 04 a 25 de fevereiro junto à casa de verão 2009 da Prefeitura Municipal de Pelotas.
7.Exposição fotográfica individual na Bolsa de Arte da UCPEL de. 01.07.2009 a 15.07.2009.
8.Exposição Individual no Corredor Arte do Hospital Escola UFPEL –FAU, intitulada “Criatura-Todo ser criado” no período de 04 a 24 de agosto de 2010-09-2010
9.Exposição Individual na Galeria de Arte da Universidade Católica de Pelotas- GARTE- denominada ‘Universo Singular” no período de 23 de agosto a 15 de setembro de 2010.
10. Exposição Individual na Sociedade Científica Sigmund Freud, a partir de 11 de novembro de 2010 intitulada Espírito Santo – Solo Sagrado

Iria Rodriguez Martinez

"PAR DE  BRONZE"
20 x 25 x 8 cm
Bronze fundido e madeira de roble
280,00 €
 
“LA CARA DE HIERRO”
100x100 cm.
Ferro
3000,00 €
"FIGURA SENTADA"
22 x 9 x 8 cm
Bronze fundido e madeira de roble
180,00 € 

"FIGURA INCLINADA"
15 x 15 x 6 cms.
Bronze fundido e madeira de roble
180,00 € 

 
“GORDITA ACOSTADA”
10 x 23 x 16 cm
Bronze fundido e madeira de roble
320,00 €
 
“TORSO FEMININO”
26 x 9 x 7 cm
Bronze fundido e madeira de roble
180,00 €


Iria Rodriguez.

A Coruña, 1977.

Escultora y grabadora.

Se forma en la Escuela Picasso de A Coruña obteniendo la calificación de sobresaliente en la especialidad de Volumen y Escultura. Se acerca al campo de la gráfica de mano de la Fundación CIEC al obtener varias becas para poder completar el Master de Obra Gráfica. Además en 2011 es seleccionada por Antonio López para participar de la III Cátedra Extraordinaria Ciudad de Albacete impartida por el artista.
Su labor en el ámbito de la obra pública comienza en el 2002 con la colocación de la obra "La Despedida" en la dársena del puerto de Corrubedo, obra de carácter monumental fundida en bronce. Sus esculturas de carácter público se pueden visitar en distintos puntos de la geografía gallega (A Coruña, Arteixo, Cesuras, Laxe, Vimianzo, Corrubedo...).
Ha participado de numerosos proyectos expositivos, entre ellos cabe destacar su individual "La Huída" en Galería Monty4 (A Coruña), la colectiva "Andante" en el Museo de Arte Contemporáneo Unión Fenosa (MACUF, A Coruña), "A Tiro de Fuego" colectiva internacional de estampa contemporánea en Auditorio Ollin Yollitzl (México DF), "Pontes Luso-galaicas" (O Porto, Portugal), "Encontros" Spanish Benevolent Society en Manhattan (Nueva York)... o en ferias como Room Art Fair Madrid.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

JOSÉ CARDOSO

“Faces”
Acrílico s/tela
100x50 cm
2012
980,00 €


Nasce em Lisboa em 1945. Arquitecto de formação, frequentou, até ao 3º ano, o curso de pintura da ESBAL. Arquitecto, artista plástico, fotógrafo, publicitário e designer com especialização em design gráfico, realizou variadíssimos projectos de arquitectura e design, ilustrações para livros, cartazes, exposições e brochuras promocionais e institucionais, e desenhou vários selos para os CTT-Correios de Portugal, Unicef e Nações Unidas, tendo sido galardoado com diversos prémios e menções honrosas nacional e internacionalmente.
Ao longo da sua vida profissional, trabalhou com várias figuras de destaque no panorama das Artes Plásticas e do Design em Portugal, com especial relevo para Sebastião Rodrigues, Alberto Cardoso, Thomaz de Mello (Tom), António Sena da Silva, Daciano Costa, Gracinda Candeias e Manoel Lapa, entre outros.
Pinta e expõe regularmente desde 2004 e tem várias obras adquiridas para colecções particulares, Museus e Fundações, em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Rússia, Estónia, Austrália e Estados Unidos da América.

Opiniões:
Gosto de passear pelos quadros do Zé – o arquitecto que entrou na minha percepção estética pela porta do grafismo e que de repente, há uns anos, me surgiu Pintor emocionado de uma realidade que, sim, eu já sabia que ambos sabíamos bem.
Eu só não suspeitava que ele a saberia reflectir tão bem.

{[Porque nos seus quadros o que passeia à frente dos meus olhos é a imitação (in)fiel da realidade multifacetada.] É a versatilidade de estilos que a muitos choca mas a mim – simples admirador, por vezes fortuito, de momentos harmoniosos – me encanta. Porque não vale a pena enaltecer outra Arte para além da Vida; nem é por se ser hermético que se consegue tirar do suor mais arte – bem como não há uma corrente capaz de se sobrepor às outras neste desejo. A unicidade da expressão – a possibilidade de que haja uma unicidade da expressão – é algo que me assusta. Porque a agilidade daquilo que apercebemos é múltipla e é necessário que os agentes que a transmitem – e o Zé é um deles – o façam de forma a respeitá-la.}

Quer se trate de retratar uma cena de uma Arte trágica, como a tourada, ou a de uma alegoria poética a caminhos cruzados com ou sem sentidos…
Atento. Sensual. Natural. Verdadeiro. Cromático. Solitário. Criativo. Arauto. Amante. Admirador. Ingénuo. Discreto. Irónico. O Zé, fundamentalmente, é, ou seja vê, ouve, toca, prova, cheira. Sente. E porque os cenários, os sons, os contactos, os sabores, os odores divergem de momento para momento, de situação para situação, as tonalidades da reacção, neste caso da imposição em suporte físico da dimensão da lembrança, têm que ser diferentes.
Por muito que isso pese aos que pretendem ver nas artes plásticas não mais do que projecções de futuro.
Aquilo de que mais gosto na pintura do Zé é da intencionalidade de cada traço, rigorosamente colocado, matematicamente correcto, cientificamente imposto como sinal de que as partes fazem o todo. E de que esse todo expressa uma solene homenagem a uma realidade, ainda que essa realidade seja afinal um fetiche: os lábios grossos, sempre como que pintados de fresco; os seios, em declínio ou opulentos; a curva da nádega o garbo do cavalo a gentileza do toureiro a garra condenada do touro a vela enfunada sinónimo de orgulho de um barco que sabe que jamais se perderá na tormenta porque haverá sempre no gesto rasgado do pintor um lugar sereno uma quadrícula de paz onde possa sossegar para sempre perante o olhar perscrutador do espectador.
Há claramente aqui, na pintura do Zé, uma vaga devastadora que não se vê mas que funciona também como tábua de salvação, como porto de abrigo.

[É isso que eu procuro quando sucessivamente o visito (ou lhe visito a pintura – o que vai dar ao mesmo). Ou, digo melhor talvez, é isso que encontro.]


António Manuel Santos

quarta-feira, 6 de junho de 2012

ROMARIZ

“Pescadores”
Aguarela
58,5x33,5 cm
850,00 €

ESPIGA PINTO

“Surrealista – Cavalos”
Serigrafia
87x29 cm
450,00 €

“Mapa da Memória Lusiada Canto X”
Serigrafia
1994
36,5x36,5cm
350,00 €

Escultor-Pintor ESPIGA (Pinto), nasceu em 1940, Vila Viçosa.
Expõe desde 1955, tendo já realizado 80 Exposições Individuais e participado em inúmeras Exposições Colectivas, tendo obras em colecções particulares, em Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Estados Unidos...
Prémios:
– Prémio Bienal de São Paulo, Brasil, para cenários do Bailado Gulbenkian, 1973.
– Prémio de Pintura da Academia de Belas Artes de Lisboa, 1987.
– Prémio “Coty” – U. S. A. – “Coin Of The Year”, 2000 – A Melhor Moeda (Comemorativa do Planeta Terra).
– Prémio (Concurso Europeu), para criação do Troféu “50° Aniversário da Regata Internacional dos Grandes Veleiros” – Antuérpia e Lisboa, 2006.
De 1979 a 87 foi Professor de Desenho no IADE – Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing, Lisboa.
Sócio da F.I.D.E.M. – Federação Internacional da Medalha.
Académico da Academia Nacional de Belas Artes de Lisboa.
Em 2005 comemorou “50 anos de exposições individuais”.
Representado em:
C.A.M. – Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa;
Museu de Arte Contemporânea, Lisboa; Museu do Desporto, Lisboa...
Resumo de algumas obras e exposições:
1973 Pavimento em pedra (Calçada à Portuguesa), Praça e Embaixada de Portugal, 100x400m, Brasília, Brasil.
1991 Exposição EUROPÁLIA – 12 Medalhas – Namur, Bruxelas e Dendermonde, Bélgica.
1992 Exposição British Museum – FIDEM – Medalhas – Londres, Inglaterra.
2001 Exposição Colectiva – Anos 60/70 (duas esculturas), Museu de Serralves, integrada na Porto 2001 (Capital Europeia da Cultura).
2004 Medalha Comemorativa do Centenário – Dr. José Marinho, Casa da Moeda, Lisboa.
2006 Escultura (Mural) – Palácio da Justiça de Vila Nova de Famalicão.
2007 Moeda 8 Euro – Comemorativa – “Passarola” de Bartolomeu de Gusmão, Casa da Moeda, Lisboa.
2008 Expo – 50 Anos de Gravura – C. P. S. – Lisboa Escultura “Cisne” – Comemorativa dos 250 Anos do Concelho de Oeiras – Parque Mirafl ores Medalha “Imagem da Anje”.
2009 Moeda Ouro “Camões” – Casa da Moeda, Lisboa.
2010 Expo “Do meu Início” – Galeria São Mamede, Lisboa, Medalha Ouro e Prata “Camões” – Col. Philae.

Ainda era menino quando chegou à pintura. Homem determinado e invulgar, pinta como quem beija. Entrega-se total e perdidamente.
Do Alentejo, onde nasceu, revelador de uma intuição e sensibilidade apuradíssimas, vem afirmando a solidez e a singularidade de um percurso que começa e termina na busca e apreensão dos possíveis sentidos da existência.
Memórias de Inês é uma belíssima temática que fixa as trágicas vicissitudes de uma das mais belas e comoventes histórias de amor da Idade Média, aqui contada (cantada) por este ilustre pintor com rigorosa fidelidade à sua memória e grandeza, dando-nos, assim, a exacta dimensão cultural e humana da histórico-lendária personagem. Seguramente que estas peças vão suscitar ou sublinhar pontos de reflexão sobre a especificidade do tema.

O amor, símbolo de continuidade e regeneração, adquire nesta sequência pictórica o seu verdadeiro significado, ou não fosse ele o mais profundo e distintivo elan da humanidade. Aqui, se sente a sua pulsação, em perpétuo movimento regenerador e em variações cromáticas sintonizadas, numa articulação harmoniosa e contínua entre a Terra e o Universo.

O tempo reflecte-se na obra de Espiga, sobretudo na medida em que resiste ao seu poder envolvente, em que lhe opõe uma linguagem pictórica deslumbrante e corajosamente assumida. A memória revela-se essencial para a lenta penetração no imaginário de deuses e anjos...

Inês personifica a heroína trágica de um dos mais célebres episódios amorosos do Ocidente, senão de toda a história da humanidade, sobrelevando em paixão, fatalidade e dramaticidade outros casos similares, como os de Abelardo e Heloísa ou Dante e Beatriz.. A pele de Inês é de uma perfumada e acetinada suavidade. Espiga decora a cor dos seus olhos; contorna, sem ruído, a doçura de seu corpo.
Falamos dos períodos claros, iluminados.
Mas falamos também dos períodos ocultos dessa mesma juventude, de certas dissimulações operadas sobre certos factos, certos sentimentos. Tudo é arrastado pela tempestade profunda e vertiginosa da corrente interior; tudo fica suspenso à superfície, qual força impetuosa de um rio.

Estamos perante mais uma obra-prima de um dos mais geniais (não tenhamos medo das palavras) mestres da pintura portuguesa contemporânea.
A espantosa força lírica e formal da sua pintura exponencia um potencial absoluto de rítmo, cor, rigor, encantamento; de atractivo e fascínio.
A pintura é para ser fruída; para partilhar a criatividade, esse genesíaco exercício de interioridade, tendo por instrumentos as fibras da sensibilidade e a espora mágica da memória.
Instrumentos que, pela mão predestinada do artista, reanimam a figura grácil e desventurada daquela que, no dizer do poeta, depois de morta foi rainha.

Espiga fascina-nos com toda esta sublime grandeza: o mito, a obsessão de Inês nos sonhos de Pedro, o brazão, o ambiente gótico e a chave. A chave de toda esta maravilha move-se na rigorosa e complexa teia geométrica do Pintor.

(Texto publicado no Catálogo da Exposição de Pintura e Escultura - Memórias de Inês, de Espiga Pinto, em Julho de 2001)
in Três Rios Abraçam o Coração